terça-feira, 7 de junho de 2016

I Kissed A Girl - Cap. 25

  Nosso banho foi bem descontraído, entre vários beijos e caricias terminamos e confesso, inventei a história da banheira apenas pra Demi não esconder o corpo na espuma, como da ultima vez. Acho que foi uma boa ideia, já que durante o banho ela estava mais a vontade e depois também.
  Quando saímos do banheiro Demi relatou que me sentia um pouco tensa, me ofereceu uma massagem pra relaxar, completa mentira, eu sabia que ela só queria mesmo era abusar do meu corpo, eu é que não iria recusar seus toques.
  Foi extremamente relaxante, tão relaxante que acabei adormecendo. Acordei no meio da noite com a Demetria, ainda enrolada na toalha, encolhida me abraçando, sorri instantaneamente ao vê-la dessa maneira. Tentando não me mexer muito, para não acorda-la, puxei a coberta que estava na parte inferior da cama e nos cobri, em seguida a abracei e voltei a dormir.


Demi narrando
  Quando acordei S/a já havia levantado, ainda estava sonolenta quando senti o cheiro bom de comida, logo despertei. Me levantei e fui ao banheiro, jogar uma água no rosto. Voltei pro quarto procurando por minha roupa, mas desisti quando meu estomago começou a roncar, decidi me enrolar no lençol da cama e segui o cheirinho até a cozinha.
- Hmmmmm, cheiro bom! Cozinhando pra tentar se redim...
- Bom dia, Demi! - Giovana sorriu tentando segurar o riso, já S/n ria descaradamente. Nem preciso dizer o quão envergonhada fiquei por estar naquela situação.
- Ai meu Deus! Desculpa, não achei minhas roupas e pensei que estávamos sozinhas. - Disse voltando pro quarto, mas ainda ouvi umas risadinhas abafadas.
- Demi, espera! - Não dei bola, continuei caminhando.


