sábado, 28 de maio de 2016

I KIssed A Girl - Cap. 21

  Já faz uns dias desde Nova Iorque, Demi e eu nos vimos apenas uma vez em um de seus shows, mas nos falamos todos os dias e parece que nunca é suficiente.
  Ontem ela me mandou uma mensagem cobrando o brigadeiro que prometi que faria. Achei uma ótima oportunidade de nos vermos, então logo a convidei para um jantar na minha casa hoje. Se estou ansiosa? Magina...


Demi narrando
- Acho que to apaixonada e não é pelo meu namorado.
- Demetria!
- Nicholas! - Ele revirou os olhos e me ignorou. - Pode me dar atenção?
- Posso.
- Eu...
- Mas eu não quero. - Ele me interrompeu.
  Estávamos no estúdio discutindo detalhes da turnê. Estou amando a ideia de fazer uma turnê com meu melhor amigo, te-lo ao meu vai ser otimo. É claro, se ele me der atenção.
- Nick! - Ele desviou seu olhar para mim. - Larga o celular e conversa comigo!
- Demi, há quantos anos está com o Wilmer?
- Muitos... - Agora parecem anos até demais.
- Certo. E o que há de errado agora?
- Não tem nada de errado com ele, ou com o nosso relacionamento. Claro, ele poderia me acompanhar mais, mas ambos estamos trabalhando muito.
- Então se não é com ele e nem com a relação... Tem algo errado com você.
- Não sei se necessariamente tenha algo de errado comigo. Só quero me sentir mais livre, mais leve. Me sinto mal toda vez que ele não está por perto e eu me divirto sem lembrar dele.
- Definitivamente tem algo errado com seu sentimento por ele. Mas eu não sou uma espécie de concelheiro. Não sei lidar com os relacionamentos que faço parte quem dirá com o dos outros. Mas acho que se não está feliz tem que dar um jeito nisso e estou do seu lado, sempre!
- Você é um amor.
- Você é extremamente estranha.
- Obrigada. - Ficamos alguns minutos mexendo no celular. - Nick?
- O que é!?
- Você entraria em um relacionamento homossexual?
- Sabe que não tenho preconceitos.
- Ta, ok. Eu também não, mas uma coisa é aceitar, outra é ter um relacionamento assim.
- Que foi Demi? Sabemos que não é nenhuma santa. Não seria novidade.
- Nick, não estou falando de beijar alguém.
- Quer dizer se apaixonar por alguém do mesmo sexo?
- Exatamente!
- Demi...
- Nick.
- Sua vida já não está agitada o suficiente?
- Ela é incrível, embora eu queira mata-la na maior parte do tempo, ela me faz sorrir sempre, faz com que eu me sinta leve.
- Sério? Isso é real? Já está acontecendo?
- Na... - A porta da sala em que estávamos se abriu e por ela entrou a equipe da organização da turnê. Nick ficou me encarando por um bom tempo.
  Eu sabia que essa conversa não terminaria aqui. E mesmo eu precisando conversar sobre isso com alguém talvez não fosse aquele o momento, nem ali e nem com o Nicholas.
  O problema é que não paro de pensar na S/n, ainda mais hoje, que vamos jantar na sua casa, mal posso esperar. Estou super ansiosa.


Você narrando
  Se a Demi não sair dos meus pensamentos... Eu não vou fazer nada, porque a verdade é que estou adorando sonhar acordada com ela. Lembrar de Nova Iorque faz meu corpo formigar, seu sorriso faz meu coração disparar. Falando em disparar...
- A porra do jantar! - Falei comigo mesma ao ouvir o alarme do fogão disparar.
  Legal, tudo estava queimado ou com cheiro de queimado, impossível servir isso. Tirei a assadeira do forno e a campainha tocou. Mas já? Nem tocou o interfone. Abri a porta e era a Giovana.
- Ainda bem que abriu logo... Que cheiro de queimado é esse??
- O que está fazendo aqui?
- Comprei umas coisinhas gostosas pra você. - Só então reparei nas sacolas em sua mão, por isso a folgada não abriu a porta.
- Que amor! Agora vai!
- Não, deixa eu ajudar, vou arrumar a zona que deve estar na cozinha e você vai se arrumar.
- Que? Por que? Estou pronta! - Ela riu. - O que tem de errado comigo? - Perguntei desesperada.
- Vai no quarto e olha no espelho.
  Fui para o quarto correndo. Quando me olhei no espelho meu cabelo estava uma bagunça. Menos mal, podia ser pior. Não levei muito tempo para por os fios rebeldes no lugar e estava feliz comigo mesma. Quando voltei pra sala havia uma morena sentada no sofá, focada no celular. Não acreditei que Giovana não me avisou que a Demi havia chego. Falando nela.

Demi narrando
- Bem melhor, agora ta linda linda. Não concorda Demi? - Estava distraída com meu celular quando a Giovana, amiga da S/n que me recepcionou, falou meu nome. Me levantei do sofá em que estava e me virei, foi quando percebi que a S/a estava presente. Fiquei maravilhada, acho que tinha me esquecido do quão linda ela é.
- Concordo. - Respondi breve, mas sorridente e não deixei de admira-la por nenhum instante. Até que nossos olhares se cruzaram e senti uma felicidade repentina e inexplicável.
- Ok! Já estou indo viu, divirtam-se. To saindo, não se preocupem comigo. - Giovana brincava em vez de me deixar a sós com a S/a, estava achando ela realmente engraçada. Mas...
- Vai logo! - Falei alegre, rindo da graça que ela.
- Ousada. Gostei! - Giovana disse já na porta.

- Que bom que gostou, agora tchau. - A S/n a empurrou pra fora.
- Ela é engraçada. - Falei quando já estávamos sozinhas.
- Até de mais, chega ser um pouco infantil e exagerada.

Você narrando
- Oi! - Demi exibia um sorriso enorme e estava bem perto de mim. Só então consegui observa-la com atenção. Eu estava surpresa, ela conseguia estar mais bonita que da última vez que a vi, o que parecia impossível.
- Oi. - Falei um pouco aliviada, eu estava bem nervosa e ansiosa.
- O que vamos comer?
- Calma pessoa, não come há quantos anos?
- Uns três, acha que é fácil manter esse corpo?
- Com toda certeza não é fácil. - Respondi admirando-a, ela riu sem graça. - Temos um problema!
- O que?
- A comida. Eu me distrai e... Vem ver. - Inconscientemente peguei em sua mão e a levei a cozinha.
- Meu Deus, você é péssima nisso!!
- Eu só me distrai, não sou tão ruim assim.
- Se distraiu por quantas horas? - Ela puxou minha mão me forçando ficar de frente pra ela.
- Cinco minutos. - Ela deu uma gargalhada alta. Fiquei um pouco triste e decepcionada, queria ter feito algo bacana pra ela.
- Bom, veja pelo lado positivo, sempre podemos pedir pizza! - Ela disse toda animada tentando me convencer e brincando com meus dedos.
- Ótimo, adoro pizza. - Falei sem tanto animo quanto ela e soltei nossas mãos. Seu sorriso estava imenso e intacto desde que chegou. Isso fez com que eu me perguntasse se ela estava tão feliz quanto eu de estar ali e me fez perceber que não era a porcaria de uma comida queimada que iria estragar esse momento.
- Qual sabor você prefere?
- Pode escolher. Você é a vista.
- Mas você que vai pagar.
- Obrigada por me informar. Mas pode escolher o sabor.
- Você.
- Como?
- Sim, como você.
- Mas do que estamos falando?
- Da pizza, não é? - Ela ria de si mesma, como é boba. -  Escolha o sabor.
- Quero o que você quiser.


