domingo, 4 de agosto de 2013

YMMG - Capítulo 44

Demi narrando
- Demi, me mostra tudo vai. - (SeuApelido) acariciava minha coxa, como se isso fosse me fazer mudar de ideia.
- Não, (SeuNome), já falei e para de apertar minha perna, não está funcionando. - Falei tirando sua mão da minha perna.
- Como você é chata.
- E você é teimosa.
- Acho que isso está errado, você é a teimosa.
- E você é a chata.
- Só mais um pedacinho. - Ela fez bico.
- Não vou mostrar mais, não adianta fazer bico. Agora, vamos prestar atenção no filme, que você insistiu pra assistir? - Ela pausou o filme.
- Demi, sou sua namorada, me mostra tudo, por favor.
- Mas como fã vai ter que esperar como todos os outros pra ver o novo single, já fui uma ótima namorada te mostrando um trecho. - Acho que ela já estava há uns dez minutos insistindo para ouvir o single Heart Attack inteiro. 
- Você é um monstro. - Ela olhou pro canto.
- Você me entende não é? - Puxei seu rosto para ela me olhar, mas ela virou de novo.
- Hm. 
- Bebê! - Puxei seu rosto de novo. - Te amo, mas isso faz parte do trabalho.
- Ta. 
- Chatinha. - Subi em cima dela e a beijei intensamente, pude ver o inicio de um sorriso em seu rosto. - Falta pouco pro lançamento.
- Falta quase um mês! - Eu ri da cara que ela fez. - Não tem graça. - Dei um selinho nela.
- Tem sim. - Sorri amigavelmente.
- Quando vai pra Europa? 
- Sábado.
- E quando vamos ficar juntas se você tem uma apresentação amanhã?
- Estamos juntas agora, não?
- Sim, mas... - Ela se calou.
- Boba.
- Te amo.
- O que foi?
- Você me promete que não vai me trocar por um europeu qualquer? - Desde o principio ela não está aceitando muito bem essa ideia de eu ir viajar e ela ficar, talvez por ser a primeira vez que faço isso depois que começamos a namorar.
- Talvez só pelo Chris Evans.
- Mas ele é americano.
- Então não tem porque ter ciumes. - Eu sorri.
- Não é ciumes, só estou cuidando do que é meu. 
- Marrentinha. - Apertei seu nariz e ela fechou os olhos.
- Demi?
- Essa sou eu. 
- O que fez com a aliança?
- Bem lembrado, eu consegui fazer uma coisa para usarmos enquanto não assumimos o namoro e a aliança está na bolça o tempo todo.
- O que fez? - Ela abriu os olhos.
- Espera. - Me levantei para pegar minha bolsa. - Olha. - Era a uma das metades da concha que ela havia colocado a aliança. - Mandei colocar essa argolinha, da pra usar como pulseira ou sei lá o que. A minha está no chaveiro.
- Que bonitinho e criativo.
- Assim ninguém desconfia, mas como já te falei é só por um tempo, vamos assumir logo, tá? - Ela me puxou para o seu colo e me beijou.
- Aham, quando estiver bom pra você, vai estar bom pra mim.
- (SeuApelido), eu disse que você tinha que ir no apartamento comigo.
- Quando? Você foi lá?
- (SeuNome), eu falei com você antes de ontem que eu ia ir e se você queria ir junto.
- Desculpa eu me esqueci.
- Cabeçuda. - Dei um tapinha na sua cabeça.
- Mas porque eu tinha que ir, amor?
- Porque, eu não tenho certeza, mas acho que da pra ver a sacada do seu quarto de lá. Claro que não perfeitamente, mas acho que dá, como você é melhor em localização achei que poderia verificar.
- Ok, da próxima vez eu vou. E quando se muda?
- Só no fim de abril.
- Por que essa demora?
- Pedi para fazerem umas modificações, coisa simples, mas demorada, sabe? Quebrar algumas paredes, construir outras...
- Simples mesmo. - Ela me interrompeu e eu mostrei a língua.
- Vai ficar legal, estou ansiosa.
- E que tal irmos dormir?
- Não de passar das nove horas.
- E daí?
- E dai que está cedo.
- Eu acordei as 7 e tive que ir no escritório hoje.
- Por que, algum problema? 
- Não, só selecionar alguns modelos pra uma nova campanha.
- Alguns modelos ou algumas modelos?
- Os dois. - Fechei a cara.
- Bobona. - Ela mordeu minha bochecha.
- Para, sabe que não gosto quando faz isso. - Falei rindo.
- E por que ta rindo?
- Porque faz cocegas? - Dei um ar de obvio a pergunta.
- Não fale como se fosse obvio, que tipo de pessoa que sente cocegas na bochecha.
- Pelo jeito, o mesmo tipo de pessoa sem noção que se apaixona por você.
- Ok, com esse argumento a vitória é sua.
- Obrigada.
- Agora, vamos doooormiiiiiiir?
- Nãaaaaaao. Vamos terminar de assistir ao filme.
- Ta né, não adianta discutir com gente teimosa. - Deitamos no sofá, ela na frente e eu, logicamente, atrás. 
 Depois que ela apertou o play, não deu nem 7 minutos e ela virou pra mim já dormindo. Olhei pra quela coisa perfeita a minha frente e dei um beijinho na sua testa.