Você narrando
  Acordei com uma perna da Demi entre as minhas, a mesma me abraçava a cintura, acariciei seu rosto e repousei minha mão sobre ele, sentindo sua pele macia e respiração batendo contra meu ombro. Lhe depositei um beijo suave na testa e me levantei, entrei no closet e peguei a primeira roupa de domingo que encontrei, depois de vesti-la fui ao banheiro fazer todo o ritual matutino. No banheiro encontrei as peças de roupa intima da Demi e as minhas, as peguei e saindo do banheiro dei uma olhada na bela mulher que dormia serenamente na minha cama, peguei suas roupas que estavam no chão do quarto e quando entrei na cozinha para me direcionar a área de serviço levei um baita susto.
- Puta que pariu Giovana! Susto da porra.
- Oi, bom dia, te amo.
- O que está fazendo aqui?
- Grossa, adoro seu humor matinal de domingo. Estou fazendo o mesmo que todos os domingos, seu café da manhã. Mas sua cara está ótima para um domingo de manhã, sinal que o jantar foi bom. Pode contar tudo!
- Foi mais que bom. - Tenho certeza que suspirei, mas por que suspirei? Meu Deus, estou parecendo uma adolescente apaixonada. O pior é que a Gi deve ter perce...
- Pelo suspiro, com certeza foi. E essa roupa aí?
- Verdade, vou coloca-la na maquina pra lavar, faça café pra Demi também.
- Ela...
- Quando eu terminar te conto. - A cortei antes que ela irritasse mais. Fui até a lavanderia e coloquei as roupas pra lavar, programei a maquina pra secar também, pois tinha certeza que a Giovana não me deixaria em paz. - Voltei, sentiu saudades? - Entrei sorridente na cozinha.
- Nossa que até o humor ta melhorzinho!
- Idiota!
- Anda, fala! - Comecei a lhe contar e ela dava pequenos saltinhos a cada parte que ela dizia ser "fofa". - Para de surtar, vai acorda-la. E termina logo isso. - Apontei para a frigideira.
- Ta, mas continua. - Terminei de contar enquanto ela acabava de preparar as panquecas e a calda que fazia.
- Hmmmmm, cheiro bom! Cozinhando pra tentar se redim... - Demi entrou na cozinha enrolada num lençol, eu descreveria o quão sensual ela estava se fosse possível.
- Bom dia, Demi! - Giovana sorriu segurando o riso, mas não me aguentei ao vê-la tão envergonhada.
- Ai meu Deus! Desculpa, não achei minhas roupas e pensei que estávamos sozinhas. - Se desculpou e voltou por onde tinha entrado. Giovana liberou a risada presa me fazendo rir mais um pouco, mas percebi que Demi realmente tinha ficado embaraçada com a situação.
- Idiota, para de rir! Demi, espera! - Me levantei e a segui até o quarto, onde a encontrei bagunçando a cama. - O que está fazendo? - Me encostei na porta.
- Estou procurando minha roupa pra ir embora. 
- Não vai encontra-la e não vai embora.
- Onde está?
- Deve estar quase seca. Mas enquanto isso pode vestir algo meu.
- Por que não pensei nisso antes?
- Antes de aparecer num lençol na minha cozinha? - Me fuzilou com os olhos. - Desculpa, se ajuda, você está linda. - Tentei me aproximar, mas ela desviou e foi em direção ao closet. - Bom dia! - Falei me apoiando na parede.
- Bom dia. - Disse sem muita graça. - Se importa se eu vestir isso? - Perguntou seria me mostrando uma roupa.
- Eu preferia que ficasse assim. Mas pode escolher o que quiser.
- Obrigada. - Ela ia começar a vestir um shorts quando a interrompi.
- Espera! 
- Que?
- Antes de se vestir, deixa eu te admirar mais um pouco.
- Babaca!
- Vem cá. - Dessa vez ela não conseguiu se escapar. - O que foi? Por que tão seria?
- Ainda pergunta?
- Se é pelo que aconteceu na cozinha pode relaxar, a Gi é tranquila e só estava brincando com você.
- Você riu como se fosse um espetáculo.
- Ri da sua cara avermelhada. - E agora segurando-a perto de mim, percebi que seu rosto ainda estava levemente ruborizado, acho que é por ter acordado agora. - Você está linda com essa cara cheia de sardinha, vermelhinha e enrolada em um lençol. - Beijei seu nariz.
- Para!
- Desculpa. 
- Podia ter me avisado que ela estaria aqui pela manhã.
- Eu esqueci completamente, ela vem todo domingo fazer meu café da manhã, se eu tivesse me lembrado não deixaria ela vir nos atrapalhar.
- Não atrapalhou. - Finalmente me respondeu mais doce.
- Não? Então quer dizer que me desculpa?
- É, desculpo. - Me abraçou. - Mas só se puder ficar com esse moletom. - Me encarou e em seguida olhou para o que eu vestia.
- Mas é muito chantagista. 
- Ele parece ser muito quentinho.
- Certamente, por isso é meu preferido.
- Agora é meu!
- Mas não te dei.
- Então não te desculpei. - Cruzou os braços e ergueu a cabeça. - Ai! - Mordi seu queixo.
- É seu, venceu.
- Sempre venço. - Falou convencida. -Agora tira pra eu vesti-lo.
- Já, deixa eu aproveitar meu ultimo dia com ele.
- Tudo bem, mas o que ganho em troca? 
- Estava demorando. - Lhe colei junto ao meu corpo e lhe dei um beijo de tirar o folego.
- Ok, acho que fez por merecer até o fim do dia.
- Meninas, espero que não estejam trasando no closet, pego algumas roupas emprestadas da S/n de vez em quando. - Ouvimos a Giovana falar do quarto e Demi se soltou rapidamente.
- Estávamos prestes quando você interrompeu. - Lhe respondi e notei a garota nua serrando os olhos pra me encarar. - Credo, que cara brava.
- Bom, só vim pra dizer que o café está pronto, a roupa da Demi está seca e para lembra-la, S/a, do churrasco de hoje.
- Esqueci totalmente desse churrasco! - Bati na minha testa, Demetria estava com uma expressão indecifrável no rosto.
- Eu imaginei que tivesse esquecido. Estou indo pra casa, depois nos falamos pra resolver como faremos.
- Tchau!
- Churrasco? Achei que íamos passar o dia juntas. - Demi pareceu decepcionada.
- Desculpa, eu esqueci completamente, na verdade você me fez esquecer completamente.
- Agora a culpa é minha?
- Não, não foi o que eu quis dizer. É que quando decidimos jantar meio que só pensei em você e em ficar com você, acabei esquecendo quando propôs que ficássemos juntas no fim de semana. - Pude ver um quase sorriso brotar nos lábios dela. - Olha, juro que não iria por você, mas é sobre a empresa.
- Quem está trabalhando demais agora?
- Não é trabalho, é mais como uma socialização entre meu pai e alguns dos seus amigos investidores, mas como "herdeira" devo participar, não posso desaponta-lo. - Fiz as aspas no ar.
- Que linda! - Disse se vestindo.
- Já sei, por que não vai junto, assim ainda passamos o fim de semana juntas.
- Não, já me escondeu muitas coisas por hoje, vai que chego lá e é a festa do seu noivado.
- Ai, Demi, já pedi desculpas, não foi de proposito. 
- Mesmo assim, festa de empresa... Acho que dispenso, mal gosto de ir à reuniões para novos contratos.
- Vai ser pra amigos, não vai ser chato, prometo, e se ficar tedioso eu estarei lá pra te distrair. - Me aproximei dela, que subia o shorts.
- Amigos é? Acho que já basta a Giovana saber sobre nós. 
- O que quer dizer com isso?
- Nada, é só que eu namoro, não posso fazer essas coisas. Se isso se espalhar, logo a mídia fica sabendo e cai em cima de mim.
- Acha o que Demetria? Que vou chegar na festa apresentando Demi Lovato como minha namorada? Não é assim que as coisas funcionam, antes de você, nunca nem selinho dei em outra garota, e a Giovana é minha melhor amiga, é com ela que compartilho as coisas boas que me acontecem, ela não vai sair por aí espalhando nada se é isso que te assusta. E quer saber, faça o que quiser, o convite foi feito, só estou tentando manter nosso combinado de ficar juntas. - Falei tudo muito brava e decepcionada, afinal ela pensa o que? Que por ser Demi Lovato o mundo inteiro quer namorar com ela? Acha que todo mundo liga pro que ela faz ou deixa de fazer? E achei que ela tivesse entendido que o que temos não tem nada a ver com quem ela é. Ela que não pense que é complicado só pra ela.