Demi narrando
  S/a estava sendo super gentil, embora pareça chateada com alguma coisa, acho que era por causa da comida. A verdade é que não importava o que iríamos comer, eu só queria passar um tempo com ela e estava sendo maravilhoso, eu estava feliz por estar ali e isso que importava. Ela foi arrumar a cozinha enquanto eu ligava pra pizzaria.
- Pronto, chega em alguns minutos. Quer ajuda?
- Só vou colocar a mesa...
- Pra que? Vamos comer pizza, podemos fazer isso no sofá, a não ser que te incomode comer na sala.
- Não íamos comer pizza! - Tinha me esquecido de como ela é estressada. - Tentei fazer algo, mas me distrai pensando em você e agora vamos ter um janta... - Não queria que ela pensasse que tinha estragado tudo, porque nossa noite mal havia começado e queria aproveitar dela e não da comida, então a abracei bem forte, e foi ótimo senti-la tão perto de mim.
- Desculpa, só queria te acalmar, você estava histérica.
- Então não queria me abraçar? Só queria me acalmar?
- Não foi o que eu disse. - E pela primeira vez pude ver um sorriso largo em seus lábios. - Então quer dizer que estava pensando em mim?
- Talvez... Não é todo dia que tenho que cozinhar para uma pessoa como você.
- Estava nervosa por cozinhar para Demi Lovato? - Fiquei um pouco frustrada, achei que ela pensava em mim por outro motivo.
- Não, eu estava nervosa por cozinhar mesmo! - Adoro isso, o fato dela não tentar me agradar e apenas ser ela mesma. - Mas também estava nervosa por cozinhar pra você e pra você quer dizer alguém que me faz bem. - Ela ficou me observando por alguns instantes e eu apenas não tinha reação. - Que fofa!! Você ficou vermelha.
- Vou te deixar roxa se não parar de me olhar assim.
- Que violenta!
- Ha ha. Me mostra sua casa?
- Não, to com preguiça.
- Que preguiçosa. - Sai andando em direção a sala de estar. O comodo era amplo e havia alguns porta retratos, tinha fotos com a amiga dela que me atendeu, tinha algumas do que julguei ser da sua infância...
- O que está fazendo? - Ela disse se aproximando das minhas costas.
- Conhecendo sua casa, conhecendo você. Você que decorou?
- Não diria que foi decorada, só comprei o que queria e distribui nos cômodos. - Rimos do jeito que ela falou.
- Ou seja, sua casa é sua cara. Gostei.
- Da casa ou da dona?
- Das duas. Poderia ficar com as duas. - Só percebi depois o que eu tinha dito. - Sabe o que está passando na televisão? - S/n me incentivou a continuar. - Scandal!
- O que é isso?
- Como assim??? Como você não sabe o que é? É a melhor série, meu Deus, vamos assistir agora! - A puxei pro sofá.
- Louca.
- Linda.
- Adoro quando ficamos nos encarando.
- Eu estava pensando nisso.


Você narrando
  Estávamos assistindo a serie que eu não estava entendendo nada, não sabia quem era quem, e minha atenção maior era voltada para Demi, que estava completamente focada, parecia uma criança assistindo seu desenho favorito, foi quando o interfone tocou.
- Deve ser a pizza. - Pronunciei me levantando para atender.
- Deve. - Ela não desviava o olhar da televisão nem por um segundo.
- Oi, boa noite. - Atendi o interfone. - Ok, já estou descendo, obrigada. Então é realmente a pizza. Você me faz companhia? - Demi nem se mexeu. - Tudo bem, fica a vontade, não se preocupe, vou sozinha.
  Chamei o elevador que não demorou muito, peguei e paguei pela pizza e voltei para o meu apartamento, abri a porta com um pouco de dificuldade. Olhei para Demi, que continuava imóvel.
- Ei, moça, pode piscar. É importante para manter os olhos lubrificados. - Ela sorriu sem se movimentar. - Acho que alguém tem um vicio. Vamos comer?
- Já vai acabar.
- A pizza vai esfriar.
- Espera. - Percebi que seria inútil discutir, coloquei a pizza na mesa de centro e me sentei ao seu lado. Era muito fofo o jeito que ela encarava a tv, sem se mover, mas suas expressões faciais eram intensas e mudavam a cada cena. - PUTA QUE PARIU, EU SABIA!!!!!
- Que? - Olhei para a tela para tentar entender, mas sem sucesso, o programa havia acabado. - O que aconteceu?
- A Olivia e o Huck... Você não sabe quem são né? - Fiquei com receio de responder.
- Não faço ideia. - Ela riu de um jeito meigo.
- Tudo bem, talvez leve um tempo pra você viciar como eu.
- Eu não pretendo fazer isso.
- Mas vai! - Eu estava pensando em como ela é espontânea e alegre.
- Você está bem? Precisa de alguma coisa?
- Estou ótima, por que?
- Você fica tão a vontade assim na sua casa?
- Não era pra eu me sentir a vontade?
- Não, era, quero mais é que fiquei a vontade. - Que? A Demi faz com que eu fale umas coisas estranhas, faz eu me sentir estranha.
- Pois, saiba que fico a vontade na sua companhia.
- Já tinha percebido em Nova Iorque. - Acabei de tocar em um assunto que eu pretendia manter enterrado a noite toda.
- Acho que a pizza vai esfriar. - Em um tom brincalhão sorriu e abriu a caixa da pizza. - Espero que goste de verdura. - Demi começou a mexer na pizza e a inclinação do seu corpo para alcançar a mesa deixou sua bunda completamente exposta... - Ei! Você gosta?
- Sim! - Respondi um tanto maliciosa e acho que ela percebeu.
- Ok, engraçadinha. Primeiro a pizza, depois a sobremesa. - Ela me deixou um tanto confusa, porque, embora nos falássemos todos os dias, nunca tocamos no assunto Nova Iorque. Pelo menos não na parte em que estávamos nua, mas sempre fazíamos questão de deixar claro o quão a companhia de uma fazia bem pra outra.
- Você não quer talher ou um prato?
- Sim! Seria bom. - Ela disse com um pedaço de pizza na mão e com a boca cheia.
- Se eu tivesse que adivinhar sua idade julgando por essa imagem que estou tendo daria no máximo dez anos.
- Passou perto, tenho nove. - Me levantei do sofá rindo e fui buscar guardanapos, no plural, porque imagino que ela vá precisar de muitos.
- Aqui, porquinha.
- Brigada. - Ai esse sorriso.
- Deixa eu te ajudar. - Fiz menção a pegar a pizza da sua mão para que ela se limpasse. 
- Não! Me limpe, mas não toque na minha pizza! - Demi afastou a mão.
- Ta tudo sujo, não tem jeito não, criança. - Ela fez uma cara de inocente. - Você não podia pelo menos ter pedido metade da pizza com muito queijo e muita gordura?
- Você disse que eu podia escolher e essa pizza vegetariana ta uma delicia. Experimenta! - Falou estendendo seu pedaço perto da minha boca, se eu não abrisse acho que ela enfiaria a força. - E aí, o que achou?
- Essa pizza de mato está até que boa. Mas pizza não é pra ser saudável, tem que ter umas mil calorias por pedaço.
- E eu sou criança. Criança que adora comida gordurosa.