Você narrando
 Fazem pouco mais de dez dias que estou namorando a Demi e tudo está indo perfeitamente bem, mas ela vai fazer uma viagem para semana de moda em Londres e não estou gostando nada disso, não falo muito sobre isso com ela, afinal, não posso cobrar isso dela, é o trabalho dela.
 Eu estava com uma maldita dor nas costas por que nós duas dormimos no sofá, então decidi não ir a faculdade, mas a Amanda iria e fez um barulho infernal a hora que levantou e agora estávamos nós três na cozinha.
- Vocês são malucas de dormirem no sofá? - A Amanda preparava seu café.
- Eu tive que dormir toma esmagada entre o sofá e a (SeuNome), se não ela cairia.
- Também de tanto que ela se meche. - A Demi riu.
- Não achei graça, a Demi também se meche pra caramba. - Falei encostando no balcão.
- Isso é verdade, você também se meche bastante, Demi. Aquela vez que dormimos na sala e você ficou no meio por medo do filme, quase me matou.
- Vocês são duas exageradas. - Demi se encostou no balcão a minha frente e a Amanda estava de costas passando alguma coisa na sua torrada.
- Gostosa. - Sussurrei pra Dem que me retribuiu jogando alguma coisa em mim. - Gostosa. - Insisti e ela começou a me agarrar.
- Acho bom pararem de se agarrar. - Como a Amanda sabia? Ela estava de costas. Continuamos só de pirraça, pois sabemos que a Amanda odeia quando fazemos isso na sua frente. - Da pra parar!? - Ela se virou e nós paramos. - Vocês duas são ridículas, se merecem. 
 Depois que a Amanda foi embora eu e a Demi tentamos voltar a dormir, mas não deu certo.
- Demi, seu celular ta tocando. - Ela estava no banheiro.
- Atende pra mim, por favor.
- Eu não.
- Vai logo, pode ser importante, vê quem é pelo menos.
- Parou de tocar.
- Parabéns! - Ela disse saindo do banheiro e sentando na cama. - Por que não atendeu? - Ela começou a mexer no celular.
- Eu não, não sabia quem era.
- Poderia ter olhado. Era a Nikki, tenho que ir pra inauguração da Topshop. - Ela se levantou.
- Já?
- É. - Ela começou a colocar umas coisas na bolsa.
- Por que está tão bonita?
- Como assim? Isso foi um elogio?
- Também, mas não precisava estar tão bonita.
- Prefiro ignorar e fingir que foi elogio então, obrigada. - Ela sorriu e me deu um beijo.
- Como vai ir?
- O motorista vem me buscar, a Nikki disse na mensagem que ele chega em meia hora.
- Em meia hora da pra fazer muito coisa. 
- Impressão minha, ou teve um ar de malicia na sua voz? 
- Com certeza não foi só impressão.
- Sua safada! 
- Quando você volta de Londres, mesmo?- Depois do dia 20, não sei ao certo.
- Hm.
- Essa história de novo não, por favor.
- Ta. - Alguns minutos se passaram e o motorista ligou avisando que já estava lá em baixo. - Deixa que eu levo pra você. - Disse pegando a bolsa da Demi. 
- Vai me levar la em baixo?
- Aham. Amor, você vai ter que tomar cuidado com as muletas e a perna, não vai se machucar mais. - Disse apertando o botão para chamar o elevador.
- Você vai ficar bem?
- Como assim?
- Sem mim, quem vai cuidar de você?
- Até parece, eu que cuido de você.
- Que mentira! - O elevador chegou e entramos nele.
- Não quero que vá. - Disse, estávamos no hall do prédio.
- Amor, eu só vou amanhã, hoje é só uma apresentação.
- Mesmo assim.
- Fica tranquila, tem que se acostumar com isso.
- Ta né.
- Te amo.
- Também te amo. 
- Beijinho. - Ela me beijou e puxou meu lábio.
- Ai, Dem.
- Tchau, já estou atrasada.
- Tchau. - Fiquei observando ela entrar no carro e assim que ele partiu, eu voltei pra casa.
 Peguei meu celular e uma mensagem chegou logo em seguida.
~~Mensagem on~~
Demi: Estou com saudades <3
Você: Boba.
Demi: Grossa! :/
Você: Ta vendo como é boba.
Demi: Então ta né :P Chata.
Você: Lindaaaaa!!!!
Demi: :3
Demi: Tenho que me arrumar xox
Você: Ok, boa apresentação.
~~Mensagem off~~
 A Demi é tão criança, tenho a teoria que ela é uma criança boba no corpo de uma mulher gostosa. Me acostumei com a presença da Dem, não sei como vai ser ficar sem ela quase uma semana. Ia ficar o resto do dia em casa, não tinha muito o que fazer.





 Amorecos, capítulo pequeno, mas espero que gostem, com a volta das aulas é o que ta dando pra fazer. Tenho um trabalho enorme pra fazer de literatura, então talvez demore um pouquinho pra postar. AMO VOCÊS!!! Não esqueçam de comentar.

sábado, 3 de agosto de 2013

YMMG - Capítulo 43

Gente tem umas imagens fortes então só abram se gostarem.


Demi narrando
 A (SeuNome) não quis me ajudar no banho, segundo ela, nós não tomaríamos banho de verdade. Ela estava no chuveiro e eu estava escrevendo uma música, mas estava com uma dificuldade para fazer o resto dos versos.
- O que está fazendo, princesa? - A (SeuNome) se sentou ao meu lado na cama.
- To tentando terminar uma música, mas argh...
- Pelo jeito não está conseguindo terminar.
- Me ajuda?
- Agora quer minha ajuda? Quando peço pra ouvir o novo single só falta me matar.
- Vai amor.
- Segunda vez que me chama de amor, gostei disso. - Disse lhe dando um beijinho.
- E eu gostaria que me ajudasse.
- Deixa eu ver o que já escreveu. - Entreguei a folha pra ela. 

I know where we could go and never feel let down again
We could build sandcastles, I'll be the queen, you'll be my king
We're only lost children, trying to find a friend
Trying to find our way back home

Now I can lay my head down and fall asleep

But I don't have to fall asleep to see my dreams
Cause right there in front of me

- Isso está perfeito, Dem.