Demi narrando
- Acha o que Demetria? Que vou chegar na festa apresentando Demi Lovato como minha namorada? Não é assim que as coisas funcionam, antes de você, nunca nem selinho dei em outra garota, e a Giovana é minha melhor amiga, é com ela que compartilho as coisas boas que me acontecem, ela não vai sair por aí espalhando nada se é isso que te assusta. E quer saber, faça o que quiser, o convite foi feito, só estou tentando manter nosso combinado de ficar juntas.
- S/a, não falei por mal. - Respondi depois de ter processado tudo, mas ela já havia saído do closet, realmente acho que falei demais, mas ela também pegou um pouco pesado. Ela também não estava no quarto, então imaginei que tivesse na cozinha tomando café. - Ei, me expressei mal. Desculpa. - A encontrei sentada na sala, mexendo no celular. - Não vai tomar café? 
- Estava te esperando. - Se levantou sem me olhar e atravessou pra cozinha.
- De verdade, me desculpa. - Me sentei ao seu lado na bancada. - Só estou apavorada com essa situação, não sei o que está acontecendo. E quando percebi que a Giovana sabia fiquei ainda mais assustada. É uma situação complicada. 
- Você age como se pra você a situação fosse dificílima, enquanto pra mim é tranquilo. Mas não é Demi! Acha que é fácil se sentir atraída por alguém do mesmo sexo, sendo que isso nunca passou pela minha cabeça, acha que é fácil, querer estar com alguém do mesmo sexo que namora um homem, que namora um homem famoso e que além de namorar um homem famoso é Demi Lovato, uma das maiores artistas. É tudo novo pra mim, não estou acostumada com entrevistas, com camarins, não sei como nada disso funciona e estou surtando por dentro. Precisava compartilhar com alguém, mas não faria isso com qualquer um, não sou idiota, sei que poderia trazer problemas, eu confio nela, sei que ela não vai postar no facebook que a melhor amiga ta dormindo com Demi Lovato.
- Para de dizer Demi Lovato, com você dizendo dessa maneira soa pior que Demetria.
- Ok.
- Sei que também não deve estar sendo fácil pra você. - Peguei sua mão.
- Nem um pouco.
- Você disse que é pra Giovana que conta as coisas boas que te acontece, sou uma delas?
- Com certeza. - Finalmente tirou a expressão fechada do rosto. - Então vai no churrasco? 
- Que horas?