Demi narrando
  S/a e eu já tínhamos terminado de comer, agora conversávamos assuntos aleatórios, já que trocamos mensagens todos os dias o dia todo, sabíamos tudo que estava acontecendo na vida da outra.
- Mais cedo você disse que estava no estúdio. Não acha que está trabalhando muito? Nem de fim de semana descansa.
- Estou descansando agora. E quem vê pensa que você fica conçando o dia todo. Acho que você devia dar um tempo da empresa.
- Acho que você deveria dar um tempo de tudo.
- Que tal começarmos a dar esse tempo agora? - Falei sentando mais próxima dela no sofá. Ela sorriu delicadamente. - Quero dar um tempo e quero dar um tempo com você.
- O que sugere?
- Esse fim de semana, eu e você. Apenas nós duas, vamos esquecer o mundo lá fora e nossas vidas.
- Ta maluca?
- O que foi? Muito radical pra você, senhora certinha?
- Acho que posso aguentar.






Ta aí, capitulo novo. Se gostaram, se não gostaram, se ficaram com duvida, se têm sugestões, apenas comentem. Preciso de opiniões e quero saber se ainda estão por aí. Pretendo postar o 22 entre hoje e amanha, espero que de tempo. E logo terá postagem no me.by.me. Saudades de vocês!! Kisses ;)

sábado, 23 de abril de 2016

I Kissed A Girl - Cap. 20

First At All... I'M BAAAAAACK!! Is it too late now to say sorry? Por que do inglês? Bom um dos motivos de eu ter me afasto foi justamente esse, comecei a trabalhar numa escola de inglês. E gente... A vida já tava corrida com a faculdade, depois que comecei a trabalhar ficou impossível, mas isso não é mais um problema. Vamos ao que interessa? Capitulo novo, voltei com tudo e tenho uma novidade.



Demi narrando
- Vamos? - S/a me perguntou.
- Onde? - Eu estava distraída com a espuma.
- Lerda. - Revirei os olhos. - Sair da banheira né Demi.
- A, sim. Me traz um roupão?
- Levante e pegue folgada.
- Mas está frio.
- E eu que tenho que ir?
- Sim! Depois do que te fiz sentir deveria fazer qualquer coisa por mim. - Ela deu uma risada alta, ela não ri muito, mas quando o faz ela fica incrivelmente fofa.
- Vai me jogar na cara?
- Vou! - Ela ficou me olhando incrédula. - Vou lhe jogar água na cara. - Assim fiz.
- Eu não acredito que fez isso! Vai me pagar. - Ela começou a jogar muita água em mim.
- Para, para! Estou afogando.
- Sério!? - Ela se aproximou, parecia realmente preocupada.
- Não. - Sorri para ela e coloquei um pouco de espuma em seu nariz.
- Não teve graça. - Ela disse tirando a espuma.
- Estressada.
- Você me estressa.
- Estresso nada. - Lhe mostrei a língua. 
- Criança. - Eu olhava fixamente em seus olhos encantadores.
- Vem mais pertinho. - Sorri largo assim que ela começou a se aproximar. - Ual! Que sereia. - Ri de tão sem graça que foi. - Sempre tão séria. - Ela deu um beijo rápido em minha boca e se levantou.
- Anda, vamos sair daqui. - Ela me estendeu suas mãos.
- Não! Já falei, me traga um roupão.
- O problema não é o frio não é? - Apenas balancei a cabeça negativamente. O problema era a insegurança que sentia perto dela. Todas as batalhas que venci contra minha insegurança ao seu lado parecia que foram em vão. - Eu não sei em que está pensando, o que te impede de se sentir segura comigo ou o que te faz pensar que não é linda. Acho que tudo isso seja uma grande besteira, porque tudo que quero é que você se sinta bem ao meu lado e ver seu corpo cheio de curvas. Mas não vou te obrigar a se expor. - Ela saiu da banheira, alcançou uma toalha e se enrolou na mesma, saiu do banheiro e voltou com um roupão. - Prontinho. - Ela o abriu. - Prometo não olhar.
- Boba. - Me levantei e vesti o roupão.
  S/n sempre sabe o que dizer pra me confortar ou me deixar bem. As coisas que ela disse... Eu não consegui processa-las direito. Foi maravilhoso e me fez pensar que talvez ela tenha razão, seja tudo uma grande besteira.
- O que está pensando? - Eu ainda estava de frente para banheira quando S/a envolveu seus braço na minha cintura arrumou meu roupão. 
- Estou pensando que quero comer um doce. - Sorri quando ela colocou seu queixo em meu ombro, ela é poucos centímetros mais alta, o que exigia que ela ficasse na ponta do pé.
- Gosta de brigadeiro? - Me virei de frente pra ela.



Você Narrando
- MEU DEUS! Repete essa palavra magica que você falou!! - Tive que rir. - O que? Do que está rindo? - Demi havia virado de uma maneira abrupta pra mim.
- Dessa sua cara boba de desespero.
- Eu quero brigadeiro! Eu preciso de brigadeiro! Você não está entendendo. Sabe onde encontramos brigadeiro por aqui?
- Onde estou sempre há brigadeiro.
- Como assim?
- Brigadeiro é coisa mais fácil de se fazer.
- Você sabe fazer brigadeiro?
- Qualquer brasileiro sabe.
- Ai meu Deus! Você é brasileira!! Como não percebi isso antes. Ta explicado.
- Respira pra falar pessoa. O que ta explicado?
- O motivo de ser tão gostosa.
- Demetria! - Escondi minha cara envergonhada em seu pescoço. Ficamos assim algum tempo, então comecei a distribuir beijos em seu pescoço. 
- Chega, né. - Ela disse rindo, acho que isso causava cócegas nela.
- Posso fazer isso pra sempre!
- Para criança. 
- Ok! Chata.
- Quero meu brigadeiro.
- Quem sabe outro dia...






   Amores da minha vida, sei que está bobinho, ainda mais se comparado ao ultimo, mas logo as coisas voltam a esquentar, ok? Imagino que tenham percebido que coloquei um aviso de conteúdo, isso é mais uma prevenção quanto a problemas futuros, afinal pretendo levar esse blog muito mais a serio do que tenho levado, com no minimo postagens semanais. E sobre a novidade que falei, estou iniciando um novo blog, me.by.me, com um conteúdo mais pessoal, então quem quiser me conhecer melhor click aqui e vai ser um prazer me apresentar. Kisses!! ;)

domingo, 6 de dezembro de 2015

I Kissed A Girl - Cap. 19

- Por que não da uma conferida? - No instante em que disse isso ela desatou o nó frouxo, o roupão abriu cobrindo apenas a lateral do seu corpo.
  Não demorei muito e me distanciei um pouco para poder admira-la. Antes de encarar seu corpo com mais desejo olhei para seu rosto para ver se ela se sentia a vontade naquela situação, ela não parecia cem por cento confortável, mas demonstrou não ser por falta de vontade. Agora sim, desci meu olhar lentamente, observando cada parte exposta. Seu pescoço mexia conforme ela respirava, seus seios eram, meu Deus, seus seios eram extremamente perfeitos e pareciam ainda mais fartos com sua respiração ofegante. Desci mais meu olhar, parei em sua barriga, suas curvas não eram nada muito definido, era ideal. Então pude finalmente reparar em sua intimidade, lisinha, sem marcas de biquíni, eu não sabia muito bem o que pensar, é minha primeira vez nessa situação, mas eu estava gostando, tanto da situação quanto dos meus pensamentos. Suas pernas sim, eram grossas e curvilíneas senti uma vontade enorme de apertar.