- É, mas não consigo terminar, vai me ajudar?
- Vamos ver o que podemos fazer.
- Eba!
- Linda.
 Ficamos um tempo tentando e tentando, até que não demorou muito para termos o resultado final. (vocês sabem qual é né? não preciso postar)
- Bebê, por que você não vira compositora?
- Está brincando, não é?
- Não, já é a segunda musica que escrevemos juntas e as duas ficaram perfeitas.
- Acho que não levo muito jeito com isso.
- Você que sabe, mas eu te apoiaria.
- Você é perfeita.
- Minha namorada é mais.
- Não acho.
- Nem tem que achar, ela é minha, só minha.
- Gostosa. - Ela apertou minha coxa.
- Acho que estou excitada.
- Acho que estou cansada.
- Mas já com essa história de cansada, imagina quando casar. Como vamos resolver isso? - Sentei em cima dela.
- Como quer resolver? - Ela segurou minhas pernas.
- Hm...
- Já sei, eu acabo com a sua excitação e você me coloca pra dormir depois.
- Tudo bem. - Eu beijei ela.
- Demi e seus pais?
- Só controlar os gemidos.
- E sua perna?
- Vou usar as mãos, não as pernas. E chega de arrumar desculpa.
- Ta né.
- Vai trancar a porta, não queremos ninguém nos interrompendo. - Sai de cima dela para que ela levantasse.


Você narrando
 Estou namorando! E essa nem é a melhor parte, estou namorando a Demi. Minha garota, minha linda, MINHA! Deus! E agora ela quer transar, não vou negar fogo, alias, é impossível negar fogo pra Demilicia. 
- Amor, vem logo. - Ela disse se deitou na cama.
- Calma, pra que pressa? Temos a vida toda pela frente. - Disse me aproximando.
- Temos mesmo? - Fui engatinhando em sua direção.
- Só se você quiser. - Acariciei seu rosto, estava entre suas pernas.
- É o que mais quero. - Beijei ela, um beijo cheio de paixão, carinho, desejo e tudo que tínhamos direito, cada toque que trocamos transforma o momento só nosso.
- Quero que essa noite seja especial.
- Mas... - Afastei meu rosto para olhar em seus olhos. - ...Quero dizer, essa noite já é especial, nós estamos namorando agora e... - A calei com um beijo.
 Dei beijos suaves em seu pescoço e senti os pelos da Demi se eriçarem, sorri por isso, Demi estava com os olhos fechados, ela costuma fazer isso para se concentrar nos toques. Levantei sua blusa até onde a cama permitia, Demi logo se levantou para que eu pudesse retira-la por completo, Deus, ela já estava sem sutiã, golpe baixo. Seus seios macios e chamativos praticamente me forçavam a toca-los, antes de chegar até eles mordi o ombro da Demi, não com força, de uma forma delicada, fui distribuindo beijos até chegar nos seus peitos. Eu estava sugando e apertando, mordendo e lambendo, isso é realmente muito gostoso, a Demi começou a subir minha blusa, depois que ela terminou tirei nossas calças. Comecei a descer os beijos, distribui alguns pela sua barriga lisa, então tirei sua calcinha e beijei o interior da sua coxa, e que coxa, beijei até chegar em sua virilha, fiquei torturando ela por um tempo. Mal comecei a chupa-la e ela já se contorcia, coloquei dois dedos em sua vagina e a Demi já parecia estar tendo um orgasmo, não demorou muito e minha garota gozou na minha boca, não existe melhor sensação que essa, vê-la assim, tão vulnerável, com expressão de prazer em seu rosto e saber que eu causei isso. Subi depositando beijos por onde passava, até chegar em sua boca:
- Mais. - Demi disse ofegante.
- Mais?
- É, eu quero mais.
- Ok, safada. - Comecei estilando seu clitóris. 
- Vaaai... looogo. - Ela mal conseguia formular uma frase. 
 Introduzi um dedo na Demi e ela começou a gemer, não muito alto, ela tentava se controlar, voltei a chupa-la e ela forçava minha cabeça contra sua intimidade, ela deu um gritinho um pouquinho mais alto, ela já iria gozar novamente, então penetrei mais minha língua e fiz movimentos mais fortes e rápidos, logo a Demi forçou sua cabeça contra o travesseiro e ergueu as costas, em seguida ela relaxou seu corpo. Subi em cima dela e a beijei.
- Obrigada, amor. - Ela falou fraca e relaxada.
- De nada, pequena. - Demi fechou os olhos. - Boa noite. - Beijei sua testa. - Deitei ao seu lado e segurei em sua mão, acho que dormi logo, pois não me lembro de mais nada.










 Queridos, voltei! KKKKK Pequeno, porem hot. Amanhã posto mais, comentem!