- Mais tarde.
- Então ficamos juntas até mais tarde e quando der a hora de ir, vou pra minha casa.
- Mas o combinado era ficar o dia juntas. Além do mais, vai ser um churrasco tipico brasileiro, maravilhoso, não pode perder.
- Tentador. - Pude ver ela abrir um sorriso. - Mas S/a, eu não conheço ninguém.
- Claro que conhece, conhece eu, a Giovana e... - Parou de falar para pensar.
- E? Pois é, quem mais?
- Eu deveria ser o suficiente.
- Awwnnn!
- A também conhece a Paula!
- Que Paula, maluca?
- Lembra em Nova Iorque, quando me viu almoçando com uma mulher? - Assenti. - Então, ela é a Paula. - Não sei porque, mas quando fiquei sabendo quem era essa tal de Paula e que ela iria, me deu uma vontade repentina de ir nesse churrasco e não desgrudar da S/n.
- Certo, me convenceu! Nós vamos. - Dei enfase no "nós".
- Isso! O que te fez mudar de ideia?
- Você ué, sua companhia.
- Sei...




Sinto que esse churrasco promete, o que acham? Se tiver algum erro desculpa, é que tive 15 minutos pra revisar se não não conseguiria postar hoje. Kisses!! ;)

domingo, 5 de junho de 2016

I Kissed A Girl - Cap. 24

  Eu acabei de fazer Demetria Devonne Lovato gozar! Mas eu não estava feliz por ser Demi Lovato, eu estava feliz por ter dado prazer pra mulher por quem estava me apai... Que? Não! Estava feliz por ter dado prazer pra essa mulher incrível e linda que ela é.
  Permiti meu corpo suado cair sobre seu corpo ainda mais suado. Coloquei meu rosto na curva do seu pescoço e pude sentir seu aroma entrando em meus pulmões, senti suas mãos subindo pelas minhas costas, uma parou em meu ombro e a outra em meu cabelo, Demi o acariciou durante um tempo e depois puxou sem muita força e empurrou meu ombro, fazendo inverter as posições.
- Demi! - Levei um susto com sua ação.
- Não tem mais disposição? - Bastou ela sussurrar isso em meu ouvido pra minha excitação voltar por completo. Puxei seu rosto pra perto do meu e lhe tomei a boca com um beijo feroz.
- Isso responde sua pergunta? - Nossos lábios ainda estavam colados.
- Com certeza! - Demi sentou-se sobre mim, segurou minhas mãos e começou a rebolar, nossas vaginas se tocavam e eu podia sentir a umidade dela se misturando com a minha.
  Demetria me olhava com aqueles intensos olhos castanhos que estavam quase pretos de tanto desejo e brilhavam como nunca havia visto, seu sorriso era malicioso, acho que eu poderia ter um orgasmo só de te-la daquela maneira. Ela soltou nossas mãos e se apoiou em minha cintura de uma maneira que nossas intimidades tivessem um contato maior, mas não ficou muito tempo assim, levou uma mão entre nós e afastou minha calcinha.
  Demi estimulava meu clítoris, enquanto rebolava, a palma de sua mão pressionava o monte de vênus, com seus dedos anelar e indicador abriu meus grandes lábios, a deixando com livre acesso, aquilo estava sendo tão prazeroso pra mim quanto pra ela, pois as duas gemiam descontroladamente, abri os olhos para observa-la por um instante, não consegui deixar de sorrir ao vê-la mordendo o lábio inferior, foi quando ela me penetrou fundo e gritei de prazer. Ela voltou rebolar e fazia movimentos circulares em minha vagina. Eu estava explodindo de prazer, nunca havia sentido tanto prazer na minha vida. Decidi ajuda-la com os movimentos, segurei firme sua bunda, o que a fez gemer alto, eu a subia e descia. - Mais Demi. - Supliquei. Bastou que ela colocasse o segundo dedo para que eu não conseguisse mais me controlar, apertei sua enorme bunda com força. - Demetria! - Gritei quando meu orgasmo chegou. Ela não parou de me estimular, a encarei e ela havia levado sua outra mão em sua vagina, segundos depois ela soltou um gemido gostoso e alto.
- Se eu não estivesse tão exausta... - Disse ainda gemendo e com a respiração descompassada. - E excitada, eu te matava! - Caiu em mim e beijou meu pescoço. - Não me chame de Demetria! - Agora mordeu-me. - Ew, você ta salgada.
- Tão sensual e delicada. - Riu ainda com a boca no meu pescoço. - Estou suada.
- Eu também! Prepara um banho pra gente. - Me olhou com cara de criança pidona.