Você narrando
  Demi, após me observar de cima a baixo, me olhou nos olhos e abaixou a cabeça, parecendo envergonhada. Não entendi muito bem essa reação, afinal, eu que estava ali, nua, completamente exposta. Fiquei com medo dela não ter gostado do meu corpo e decidi perguntar:
- Algo err...
- Você é linda. - Ela falou sussurrando e ainda cabisbaixa, inconscientemente sorri largo.
- Pode falar isso me olhando?
- Acho que não.
- Por que?
- Não sei o que fazer depois que te olhar.
- Demetria! 
- Não me chama assim! - Consegui fazer com que ela me encarasse, o que a fez corar.
- Linda. - Me aproximei. 
  Agora nós duas encarávamos os olhos da outra.


Demi Narrando
- Cansei de ignorar meu desejo! - Nós nos encarávamos.
- Como!? - S/a parecia não ter entendido o que falei ou porque falei.
  Coloquei meus braços ao redor do seu pescoço, nossos rostos estavam bem próximos, fechei meus olhos e senti nossas bocas se tocarem. Deslisei meus lábios sobre os dela que estavam quentes e macio. Demos alguns beijos calmos e cautelosos, então decidi que estava na hora de aprofundar as coisas, passei minha língua lentamente em seu lábio inferior e dei uma leve mordida, contornei sua boca com a língua e logo iniciamos um beijo mais quente. 
  Desci meus braços de uma maneira que o roupão escorregasse sobre os ombros da S/n, logo ele estava no chão e minhas mãos em sua cintura. Eu a segurava firme, puxando para mim, uma de suas mãos estava nas minhas costas e a outra segurava meus cabelos. Inclinei meu corpo pra cima dela fazendo com que começássemos a caminhar em direção a cama sem nos soltar.
  Apoiei com um braço na cama para que deitássemos suavemente na mesma, caí sobre ela delicadamente. Nos ajeitamos na cama, eu estava sentada sobre ela a beijando, passava minha língua ao redor da dela e podia sentir que ela desejava isso tanto quanto eu.  

Você Narrando
  Demi e eu nos beijávamos, minhas mãos se encontravam na sua cintura. Eu estava prestes a subir sua blusa quando ela me interrompeu. 
- Espera. - Ela se levantou.
- Que!? Onde vai? - Ela riu, apagou as luzes e voltou a posição em que estávamos.
- Pronto. - Por conta das cortinas fechadas e da luz tudo que eu enxergava agora era sua silhueta.
- Por que fez isso? Assim não posso... - Parei antes que eu falasse demais. 
- Não pode o que? - Resisti um pouco antes de responder.
- Ver seu corpo. - Disse vencida.
- Não está perdendo nada.
- Para de graça. Isso não é justo. Você viu o meu.
- Não precisa ser justo. - Antes que eu disse qualquer outra coisa ela me beijou. - Gostosa. - Ela disse entre o beijo. Meu corpo estava queimando. Cada vez que sua língua tocava a minha era como se eu tivesse recebido uma descarga elétrica. Lentamente fomos parando o beijo.
- Você é gostosa e quero te ver. - Ela ficou um tempo parada e depois retirou sua blusa. Consegui ver o contorno de seus pequenos seios arredondados. Minhas mãos estavam na lateral de seu corpo, apertei sua cintura firmemente, fazendo ela suspirar, em seguida a puxei, fazendo com que nossos seios se tocassem.
- Isso é bom. - Demi sussurrou em meu ouvido e mordeu minha orelha, me fazendo arrepiar. 
  Assim que levou sua boca a minha depositou um selinho prolongado e se direcionou para o meu pescoço. Suas mãos passeavam pela lateral do meu corpo, mas eu queria mais que isso, queria que ela me tocasse de verdade. Peguei a mão direita dela e a direcionei lentamente para um dos meus seios, Demi me surpreendeu com um beijo feroz e excitante, apertou meu seio com uma certa força e depois começou a massageá-lo, o beijo ainda era intenso.
  Sua outra mão agora se encontrava na lateral da minha coxa, ela a arranhava levemente me fazendo arrepiar. Ela parou o beijo e começou a beijar meu pescoço, deu alguns chupões e se direcionou para o outro seio. Suspirei quando ela contornou a aureola com a língua, eu estava realmente excitada. No momento em que ela prendeu meu mamilo com seus dentes soltei um leve gemido, ela parecia estar se deliciando com aquilo, sua língua brincava com o mamilo e eu continuava com os gemidos.
  Eu precisava que ela me tocasse, precisava que ela prosseguisse e finalizasse o que começou. Distanciei um pouco minha perna que ela alisava da outra, na esperança de que ela entendesse o recado. Ela não o fez, a entendo, talvez nenhuma das duas estejam preparadas para... Esquece o que falei, ela me penetrou um dedo e eu me senti totalmente preparada e a vontade com aquilo. Seus movimentos eram delicados e sincronizados com os apertões no seio, diferente de sua boca, que chupava meu peito com força. Minhas mãos agora seguravam os lençóis ao lado do meu corpo com força, meus gemidos eram mais altos, minhas costas já estavam arqueadas, Demi me penetrou com um segundo dedo. 
  Seus movimentos estavam mais rápidos e intensos, com o polegar ela contornava meu clítoris. O interior da minha vagina pulsava e apertava seus dedos, eu me contorcia, estava perto do meu ápice. Acho que ela percebeu. Levou sua boca a minha e a mão que estava em meu peito agora segurava com força minha nuca, em questão de segundos tive um orgasmo. O melhor da minha vida, com uma mulher, e que mulher, linda, perfeita.
  Demi mordia meu lábio enquanto eu mal conseguia me mexer, ela acariciava meus cabelos e as vezes depositava alguns beijos em meu rosto e pescoço.

Demi narrando
  Fiz S/n gozar, não acredito, eu estava tão feliz com isso, eu estava desejando tanto seu corpo. Depois que seu liquido percorreu meus dedos, seu corpo amoleceu e ela respirava fundo e ofegante. Lhe acariciei e me permiti descansar o rosto em seu pescoço, toda vez que meu nariz encostava no mesmo ela se arrepiava. Depois de algum tempo em silencio ela disse: 
- Eu só queria dormir e descansar depois do banho. - Me fez rir alto.
- Não entendi. Te cansei? - Eu ainda ria.
- Um pouco. - Pude notar um sorriso em seus lábios. Se não fosse por nossas respirações pesadas estaríamos de volta ao silencio. - Demi? - Ela me chamou atenção após uns minutos.
- Sim!
- Foi tudo muito bom, incrível, maravilhoso, perfeito, muito menos pavoroso do que imaginei...
- Foi pavoroso? - Perguntei rindo.
- Menos do que imaginei.
- Confesso, também fiquei apreensiva.
- Então, mas a verdade é que isso me faz tão mal quanto bem, nunca conversarmos direito e sempre somos tomadas pelo impulso. Fora que você parece estar sempre no comando de tudo, de cada ação irracional minha. 
- Quando isso? Espera, te faço mal? Estamos conversando agora.
- Tipo quando não me deixou ver seu corpo. - Ela não me respondeu se a faço mal.
- Eu não sou tão confiante assim.
- Deveria ser, pois tudo que consegui ver só me fez perceber como tudo é perfeito, você é linda, seu corpo é maravilhoso e não deve se envergonhar de absolutamente nada. Te quero exatamente como é. - Senti um aperto no coração, como se ela tivesse o atingido.
- Você me quer? - Ela me quer?
- Quero... - Ela parecia chateada.
- Mas te faço mal. - Eu estava feliz, triste e decepcionada, decepcionada comigo mesma. 
- Não você Demetria, a situação.
- Não me chama de...
- Demetria! Chamo sim!
- Quer saber, ajo mesmo por impulso e sem pensar quando estou com você, mas não me importo, pois é a unica pessoa com quem posso ser autentica. Não preciso me preocupar. Vem! - Me levantei rapidamente da cama e a puxei pelas duas mãos para que levantasse. Segurando em uma mão nos direcionei para o banheiro.