terça-feira, 30 de julho de 2013

YMMG - Capítulo 42 - Part 3

Demi narrando
 (SeuNome) me entregou a concha para colocar no castelo e eu fiquei olhando para nossa construção, pensando onde colocar a concha.
- Dem, eu não sei se é muito chamativo, se aceitar e quiser podemos trocar. Não sei se é isso que quer, mas...
- Do que está falando, criatura?
- Você é tão delicada comigo. - Ela disse olhando o horizonte a nossa frente.
- Desculpa. - Dei um beijinho em seu ombro.
- Só coloca a concha em algum lugar e lembre-se, foi o mais criativo que consegui pensar.
- Ta. - Eu ri baixo.
 Tinha decidido onde colocar a concha e quando fui colocar ela se abriu, fiquei em choque.
- Ual! - (SeuNome) falou como se estivesse surpresa. - Normalmente elas vem com uma perola. - Eu apenas olhava para o objeto com pedrinhas brilhantes, em meu rosto, habitava um sorriso enorme. 
- Vai me dizer que não foi você que colocou o anel aqui?
- Eu? - Eu ri da forma sínica que ela falou. A fingida mais linda desse mundo e agora vai ser só minha. - Eu queria fazer isso de uma forma mais... Sei lá, só queria te provar o mais rápido possível que eu te amo e que o Arthur não é nada alem de um bom amigo.
- (SeuApelido), isso é lindo e - Fiz uma pausa. - caro.
- Então gostou?
- Não. - Ela abaixou a cabeça. - Eu amei, bobona. - Empurrei de leve seu ombro. - Mas parece caro.
- Ta me chamando de pobre? E você é a Demi Lovato, não pode ganhar uma coisa qualquer.
- Não te chamei de pobre, o que eu quis dizer é que não precisa disso, mesmo eu sendo a "Demi Lovato" me encanto com coisas simples também.
- Ok, vamos trocar por alguma coisa mais barata.
- É um Tiffany, não podemos simplesmente trocar.
- Como sabe que é Tiffany? Nem está na caixa de veludo e bla bla.
- Não vamos trocar e amei minha concha, mais fofo do que a caixinha tipica de veludo.
- Você é bem espertinha. - Ela apertou minha perna.
- Isso não vai abalar suas finanças?
- Demi, eu ganho bem, tá? Não se preocupa, posso dar conta de um relacionamento com a Demi Lovato.
- Só estou dizendo que ficaria feliz mesmo se fosse de plastico.
- Você não deve se empolgar muito.
- Por que? - Fiquei confusa.
- Porque ainda não disse se aceita ou não, então ainda não é seu. - Ela falou pegando a aliança da minha mão.
- Como você é má!
- Aceita? - Vou ser tão má quanto ela.
- Aceita o que?
- Você sabe.
- Quero ouvir com todas as letras.
- Para, Demi. Sim ou não?
- Sim ou não o que?
- Ai, garota chata.
- Você é a chata.
- Ta bom. - Ela ficou de joelhos.
- Não precisa disso também.
- Agora você aguenta. - Eu tive que rir.
- Ok.
- Lá vai. Demetria Devonne Lovato, você aceita ser a namorada dessa garota chata que está de joelhos?
- Hm, deixa eu pensar. - Ela me olhou. - Claro que sim. - Pulei em cima dela e enchi seu rosto de beijo.
- Dem, a areia.
- Shiu, deixa eu beijar a MINHA namorada.
- Ok.
- Eu te amo.
- Eu te amo mais anã.
- Para de me chamar de anã. - Eu batia nela.
- Anã gorda, sai de cima de mim. - Ela falou rindo.
- Para! Quero terminar com você.
- Quer é? - Ela segurou minha cintura dos dois lados e apertou.
- Para de apertar minhas gorduras e me solta para eu poder tirar meu peso mórbido de cima de você.
- Eu tava brincando. - Ela sorriu, a luz da lua estava fazendo os olhos dela brilharem mais do que normalmente, o sorriso dela parecia o mais sincero e inocente de todos que ela já deu. - Eu acho que não deveria brincar com isso.
- Eu também.
- Desculpa, não faço mais, é que... Você não é gorda, é gostosa, ou melhor, minha gostosa. 
- Sua?
- Sim, a não ser que realmente queira terminar.
- Sua gostosa! - Disse toda boba.
- Onde está a aliança? Tenho que coloca-la no seu dedo.
- É, boa pergunta.
- Demi!
- Acho que me empolguei quando pulei em você. - Falei sorrindo, mas um sorriso meio de medo.
- Só você mesmo. - Ela balançou a cabeça.
- Achei. - Peguei e entreguei para ela.
- Minha namorada. - Ela disse colocando a aliança na minha mão. - Mas acho que não vai poder usar.
- Também acho, pelo menos não por enquanto.
- Tudo bem. 
- E a sua?
- Eu sabia que não iria usar, então não comprei a minha.
- Talvez possamos achar algo mais simples para usar. - Paramos pra pensar. - Já sei!
- O que?
- Surpresa. - Eu me deitei novamente sobre ela.
 Ficamos falando como seria nossa vida juntas, quase nada premeditadas, isso se chama amor. 
- Bebê, foi tudo muito lindo, fofo e criativo.
- Eu ia colocar na quesadilla. - Eu dei uma risadinha.
- Que ideia maluca, ainda bem que não fez isso, com a fome que eu estava ia acabar comendo com anel e tudo.
- Se você comece o anel, eu iria te matar.
- Não iria não.
- Iria sim.
- Não iria.
- iria.
- Não.
- Sim.
- Não.
- Teimosa.
- Chata.
- Teimosinha, acho que está na hora de irmos.
- Ta bom chatinha. - Me sentei com um pouco de dificuldade. - Tira uma foto do castelinho.
- Ta bom. - Ela pegou o celular. - Meu Deus, Demi, tem 7 ligações da sua mãe.
- Puta que pariu, ela vai nos matar.
- Quem vai te matar sou eu se falar palavrão de novo.
- Foda-se! - Falei pra provoca-la.
- Teimosaaaaaaaa!
- Chataaaaaaaa!
- Vem. - Ela me ajudou a levantar.
 Chamamos um táxi para nos pegar, agora estávamos esperando minha mãe abrir a porta de casa, já que a (SeuNome) me sequestrou e não pegou meu celular, nem chave, nem bolsa nem nada.
- Bebê, vai dormir comigo hoje? - Disse me apoiando nas muletas.
- Não. - Ela disse mexendo no celular.
- Para de mexer no celular e presta atenção em mim, parece a Madison. Por que não? 
- Porque não Dem.
- Porque não, não é resposta. E quem vai cuidar de mim?
- Oh meu Deus, uma garota inocente, quem vê, pensa.
- Você tem obrigações como namorada. - Fiz bico e ela se aproximou, acho que para morder.
- Namorada de quem? - (SeuNome) se afastou quando minha mãe abriu a porta.
- Oi Di. - A (SeuApelido) falou toda envergonhada.
- Oi querida, pelo jeito ela aceitou. - A bela garota ao meu lado sorriu tímida. Mas pera, minha mãe sabia?
- Mãe! 
- O que? - Ela disse rindo.
- Você sabia? - Ela apenas sorriu. - Ela sabia? - Perguntei pra (SeuNome), esperando uma reposta, mas nada. - Vocês... Nossa! Estou chateada. - As duas riram.
- Vem, vamos entrar, filha, arrumei um dos quartos aqui de casa para você ficar, assim fica mais fácil de cuidar de você.
- Se a (SeuNome) ficasse pra cuidar de mim seria bem mais fácil.
- E por que ela não fica?
- Boa pergunta. - Me virei para (SeuApelido).
- Eu não quero incomodar.
- E não vai. - Minha mãe disse sorridente.
- É bebê, fica, por favor.
- É bebê, fica. - Dallas saiu da cozinha me imitando.
- Cala boca! - Disse.
- Bebê é? Cade a aliança? - Ela perguntou.
- Todo mundo sabia? 
- Na verdade, eu acabei deixando escapar pro papai e pras meninas, é que eles queriam saber onde estavam, aí tive que contar, desculpa (SeuApelido). - Minha mãe falou.
- Não tem problema, mas o Eddie já sabe?
- Aham. - Dallas disse mordendo uma maçã que carregava. - E quer matar, AS DUAS! - Pude ver a (SeuNome) ficar pálida.
- Dallas! - Minha mãe a repreendeu. - É mentira, ele ficou feliz por vocês.
- Pronto, pode respirar amor. - Ela sorriu.
- Mas quero ver a aliança, a (SeuNome) disse que iria mostrar primeiro pra você. - Minha mãe perguntou curiosa, eu levantei a mão e mostrei o anel. Entendam, minha família é um tanto quanto escandalosa, começamos berrar e assustamos a (SeuNome).
- Que linda. - Minha mãe falou.
- Mandou bem, cunhadinha. - A (SeuNome) corou.
- Dallas!
- Ai, como são sensíveis, vou dormir. Boa noite mãe e boa noite pombinhas.
- Boa noite! - Dissemos as três juntas e Dallas subiu.
- Estou cansada. - Disse indo a caminho do sofá para me sentar.
- Nem pensar, as mocinhas vão pro banho, não encostem em nada, e deixem esse edredom aí, amanhã vejo o que faço com ele, mas acho que vai direto pro lixo. - Minha mãe falou com uma carinha de nojo, minha mãe muito delicada.
- Mas eu gosto dele.- Falei manhosa.
- Filha, você vai fazer 21 anos.
- E daí? 
- Isso está um nojo, sinto muito. Vou subir, vocês também deveriam e (SeuNome), nem pense em ir embora.
- Ouviu a dona Dianna. - Falei vitoriosa.
- Dona é a senhora sua mãe. - Ela nos deu as costas e subiu a escada rebolando, não teve como não rir.
- Já sei de quem herdou essa abundancia. 
- Ei! Estava olhando a bunda da minha mãe?
- Foi sem querer. 
- Vamos subir, preciso de um banho e você vai ter que me ajudar.
- Ta brincando? Demi, você...
- Vai me ajudar e pronto. Como vou subir? - Encarei a escada.
- De novo minha ajuda entra em ação.
- Espero que seja assim pra sempre.
- E vai ser. - Ela me deu um selinho. - Como vamos fazer isso?
- Cavalinho?
- Acho que sim.
- Eba!
- Criança boba!
- Não, criança feliz!
- Vem. - Ela me pegou no colo de surpresa fazendo as muletas cairem.
- Não! - Falei me assustando. - Vamos acabar caindo. - Eu tampei meus olhos.
- Calma, confia em mim.
- Já disse que não confio.
- Bleeeeh!
- Boba, é naquele quarto ali. - Apontei quando chegamos com vida no corredor.
- Nesse? - Ela perguntou parando em frente a porta.
- Isso.
- Abre pra mim. - Ela virou o corpo para que minha mão alcançasse a porta. - Vou te colocar na cadeira pra sua mãe não nos matar.
- Ok. Obrigada, Senhor, por me trazer com vida até aqui.
- Eu que te trouxe! 
- Mas Ele que nos protegeu.
- Ok, obrigada Senhor. - Eu ri. - Onde eu encontro toalhas?
- Deve ter naquele armário. - Fui até ele com ajuda da cadeira com rodinhas. - Achei, minha mãe também colocou algumas roupas minhas aqui.
- Ta, você consegue separar as roupas enquanto eu pego suas muletas que ficaram lá em baixo?
- Acho que sim.
- Já volto, tente se comportar. - Ela foi até a porta.
- Ha, sem graça. Vai ir sem me dar um beijinho?
- Que malosa. - Ela veio até mim e me beijou.
- Né? Muito melosa, não sou assim. - Ela saiu rindo.