Você Narrando
- Demi, o que esta fazendo? - Perguntei a esperando do lado de fora do banheiro como a mesma havia pedido.
- Calma. - Ela disse paciente, mas sabe quem não estava nada paciente? Eu!
- Cansei! - Abri a porta sem sucesso, a mesma se jogou contra a porta a fechando de volta. - Ai, não acredito nisso, estou com frio, estou nua aqui.
- Eu também. - Como é? Ela está nua dentro desse banheiro?
- Como é? Está nua aí dentro?
- Sim. - Falou como se fosse natural.
- Me deixe entrar de uma vez! - Acho que soei meio desesperada.
- Ok! - A porta se abriu, assim como minha boca. - Só não baba.
  Sacudi minha cabeça na tentativa de afastar os pensamentos impuros. Foi em vão, seu corpo é ainda mais perfeito do que imaginei, suas curvas são muito mais sensuais do que suas roupas me permitem notar e com certeza essas mesmas roupas não fazem jus ao seu grande e arredondado quadril. Mas antes que eu pudesse admirar mais, Demi entrou na banheira, que estava cheia de espuma. Agora a demora pra me deixar entrar no banheiro foi justificada.
- Não vai entrar? - Não conseguia responder. - Achei que queria dormir e descansar depois de um banho. - Sorri com essas palavras, ela é sempre tão engraçada e doce, isso me fez despertar. - Achei que ia fugir. - Demi falou assim que me juntei a ela.
- Você é tão boba. - Nos olhávamos, estávamos encostadas na banheira de frente uma pra outra.
- Obrigada. - Ela fingiu estar agradecida, como se eu a tivesse elogiado.
- Não, é sério! - Ela me olhou confusa. - Não entendo, só sendo boba pra não se sentir confiante e se envergonhar com um corpo como o seu. - Pude ver seu lindo e enorme sorriso.
- Obrigada... De novo.
  Nosso banho foi muito relaxante, mas também muito engraçado, Demi é uma palhaça. Ela passou a maior parte do tempo brincando com os dedos dos meus pés e fazendo cócegas neles. Falando em tempo, não faço ideia de quanto passamos no banheiro.



Aí você escreve ouvindo Arctic Monkeys e saí essas coisas kkkkk amo os Monkeys!!  Galera, aí está, espero que aproveitem e se divirtam lendo, não me matem se eu levar alguns dias pra postar o próximo. Aaaaah e não se esqueçam de comentar, please! Kisses!! ;)

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

I Kissed A Girl - Cap. 18

  Preocupada fui checar as ligações, me surpreendi ao ver que ambas eram de Demi. Em seguida fui ver as mensagens:

10:46 Papito: Oi filha, imagino que a essa hora a reunião já tenha começado.
10:46 Papito: Boa sorte com os chatos engravatados. Sei que os adora. - Engraçadinho esse meu pai.
11:37 Papito: Quando acabar me avise.
12:13 Papito: E aí? Já acabou? 
12:32 Eu: Pai, acabou sim, tudo correu como planejamos, o negócio foi fechado.
12:32 Eu: Agora estou em um almoço de "negócios" com a Paula. 
12:33 Eu: Mais tarde nos falamos melhor. 

Bom a quantidade de mensagens do meu pai não se comparavam a quantidade total de mensagens.

11:34 Mais Chata: Ridícula? 
11:34 Mais Chata: me da atenção!
11:34 Mais Chata: fala cmg.
11:35 Mais Chata: para de trabalhar
11:35 Mais Chata: chata
11:38 Mais Chata: também n te conto o que aconteceu... - E eu sou a chata.
11:41 Mais Chata: Ta, eu conto, mas tem que ser por ligação, então me liga quando puder.
11:56 Mais Chata: que demora, pqp!
12:12 Mais Chata: horas iguais, manda beijinho.
12:28 Mais Chata: aff
12:35 Eu: kkkkkk criançona, alguém tem que trabalhar né
12:35 Eu: assim que der te ligo
12:36 Mais Chata: mais liga mesmo, já estou com sdds
12:36 Eu: também estou, insuportável :P 

  Minha melhor amiga tem leves problemas e também tem dez anos mentalmente. Mas as mensagens que mais me chamaram a atenção foram as da Demi, além de me ligar havia me enchido de mensagens.

10:02 Demetria: Pq foi embora sem se despedir?
10:02 Demetria: O Will realmente te expulsou? - Mas como?
10:17 Demetria: Que horas a reunião termina?
10:17 Demetria: Podemos nos encontrar depois?
10:41 Demetria: Podíamos sair pra almoçar. - Acho que vi tarde demais.
10:42 Demetria: Tento me livrar do Wilmer.
10:42 Demetria: Mas se preferir ele pode ir junto hahahaha - Claro, iria adorar fazer todas minhas refeições ao lado dele a partir de agora.
10:50 Demetria: Me perguntaram sobre I Kissed A Girl no GMA - Quero saber o que perguntaram, na verdade o que ela falou sobre.
11:19 Demetria: To enchendo né? É que vc não responde e eu realmente gostaria de te ver no almoço - Se ela soubesse que minha vontade era de passar o dia com ela.
11:21 Demetria: Se puder me responder logo pra eu pensar em algum lugar.
11:36 Demetria: Mesmo sem responder já pensei em um lugar
11:43 Demetria: Quando aparecer lhe envio o endereço
11:50 Demetria: Estou começando a ficar com fome.
12:12 Demetria: Horas iguais, adivinha em que estou pensando
12:12 Demetria: Claro que em comer - Queria que fosse em mim.
12:21 Demetria: Horas invertidas, faça um pedido, o meu é que vc me responda - Horas invertidas? Existe isso?
12:33 Demetria: Obrigada por responder - Eu ia começar a digitar a resposta quando a Paula voltou à mesa, mas disse para eu prosseguir.
12:38 Eu: Demi desculpa só vi as mensagens... - Eu estava digitando quando recebo outra mensagem de Demi.

Demi narrando
  O Wilmer foi do estúdio do Good Morning America ao hotel insistindo para que fizéssemos algo. Porém eu só pensava em como eu queria conversar e conhecer melhor a s/a. Durante o caminho mandei algumas, ta, várias, mandei varias mensagens pra s/n, que não me respondeu, então decidi ligar, mas a ligação caia na caixa postal direto, então imaginei que fosse por causa da reunião. A chamei para almoçar na esperança de que ela aceitasse. 
  Depois de um bom tempo insistindo para que ela aceitasse ou dissesse alguma coisa acabei ficando com fome e decidi ir almoçar com meu namorado que era o certo a ser feito desde o princípio. 
- Amor, conheço um restaurante ótimo e estava querendo te levar lá, o que acha?
- Ai Will, eu pensei em comer aqui no hotel mesmo, minha dor de cabeça não passou totalmente. - Havia dito que estava com dor de cabeça pra ver se me livrava dele e conseguia ir com a s/n.
- Prometo que não vai se arrepender. - Não pude dizer não ao ver o animo no rosto do homem.
  Não demoramos muito pra sair do hotel e chegarmos ao restaurante. Não me leve a mal, não estou querendo ser chata, mas o Will me trouxe em um restaurante que se não fosse pelo momento do nosso relacionamento eu poderia jurar que ele me pediria em casamento.
- Podemos nos sentar aqui fora? - Perguntei querendo fugir da grandeza de dentro.
- Onde você quiser. - Wilmer me respondeu gentil e em seguida falou com o Maitre, que sem demora nos levou para a mesa. 
  Já acomoda ainda troquei algumas mensagens com a S/a, que continuava sem responder.
- Falando com sua amiga? - Will parecia estar me observando há algum tempo.
- Na verdade estou sim, ela não conhece muito por aqui, estou imaginando onde ela deve es... - Não é possível, não acredito no que estou vendo, só pode ser brincadeira de mal gosto.
- O que dizia? 
- Desculpa, vamos focar no nosso almoço. 
- Tudo bem, vou ao banheiro, volto logo. - Sorri para ele que se levantou. Aproveitei o tempo para confirmar o que havia visto, e sim, eu estava certa.
  S/n estava no restaurante a frente mexendo no celular, o que me fez descartar a opção dela não estar recebendo minhas mensagens por conta da reunião.
12:38 Eu: Nem precisa responder
12:38 Eu: Muito bonita essa mulher com quem está almoçando. Imagino que seja melhor companhia que eu.
12:38 S/a: Demi desculpa só vi as mensagens agr.
12:38 S/a: Como sabe com quem estou? - Eu a olhava e ela pareceu procurar por mim.
12:39 Eu: Restaurante da frente. - Ela me encontrou com o olhar, disse algo à mulher que a acompanhava e se levantou.
12:39 Eu: Não se de ao trabalho, estou com meu namorado. - S/n leu a mensagem e parou, em seguida o Wilmer voltou pra mesa e ela votou a sentar-se, não parecia estar muito animada. 

- Já sabe o que vai comer?
- Não, nem abri o cardápio. Mas você me trouxe, deve saber de algum prato bom, faça meu pedido.
- Pode deixar, te conheço. Vai adorar. - Na verdade se ele me conhecesse saberia que eu ficaria feliz em comer no quarto do hotel algo leve e simples, mas ele estava se esforçando tanto pra me agradar, tive que sorrir. 
  Agora eu estava decidida a agrada-lo também, venho sendo tão rude com ele, me esqueci o quão doce ele é comigo, ele seria perfeito se não fosse pela química que não existe mais. Na verdade agora noto que nunca existiu, acho que era apenas atração física mesmo, por que ele tem que ser tão atraente?


Você narrando
  Demi, está no restaurante da frente com seu namorado, ela parece estar bem. Não sei porque isso me incomoda tanto. A essa altura eu já não prestava muita atenção no que Paula dizia. A verdade é que preferia que Demi estivesse em seu lugar. Terminamos o almoço e fiz questão de pagar a conta já que a mulher havia sido tão gentil e prestativa comigo.
- S/n, adorei o almoço e conversar com você, espero que tenha lhe ajudado a abrir novas possibilidade para você.
- Com certeza me ajudou muito! 
- Vou lhe dar meu cartão e qualquer duvida que tenha pode me ligar. 
- Obrigada.
- Magina é sempre muito gratificante ajudar jovens interessados e responsáveis como você. - Sorri envergonhada. - Vamos, lhe deixo no hotel.
- Não precisa, é bem perto.
- Faço questão. É o minimo, já que não me deixou pagar a conta me deixe lhe levar em segurança para casa, digo hotel. 
  Sem demora seu carro foi entregue, antes de entrar no mesmo dei uma ultima conferida no casal que almoça sorridente a frente. 
- Algum problema? - Paula me perguntou já dentro do carro.
- Nenhum, tive a impressão de ter visto alguém. - Me sentei colocando o cinto.
- Já está com essa impressão há algum tempo né? Percebi como se distraiu em alguns momentos no nosso almoço.
- Sim, mas acabo de perceber que é impossível que seja a pessoa que imaginei. 
  Caminho foi quase silencioso, exceto pelos momentos em que falávamos sobre o caminho do hotel. Amo Nova Iorque, mas o transito é perturbador. Se eu tivesse ido caminhando teria chego mais rápido.
- Bom, chegamos, aqui está meu cartão. Como lhe disse antes, se precisar me ligue.
- Obrigada Paula. - Nos despedimos e fui direto para o quarto.
  Assim que cheguei fui ao banheiro e preparei a banheira para um banho relaxante, me despi e coloquei um roupão pra esperar que ela enchesse. Logo ouvi  toque do meu celular, demorei um pouco para acha-lo:
- Alô! - Atendi sem ver quem era.
- Achei que você iria me ligar! 
- Giiiiiii! Meu Deus, me desculpa. Esqueci totalmente, to tão perdida.
- Sempre foi.
- Você...
- Eu liguei, eu falo! Ok? - Fiquei muda. - Babaca, você pode me responder. - Não segurei o riso.
- Diz, por que do desespero?
- Brian me chamou pra sair! - Ela disse aos berros.
- Já deixou de ser adolescente faz uns anos, você sabe né?
- Estraga prazeres.
- Vou estragar nada não, pode ir lá pra ele te dar prazeres. - Dei uma boa gargalhada.
- Idiota. - Ela falou rindo do outro lado da linha ficando em silencio por alguns segundos. - Estou tão feliz.
- Criançona. Mas fico feliz por você, espero que se divirta. 
- Brigada, precisava compartilhar isso com você. - Giovana e eu somos confidentes uma da outra e não importa o que aconteça, por mais insignificante que pareça, contamos uma para outra.
- Eu também preciso conversar com você, mas estou exausta e a banheira quentinha está me esperando.
- Folgada. Mas é algo importante?
- Não se preocupe. - Respondi percebendo um leve tom de preocupação em sua voz.
- É bom ou ruim?
- Boa pergunta. Mas vou ir antes que a água esfrie, sabe como detesto banho frio.
- Morno pra você já é frio.
- Exato.
- Então ta, beijinho. To com saudades já, volta logo.
- Beijo, voltarei. Tchau.
- Tchau.
- Use camisinha! - Desliguei antes que ela me xingasse. 
  Estava voltando ao banheiro quando um papel em cima de uma mesa me chama a atenção. Era o cartão que Demi tinha me entregado junto com o lenço. O reli e uma parte ficou ecoando na minha cabeça: você não saia da minha cabeça! Fui para o banho. Já na banheira fiquei pensando se assim como eu fico pensando nela ela fica pensando em mim. Sei que é meio difícil, principalmente depois da cena que vi dela com o namorado durante o almoço, parecia que eles haviam se resolvido.  
  Decidi terminar o banho, já que alem de enrugada eu já estava entediada naquela banheira. Assim que me levantei ouvi batidas na porta. Me enrolei rapidamente no roupão e abri a porta.
- Demi!
- S/a!
- Entra.
- Atrapalhei seu banho? - Ela disse já dentro do quarto.
- Não, já tinha terminado. Algum problema?
- Não sei. - Ficamos em silencio.
- E onde está seu namorado?
- Não quero falar nele.
- Brigaram?
- Tudo seria mais fácil se tivéssemos.
- É, realmente me pareceram muito bem no almoço...
- Você entende que ele é uma pessoa importante pra mim...
- Não sei onde quer chegar com isso.
- É que o fato dele ser tão importante pra mim que torna o que você e eu temos tão complicado e errado. Não quero magoá-lo...
- Demi, ta tudo bem.
- Está? Quero dizer, foi tudo bem pra você me ver sorrindo com ele? Foi tudo bem pra você estar na companhia de alguém que não fosse eu?
- É... Acho que sim, ele é seu namorado né? 
- Quer saber? Esquece. - Ela se virou em direção a porta e parou com a mão na maçaneta. - Pra sua informação, se é que lhe interessa...
- Tudo que pensa é do meu interesse. - A interrompi.
- Não é o que parece. Bom, pra mim não está tudo bem, não foi tudo bem almoçar com o Wilmer quando na verdade eu queria estar com você, não estava tudo bem enquanto eu observava você com uma mulher muito mais atraente e madura do que eu...
- Oi?
- Eu nem deveria estar falando essas coisas.