Woohooo, até que fim, agora são oficialmente namoradas!!! Espero que tenham gostado desse capítulo tão aguardado. Comentem, por favor! Minhas aulas começaram :( sEi que estão tão tristes quanto eu hahaha mas relaxem não vou abandona-los, só que se eu ficar alguns dias sem postar é por causa disso, até o fim da semana tem capítulo novo. 
Twitter e Facebook pra Lari que tinha pedido, mas todos podem adicionar e seguir: @DLS2brigadeiro e https://www.facebook.com/beatriz.sousa.3950
Indicação: http://imagine-lovatichot.blogspot.com.br/ é bem legal, vale apena ler :D

segunda-feira, 29 de julho de 2013

YMMG - Capítulo 42 - Part 2

Demi narrando
 Eu estava olhando as ondas que batiam na ponta do pier, isso era sinal de que a maré estava aumentando, e ao mesmo tempo pensava na minha relação com a (SeuNome), que em poucos dias se tornou muito importante para mim, em pouco mais de dez dias essa GAROTA, engraçado pensar dessa forma, dominou todo meu ser, penso nela o tempo todo, é como se ela fosse feita especialmente para mim, eu aqui, toda perdida nesses pensamentos bobos quando a criatura volta e me assusta:
- Pensando em mim?
- Claro que não. - Levantei minha cabeça para olha-la.
- Eu acho que sim. - Ela falou se acomodando novamente ao meu lado.
- E eu acho que você é bastante convencida. 
- Só um pouquinho, olha o que eu trouxe. - Ela segurava algo.
- O que é isso?
- Comida.
- Comida!? Serio isso? Me da. - Falei tomando, seja lá o que for, da mão dela. A fome estava me incomodando, mas eu esquecia isso quando estava com a minha bebê.
- Vai com calma, moça. - Eu ri.
- O que é? - Falei tentando abrir aquela porcaria.
- Dem, serio, vai de vagar. Deixa eu abrir. - Ela pegou da minha mão e como passo de magica ela abriu a embalagem.
- Quesadillas!? - Ela assentiu com a cabeça, ela estava sorrindo, mas na verdade acho queria controlar o riso. - Eu amo quesadilla! - Então ela começou a rir. - Do que está rindo?
- Parece uma criança feliz, indo pela primeira vez a Disney.
- Desculpa se eu estou com fome e amo quesadilla.
- Ama quesadilla é? - Falou enciumada.
- Boba, amo, mas amo mais quem a trouxe pra mim. - Falei lhe dando um selinho. 
- Não está mais brava?
- Você me trouxe quesadillas, como continuar brava? - Ela riu. - Mas sabe o que me deixaria mais feliz com você nesse momento? 
- O que?
- Acho que não tenho o direito de pedir isso e vou entender se você não gostar do que vou dizer.
- Então diga de uma vez.
- Não quero brigar, ok? - Ela ficou me olhando para que eu prosseguisse. - Sabe, não estou pedindo para se afastar dele, afinal, ele está a muito mais tempo na sua vida, é só... - Eu dei uma pausa, não queria assumir isso a ela.
- Já entendi onde quer chegar, é só o que?
- Deixa, você já entendeu. - Não queria falar, não queria admitir.
- Agora que começou, deve terminar.
- Esquece.
- Anda, Demi. - Fiquei a olhando. - É só... - Ela me incentivou a falar.
- É só que isso me machuca, me dói ver vocês juntos e imaginar que você já foi dele, me deixa triste saber que você já pertenceu mais a ele do que pertence a mim. Eu não sei como ele foi capaz de te deixar, se eu tivesse essa oportunidade, essa honra, eu jamais deixaria você, você é tão maravilhosa e... Sei lá, já disse, é basicamente isso. - Estava quase chorando. Não queria que ela me visse tão fragilizada por isso, não queria que ela soubesse que esse é um ponto fraco meu, acho que de certa forma não queria que ela soubesse que me importo tanto. Tenho medo de demonstrar o que sinto e não ser correspondida. Tipo agora, ela está me olhando com um sorrisinho, meio que vitorioso, não deveria ter dito nada. - Por que está sorrindo? Se você não percebeu estou mal por isso? Qual o seu problema? Você deveria ter no minimo compaixão, mas não, fica aí, sorrindo, achando graça da desgraça alheia. - Falei tudo muito rápido, nem eu mesma entendi tudo. Se eu estivesse em condições favoráveis teria me levantado e ido embora. 
- Estou mesmo achando graça. - Quase dei na cara de pau dela, mas se fizesse isso a quesadilla iria cair, então apenas olhei desacreditada para ela. - Estou achando graça do quão insegura você é, logo você, Demi Lovato. Meu Deus, garota, você é perfeita, mas não se toca disso. Estou achando graça por você pensar na hipótese deu te trocar pelo Arthur. E estou achando mais graça de você não saber que eu pertenço totalmente a você, pertenço a você como nunca pertenci nem a minha mãe, eu provavelmente nunca nem pertenci de verdade ao Arthur, ele sempre vai ter minha amizade, mas só você terá para sempre o meu amor. Lembre-se disso ok? Lembre-se que eu te amo e que sempre será assim. Não importa o que aconteça, não importa que rumo nossas vidas tomem, lembre-se que você é, e sempre vai ser, a pessoa que eu mais amo. Você é a pessoa que eu mais amo e amanhã é certo que eu irei amar ainda mais. Todos esses anos como Lovatic meu amor por você crescia a cada dia e depois que nos conhecemos de verdade isso não mudou muito, só mudou o fato do amor crescer mais e mais rápido a cada dia. - Preciso falar que meus olhos estão totalmente marejados? Acho que não. - Não quero que chore pequena, quero que sorria. Você tem um rosto feito para sorrir. - Ela passou a mão no meu rosto, limpando a primeira lagrima que rolou pela minha bochecha. - Não quero ser motivo das suas lagrimas, quero ser motivo do seu enorme sorriso, da sua, escandalosa e gostosa, risada. - Tive que sorrir. - Prefiro assim. - Ela sorriu, foi um sorriso confiante e tranquilizador. - Eu te amo, anã. - Acabou todo clima.
- Anã é o cacete! - Falei dando um peteleco em seu braço. - Você não é mais de cinco centímetros mais alta.
- Continuo sendo mais alta. E outra, te faço um discurso, todo elaborado e inesperado, declaro todo meu amor e tudo que ganho é "Anã é o cacete!"? - Ela me imitou.
- Todo o discurso foi ralo a baixo com só uma palavrinha, uma palavrinha bem pequena.
- Tão pequena quanto você.
- Você é ridícula. Se eu soubesse a profundidade que está o mar abaixo de nós te empurraria ou então se eu não estivesse com tanta fome jogaria as quesadillas em você.
- Ui, que agressiva.
- Vai brincando.
- Ok, brincadeiras aparte, você confia em mim?
- Não! - Fui rápida na resposta, que pergunta ridícula, e mesmo que confiasse eu diria que não.
- Por que não?
- Porque não devemos confiar em pessoas fisicamente atraentes.
- Então eu sou "fisicamente atraente"? - Ela perguntou rindo.
- Quase isso, o que eu quis dizer é que, pessoas atraentes atraem pessoas de todos os tipos, incluindo outras pessoas atraente, e se a primeira pessoa atraente se atrai pela segunda pessoa atraente elas ficam juntas. Entendeu?
- Entendi, entendi que você é completamente insana e maluca. - Eu ri pela forma com que ela falou. - Mas se eu entendi um pouco do que você quis dizer não há com que se preocupar, porque no caso, você é a primeira pessoa atraente e eu me atrai por você e você por mim, se eu também for "atraente", nós ficaremos juntas.
- Acho que nós realmente ficaremos juntas se alguém passar e ouvir essa conversa, porque a pessoa nos achará malucas e nos internará em um hospício e ficaremos juntas lá. 