Demi narrando
  Eu estava prestes a sair dali quando ela me abraçou.
- O que está fazendo? - Perguntei depois de alguns instantes ainda em seus braços, dessa maneira eu podia sentir seu perfume de banho recém tomado, o que estava me deixando louca.
- Estou te abraçando.
- Isso eu sei.
- Então?
- Quero saber o motivo.
- Você sempre quer saber algo, mas nunca me deixa falar ou quando deixa não me deixa terminar e entende o que quer sem que eu possa me explicar.
- É que você é muito lerda...
- Eu? Olha quem fala. - Ela me encarou e então pude ver seus lindos olhos de perto.
- Me chamou de lerda?
- Talvez... Vou te soltar, mas apenas porque já estou ficando com formigamento.
- Ok! - Respirei fundo para sentir bem seu cheiro. - Desculpa por eu ser tão desesperada.
- Demi, não tem que se desculpar, eu também queria que estivesse comigo no almoço, Paula...
- Esse é o nome da mulher que estava com você? Que por sinal é muito bonita.
-  Sim, ela se chama Paula, mas não reparei na beleza, e se ela realmente fosse mais atraente como você disse eu acho que teria notado, bem com certeza é mais madura. Mas quem não é né? - Ela nem me da tempo de ficar feliz e já me irrita. - Desfaz esse bico, você é uma criançona mesmo e não pode negar. Paula é uma empresaria e bem mais velha, você é uma neném.
- Eu não...
- É uma neném linda e emburrada. - Ela disse se aproximando, não pude esconder o sorriso. - O que quero dizer é que eu queria você e somente você naquele almoço, ver você toda sorridente com o Wilmer me deixou completamente frustada e nem sei... - Parei de escuta-la quando notei que seu roupão estava levemente frouxo deixando parte de sua perna e coxa amostra. - Está me ouvindo?
- Não.
- Ta vendo. Se distrai com qualquer coisa, uma criança mesmo.
- A culpa é sua que fica me seduzindo com essa perna grossa exposta. - Ela olhou para baixo, se sentindo embaraçada com a situação corou e ficou sem saber como agir. - Te deixei envergonhada?
- Um pouco. - Ela falou baixo.
- Não deveria. - Terminei com a distancia entre nós e em seguida lhe dei um beijo suave e carinhoso. - Você é linda, gostosa e gostaria de ver o que mais esconde em baixo desse roupão. - Fiquei incrédula com minhas palavras, não acredito que disse isso. Mas acreditei menos na resposta que obtive.
- Por que não da uma conferida?






Então, ta aí. Gostaram? Comentem pra que eu tenha um feedbaack da história, do que estão achando, se estão gostando do rumo das coisa. E vocês viram sobre a vinda da Demi? Já tão juntando money (muito money)? Já começaram a lavar louça, arrumar a casa, a puxar o saco dos pais, avós, tios, tias, amigos, vizinho, professor (na qual professor? mas vai que) e qualquer um outro que possa te dar o ingresso? Eu sim kkkkkk mal posso esperar, essa turnê promete!! Kisses!! ;)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

I Kissed A Girl - Cap. 17

Gente, nem acredito que to aqui, a faculdade toma todo meu tempo. Espero que não tenham se esquicido de mim nem do imagine. Poderia até me desculpar, mas é que na real a culpa nem é completamente minha, mesmo assim, perdão! 
Então, na postagem anterior eu disse que tinha uma coisa pra contar, então vamos lá. Embora eu faça faculdade de engenharia, desde sempre sou apaixonada por escrever, sempre quis escrever um livro. Onde o blog entra nessa história? Mesmo eu não estando presente postando aqui eu estava correndo atrás de levar esse blog a outro nível. Não posso dar muitos detalhes e nem confirmar nada, mas digamos que talvez sim ou talvez não tenhamos um laçamento de um livro baseado nas histórias que escrevi aqui! Espero que gostem da noticia e que me apoiem nisso. Vamos para a história...




- Demi, e por ultimo, o que acha sobre as comparação que andam fazendo entre Cool For The Summer e I Kissed A Girl?
- Eu não me importo, na verdade adoro essa música, eu admiro a Katy Perry. Acho que a comparação se da por serem duas músicas de descobertas e amadurecimento de suas interpretes. Mas I Kissed A Girl tem um lugar muito especial... Quero dizer, marca algo muito especial na carreira da Katy, e espero que seja assim pra mim.
  A entrevista foi realmente um saco, principalmente porque eu não conseguia me concentrar nisso, durante a apresentação eu estava muito feliz por estar apresentando meu novo single no Good Morning America. Mas depois só pensava em sair logo dali pra aproveitar NY com a S/a... Mas tem o Wilmer, como fazer isso?
- Você estava perfeita Demi. - Wilmer me esperava dentro do camarim.
- Obrigada, Will. - Nos abraçamos. - Onde está a S/n?
- Mandei embora.
- Você fez o que!? - Ele não podia estar falando sério.
- É brincadeira. Mas eu estou aqui, que tal ficarmos um pouco por aqui? - Ele veio me agarrando.
- Para Wilmer! Onde ela está?
- Ela foi embora, disse que estava cansada e que não tinha porque ficar aqui se eu já estava.
- Ela não faria isso!
- Quem disse que não? Você conhece ela tão bem assim? De onde se conhecem? - Pensando por esse lado, ele estava certo, eu não a conhecia, pelo menos não o necessário pra dizer que posso confiar totalmente nela, mas por outro não consigo imaginar ela indo embora sem se explicar. - Em Demi? Porque nunca tinha ouvido falar dela antes! Então presumo que ela não seja tão importante assim. Ou que vocês não se conheçam tempo suficiente para que tenha dado tempo de me falar qualquer coisa sobre ela. Alem do mais, ela me parece meio estranha. Parece que me evita.
- Talvez ela te evite por saber que você pensa essas coisas dela.
- Então me diz uma coisa pra eu pensar de uma maneira diferente. 
- O que quer saber?
- Sei lá, que tal começar por de onde conhece ela e o que ela faz da vida?
- OK, bem, ela trabalha na empresa da família e a conheci em uma festa.
- Festa? Que festa?
- Já disse onde.
- Demi?
- Que é?
- Só me preocupo. - Eu deveria estar tendo mais paciência com o Wilmer, mesmo que nosso namoro não esteja passando de um rótulo no momento, ele ainda é uma pessoa importante pra mim e meu amigo.