- Você tem razão, então vamos parar por aqui. Agora me da um quesadilla. - Ela veio colocando a mão para pegar, mas eu levei elas para o outro lado.
- Você é realmente maluca por querer tomar as minhas quesadillas.
- Mas eu que peguei e paguei. 
- Minha querida, temos que dividir as tarefas, você pega e paga e eu como e digiro.
- Espertinha você, mas aí tem quatro quesadillas enormes, aposto que quando terminar a segunda não vai aguentar nem a pontinha da terceira.
- Quer apostar?
- Quero.
- Vai se dar mal.
- Se eu ganhar, vou querer que você faça um strip tease para mim.
- Só isso? Moleza, eu faria de bom grado se me pedisse. - Eu falei maliciosa.
- Demi, não brinque com os meu sentimentos. - Eu dei uma daquelas minhas gargalhadas tipicas.
- Minha filha, da pra rir mais baixo aí? Ta espantando os peixes! - Disse um pescador.
- Me desculpe. - Eu falei. - Esqueci que não estávamos sozinhas. - Nós rimos, mas eu me controlei dessa vez.
- Sua sem educação. - Ela disse ainda rindo um pouco.
- A culpa foi sua.
- Ta, mas voltando a aposta, o que vai querer se ganhar?
- Se eu ganhar, e eu vou, você terá que entrar nua no mar.
- Hoje?
- Claro, essa é a hora que o mar está mais gelado.
- Como você é má!
- Sou sim. - Disse sorrindo.
- Por favor me lembre, se um dia eu jogar verdade ou desafio com você, nunca pedir desafio. - Eu comecei a dar a minha escandalosa gargalhada, mas ela tapou minha boca. - Está maluca? Quer que aquele pescador pegue a vara e venha aqui?
- E qual o problema dele me ameaçar com um vara?
- Ai, Demi lerda.
- O que?
- Tente ver a malicia. - Parei para pensar.
- Ai meu Deus! Você é muito maliciosa. - Eu ri. 
- E você muito lerda.
- Bom, nesse caso eu tenho duas muletas. - A (SeuNome) começou a rir.
 Começamos a comer, eu doei uma quesadilla para (SeuApelido), ela comprou um suco pra gente. Um tempo depois:
- Demi, ainda falta uma quesadilla.
- Acho que não aguento.
- Eu sabia! - Ela disse com um ar de superioridade.
- Vá em frete, coma. - Eu disse entregando a ela.
- Pronto, agora definitivamente eu ganhei. - Ela disse quanto terminou com a ultima mordida.
- Só disse que não aguentava porque achei que você ganhando seria mais vantajoso para mim do que te ver entrando no mar gelado, nua e correndo o risco de ficar doente.
- Vou fingir que acredito. Estava preocupada com a possibilidade de eu ficar doente?
- Na verdade é mais pelo fato que estou com uma perna enfaixada e preciso de alguém para cuidar de mim, como você faria isso doente?
- Tão boba. - Eu fiquei olhando pra ela, apenas admirando sua beleza, ela ficou com vergonha e abaixou a cabeça.
- Eu fiquei muito feliz com o que você disse. - Ela levantou a cabeça.
- Ficou feliz com o "tão boba"?
- Não, idiota! Com o que disse sobre pertencer a mim e tudo mais, mesmo sabendo que você tirou isso da internet e deve ter ensaiado dias pra me dizer.
- Como sabe que tirei da internet? Você já tinha visto?
- Ha, te peguei! E não, não tinha visto, é que achei muito lindo pra ter saído de você, mas o que vale é a intenção.
- Me magoou. - Ela virou o rosto.
- (SeuApelido), era brincadeira, me desculpa. - Disse começando a me preocupar por ter deixado ela triste. - Bebê, me desculpa. O que você disse foi prefeito e sei que saiu do seu coração, me desculpa vai, não queria te magoar, era brincadeira.
- Era brincadeira? Agora você vai ver! - Ela se virou, me deitou no pier e começou a fazer cocegas.
- Que fingida! - Eu disse em meio a risadas, do nada ela parou de fazer as cocegas e ficou observando o nada. - O que foi?
- Tive uma ideia.
- Que ideia?
- Vem comigo. - Ela se levantou e me ajudou a levantar. - Moça! - Ela gritou, acho que, provavelmente, tentando chamar a atenção de moça que passa mais a frente. - Demi, fica aqui, já volto pra te pegar. - Ela saiu correndo atrás da moça que segurava varias esteiras de praia, um tempo depois ela voltou com uma na mão.
- Pra que isso criatura? 
- Porque agora vamos pra areia e já basta sujar a bota e o edredom, quer sujar a roupa toda também?
- Vai mudar tanto a nossa situação, já devo ter areia até na calcinha.
- Dramática.
- Realista. - Fomos pra parte onde tinha areia e nos sentamos. - A praia já está tão vazia. Que horas são?
- Bem, - Ela olhou no relógio. - faltam quinze minutos para nove horas.
- Ual, está tarde.
- Sim senhora, já já vamos embora, mas te trouxe aqui com uma intenção e só vou embora depois que fizer. - Claro, a intenção, a principio achei que ela iria me pedir em namoro, mas já desisti dessa hipótese. Não que o passeio não estivesse sendo bom, mas fiquei meio triste por ela não ter me pedido em namoro, que oportunidade seria melhor do que depois dela ter dito todas aquelas palavras.
- Tá né.
- Espera. - Ela se levantou.
- Vai me deixar sozinha de novo?
- Vou ali na frente, só vou pegar uma concha.
- Pensei que isso fosse coisa de americano que não sabe aproveitar a praia.
- Fica quieta, já volto. - Ela ficou lá um tempinho.
- Demorou pra quem só iria pegar uma concha.
- É que tinha que achar a concha certa.
- Meu Deus, a cada minuto que passo ao seu lado passo a te achar mais maluca e estranha. O que essa concha tem de especial?
- Duas coisas, mas só vai descobrir depois, eu precisava de uma concha aberta, mas que tivesse as duas metades ainda unidas. (vocês entenderam o que eu quis dizer né? se não cliquem aqui)
- Pra que mesmo?
- Quanta presa.
- Não, não, não é presa, é que quando encontro pessoas estranhas tento entende-las. - Ela me mostrou a língua.
- Vamos fazer um castelinho? - Ela perguntou de um jeito tão fofo que era impossível dizer não, mas antes de dizer que sim tive que caçoar da cara dela.
- Claro, porque meu sonho era vim a praia, a noite, e sujar minhas mãos de areia pra fazer um castelinho. - Disse irônica. - Quantos anos você tem mesmo? - Acho que ela não achou muita graça. - Vamos, vamos fazer um castelinho.
- Ok! - Depois da animação no "ok" dela fiquei feliz por fazer aquilo. Ficamos um tempo mexendo na areia, até que me dei conta do que estávamos fazendo. - Somos duas crianças.
- Também acho. - Nos observamos por um momento. - Você seria uma linda rainha pra esse castelo. 
- Sabe, quando me perguntam quem eu seria por um dia se eu pudesse escolher eu sempre respondo a rainha Elizabeth. Mas fizemos juntas o castelo, você também merece um posto importante nele, quem você vai ser? 
- Que tal seu Rei, isso é, se você quiser. - Gostei do "seu".
- Obvio que eu quero, mas as meninas normalmente querem ser princesas ou rainhas.
- E meninas normalmente gostam de príncipes ou reis, o que posso fazer se me apaixonei por uma, bela e maravilhosa, rainha gostosa. - Ri envergonhada.
- Ok, então será meu rei, mas iremos revezar, ou melhor seremos as duas rainhas, no mundo de hoje, por que não? - Ela riu.
- Você tem razão. 
- Decidido, somos as rainhas. - Nos aproximamos e demos um selinho. - Eca! Gostinho de areia.
- Você é tão boba, mas acho que o castelinho já está pronto.
- Melhor que isso não vai ficar.
- Então dê o toque final, coloca a concha nele. - Ela me entregou a concha que havia pego.