Você narrando
  Não tinha muito o que fazer no hotel, organizei os papeis com as informações necessárias para a reunião, dei uma ultima conferida e me troquei. Liguei para recepção pra que me arrumassem um táxi, que não demorou a chegar.
  Meu Deus, o taxista era maravilhoso, eu não conseguia o encarar pelo espelho de tão lin...
- Pra onde a senhora vai? - Acho que já era a terceira vez que ele perguntava.
- Desculpa, estou meio distraída. - Meio distraída com a sua beleza. Lhe passei o endereço. 
- Nova em Nova Iorque?
- Não exatamente, mas hoje estou apenas a trabalho.
- É de onde?
- Moro em Los Angeles, mas sou brasileira.
- Logo percebi que não era daqui.
- Por que?
- Você é mais bonita do que as garotas daqui costumam ser e de uma maneira muito mais... Quente.
- Uau! Obrigada! Você também muito... Elegante. - Que? Elegante!? WTF!
- Brigada. - Ele riu.
- E você é daqui?
- Na verdade sou de Washington. Mas sempre amei Nova Iorque, principalmente pela parte artística. - Fiquei olhando meio confusa pra ele. - Faço faculdade de artes cênicas, trabalho como taxista pra bancar as despesas, e não é nada mal dirigir por aí, vendo toda a paisagem Nova Iorquina.
- Também amo como a arte está envolvida em cada canto dessa cidade. Sempre que venho tento assistir pelo menos uma peça. Me indica alguma?
- Bom, já que perguntou, estreei a minha primeira peça Off-Broadway. É um remake muito bacana. 
- Sério!? Meus parabéns!
- Chegamos. Mas pegue meu cartão. - Ele escreveu algo a caneta atrás. - Se quiser assistir, adoraria te colocar num lugar privilegiado e te levar para sair depois, ou se apenas precisar de uma carona. Meu numero pessoal está atrás. - Opa! Isso é um flerte? Estou gostando.
- Quais os dias das apresentações?
- Acho que esse é um bom motivo pra me ligar.
- Um ótimo motivo! Mas agora tenho mesmo que ir. Quanto lhe devo?
- Me deve uma ligação. - Comecei a rir feito uma trouxa. - Sua risada é maravilhosa. Mas vai se atrasar.
- Me fale quanto deu a corrida pra que eu possa ir então.
- Quando terminar aqui me avise e venho te contar quanto deve.
- Serio? 
- Claro.
- Seu nome?
- Chord, e o seu?
- S/n. Agora tenho que ir, foi um prazer.
- Acredite o prazer foi meu. - Sai do carro antes que eu risse, não que tenha sido engraçado, mas fico nervosa nessas situações.
  A reunião foi um grande tédio, parecia não acabar nunca, eu estava me sentindo desconfortável na cadeira, odeio quando meu pai me faz assinar papeis e tomar as rédias de alguma negociação. Segundo ele devo me acostumar, já que pretende me passar sua posição na empresa, não tenho certeza se é isso que quero, mas sei o quanto ele e minha mãe lutaram para conseguir o que temos, então farei tudo que estiver ao meu alcance para ajudar. Mas não era só isso que estava atrapalhando minha concentração, o tempo todo me pegava pensando na performance da Demi no GMA e em tudo que rolou no camarim. Se nós tivéssemos ficado um pouco mais a sós, se tudo não fosse tão confuso...
- Então com isso encerramos, certo? - Me senti aliviada antes mesmo da resposta.
- Com certeza. - Um dos negociadores respondeu a investidora, que eu já conhecia há algum tempo. Ela se aproximou de mim:
- Achei que não acabaria mais. - Ela disse de uma forma que só eu pudesse ouvir e parecia tão aliviada quanto eu. - Paula. - Ela se apresentou.
- Eu sei seu nome. - Respondi sem delongas.
- Me desculpa. - Percebi sua cara e imaginei que ela tivesse me entendido mal.
- Não, me desculpe você, não quis ser grossa.
- É que você sempre está acompanhada do seu pai e fica focada em ler as propostas. Pensei que não prestasse atenção ao redor.
- É que prefiro lidar com os papéis que não falam e não reclamam. - Tirei um riso da mulher.
- Tem razão. - Paula deu uma pausa. - Achei interessante ver você tomando a frente da negociação. Não parecia ser tão jovem. Se todos os jovens interessados em administrar empresas fossem focados e atentos como você o futuro de todas as empresas estava garantido. Nem todos os herdeiros são tão responsáveis.
- No caso sou apenas herdeira mesmo. Não tenho certeza sobre querer administrar. - Falei francamente, afinal não mantinha segredo disso. Eu estava louca pra sair dali. - Então você me pareceu aliviada da reunião ter acabado, tem algum compromisso?
- Bem lembrado. Compromisso não tenho não, mas reuniões sempre me deixam morrendo de fome. Me acompanha no almoço?
- Não tenho certeza sobre o almoço, mas definitivamente te acompanho até o elevador, não aguento mais essa sala. 
- Então. - Já estávamos dentro do elevador quando Paula puxou assunto. - Eu realmente acho que deveria permanecer nesse ramo administrativo, você leva jeito. Já tem opinião forte e bem formada e é bem firme em suas decisões. Se amadurecer mais isso, pode chegar bem longe. - Estávamos no ultimo andar do prédio empresarial e não sei porque os prédios em Nova Iorque são tão altos.
- Sabe, eu até gosto de administração, mas não sei, não me sinto bem com a ideia de pegar algo já iniciado, ou num ramo meio distinto aos meus interesses.
- Talvez esse seja o problema, talvez devesse pensar em iniciar algo, algo que você tenha tido a ideia, alguma coisa que lhe interesse. - Isso me fez refletir, nunca havia pensado nisso. - Já estou nessa área há um tempo, se aceitar meu convite para o almoço talvez eu possa te ajudar a encontrar um caminho ou eu apenas tenha uma companhia para o almoço. - Pensando bem, não tenho nada pra fazer mesmo, ela estava me fazendo refletir e também estou com fome. A única coisa que me impedira de ter aceito enquanto estávamos na sala de reuniões era o meu penando na Demetria, queria passar um tempo com ela, mas a essa altura ela e o namoradinho engomadinho já devem estar fazendo um programa incrível, se ela quisesse teria me dito.
- Eu aceito seu convite e agradeço pelos concelhos.
- Que bom. Odeio comer sozinha. - Em seguida a porta do elevador abriu no andar onde desceríamos. - Está de carro?
- Na verdade não. 
- OK, então vamos no meu. Pode ser? - Pensei em pegar um taxi, pensei no taxista e que taxista... Ri mentalmente. Mas preferi aceitar a carona.
- Sem problemas.
  Ela me levou a um restaurante interessante, mas meio extravagante e luxuoso demais na minha opinião para um simples almoço. Mas compreendo, ela é uma empresaria importante e muuuuito bem sucedida, não me admiro que um simples almoço para ela se torne algo grandioso.
- Me desculpe, tenho que atender. Com licença. - Paula disse se levantando e atendendo o celu... CELULAR!! Eu simplesmente havia me esquecido do meu, que ainda estava desligado desde o inicio da reunião.
  Não demorei a encontra-lo na minha bolsa. Assim que ele ligou me assustei com o número de mensagens que eu tinha recebido, porem apenas duas ligações.






PQP QUE SAUDADE!! Minha intenção era ter postado ontem, para hoje postar outro, mas acabei tendo que ir no enterro da vó do meu melhor amigo, aí nem tive cabeça pra isso, me desculpem. Mas o seguinte, se comentarem ficarei feliz e quem sabe isso me incentive a postar mais um. De qualquer forma, logo postarei o próximo, só tenho que revisa-lo. Deixem suas opiniões sobre o capitulo e tudo mais que quiserem. Kisses!! ;)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Oizinho!!

Bom dia gente! Aqui são 7:50 e faltam dez minutos pra eu iniciar uma prova. Mas precisava passar aqui pra dizer que muito em breve, vulgo essa semana, tem capitulo novo. Espero que sintam tantas saudades quanto eu e que ainda estejam por aqui!! Nem vou me prolongar em pedir desculpas pq sei que o que realmente querem é capitulo, então aguardem. Também tenho algumas novidades, mas isso digo no próximo cap. Amo vocês! Kisses!! ;)