Vocês vão me matar né? kkkk Mas quem não gosta de um suspense? (EU!) O que irá acontecer agora? Gostaram do capítulo? Foi maior, como eu havia dito. COMENTEM!!! 

domingo, 28 de julho de 2013

YMMG - Capítulo 42 - Part 1

Você narrando
 Quando vi o Wilmer quase pulei no pescoço dele, mas segurei. Depois que ele foi embora quase pulei no pescoço da Demi, mas mais uma vez me segurei. Até que meu alto controle está colaborando, ainda bem, porque vou precisar muito dele pra não desistir de pedir a Demi em namoro. Eu e a Demi havíamos acabado de chegar ao pier de Hermosa Beach, ela tem restaurantes e a essa hora só deveria ter pescadores. Desci do táxi e fui ver se tinha muita gente, não queria fãs enlouquecidos estragando esse momento. Como imaginei, só haviam alguns pescadores, voltei pra pegar a Dem.
- Voltei, sentiu minha falta princesa?
- Me tira logo daqui. - Ela disse meio estressada, foi até fofo.
- Para de ser grossa mocinha. - Ela me mostrou a linguá. - Vem.
 Tirei ela de lá, depois joguei o cobertor em cima dela e paguei o taxista.
- Cuidado tá? Não queremos outra perna quebrada. - Ela riu. - Você fica bem mais bonita rindo do que brava.
- E você fica bem mais bonita quieta.
- Ok, acho melhor você se apoiar em mim e eu levo suas muletas.
- Pode ser, mas sem querer ser estraga prazeres, eu já sei onde estamos.
- Mentira? - Falei bolada.
- Serio.
- Acho que está tentando me enrolar.
- Não, não estou.
- Então onde estamos?
- Na praia.
- Aff, sua chata.
- Você é a chata.
- Verdade, me esqueci.
- Boba.
- Ainda está brava?
- Um pouco, não consigo ficar muito tempo brava com você.
- Isso é bom.
- Pra quem?
- Ai Demizinha.
- Minha bota vai ficar um nojo com essa areia. - Eu ri.
- Provavelmente. Vamos sentar?
- Por favor, não posso ficar andando muito.
- Você? Se importando? Do jeito que é teimosa amanhã já vai estar querendo correr uma maratona.
- Idiota. - Ajudei ela a sentar e me sentei ao seu lado. - Já posso tirar a venda?
- Tinha me esquecido.
- Quem é lerda mesmo? - Ela tirou a venda.
- Você. - Ela me mostrou a linguá. - Vou arrancar essa linguá.
- Com a boca?
- Quer que seja?
- Aqui não pode. 
- Se pudesse...
- Se pudesse seria otimo. - Ela completou a frase. - Ainda estou com frio. 
- Coloca sua jaqueta. - Entreguei pra ela.
- Obrigada. E você não está com frio?
- Estou, mas tem uma egoísta que quer o pano só pra ela.
- Dramática, vem pertinho. - Ela esticou o braço para que eu pudesse entrar com ela junto do edredom. - Assim fica mais quentinho. - Ela falou toda fofa.
- O que o Wilmer estava fazendo na sua casa?
- O que você estava fazendo com o Arthur na cozinha hoje cedo e na lanchonete do hospital?
- Ok, esquece. Vamos esquecer tá?
- Aham. - Ela deitou a cabeça no meu ombro.
- Dem, eu queria que fosse diferente, mais especial, mas situações desesperadoras pedem medidas desesperadas.
- Bobinha, a frase não é assim.
- E como é?
- Situações desesperadas pedem medidas desesperadas.
- Da na mesma, você me entendeu. Eu queria algo mais elaborado, diferente, mais romântico e fofo.


Demi Lovato
 Como ficar brava com essa pessoinha? Eu a amo! E isso é tão incrível, estar amando dessa forma é incrível. 
- Da na mesma, você me entendeu. Eu queria algo mais elaborado, diferente, mais romântico e fofo.
- Fala logo!
- Nossa quanta delicadeza.
- Desculpa, é que está prolongando desnecessariamente as coisas.
- Ta, vou falar. - Eu ri da cara que ela fez. - Mas antes tenho que fazer uma coisa. - Ela se levantou.
- Onde você vai?
- Já volto, fica aí.
- Maluca!
 Que garota doida, entre tantas pessoas normais no mundo, fui me apaixonar pela mais doida de todas.



 Geeeente minha internet parou de funcionar, por isso a interrupção inesperada da maratona. Um primo meu que entende bem dessas coisas veio aqui hoje e conseguiu arrumar, espero que me entendam. Esse capítulo ta curtinho, mas o próximo vai ser beeem maior. O que acham que a (SeuNome) foi fazer?