Demi narrando
  S/n me proporcionou o melhor orgasmo da minha vida e em seguida eu pude senti-la novamente, essa mulher fode com a minha cabeça e com outras coisas também.
- Vamos tomar banho mesmo ou...
- Não me importaria de ter algo a mais. - Sorri maliciosa e apoiei o queixo no seu peito.
- Então vamos? - Alisou meu cabelo.
- Preguiça de levantar. - Suspirei só de me imaginar tendo que levantar. Fora que estava tão gostoso ficar assim.
- Vamos logo preguiçosa. - Mordi seu queixo.
- Sou só eu ou também está com fome?
- Estava pensando nisso agora. Ainda tem pizza.
- Então pega pra gente! - Rolei de cima dela para a cama, lhe dando espaço pra levantar.
- Folgada. - Disse se levantando. - Mas não era melhor nos banharmos primeiro?
- Não, quero comer!
- Você é tão criança. - Ela já estava na porta do quarto.
- Você é tão adulta. - Falei quando já havia saído.
- Ouvi isso!
- Quem bom, porque pode me ouvir pedindo pra trazer o brigadeiro também. E não demore! - Ri sozinha.
  Aproveitei que estava sozinha pra sentir seus cheiros nos lençóis e travesseiros. Olhei tudo ao redor, não era um quarto cheio de coisas, na verdade haviam poucas coisas, de um dos lados da cama tinha um criado mudo, imaginei que fosse o lado que ela dorme, mais adiante a porta que levava ao banheiro. Do outro lado tinha uma escrivaninha feita de vidro e metal, bem organizada, com alguns papeis e um computador desligado, bem ao lado, um espelho que ia do teto ao chão e ainda na mesma parede havia uma abertura, deduzi ser o closet. Pelo que pude ver dela seu quarto a representava, organizado e sem frescuras, diria até que é serio demais.
-  Demi, quer que esquente sua pizza? - Ouvi sua voz distante.
- Não precisa. - Falei numa altura que ela pudesse escutar. - Quer ajuda?
- Não, cheguei. - Com o pé empurrou a porta, lhe abrindo o caminho.
- O que tem aí? - Perguntei curiosa, tentando ver o que tinha na bandeja.
- Pizza, brigadeiro...
- Isso já seria o suficiente. - S/a sorriu e colocou o que carregava na cama, na bandeja ainda tinha, água e umas frutinhas. - Água? Onde está a mulher que estava pedindo gordura na pizza?
- Estou exausta, precisava de água. 
- Qual será o motivo da sua exaustão né? - Me fiz de inocente.
  Estávamos comendo sem presa, trocando olhares e sorrisos entre uma mordida e outra. O jeito que ela me olhava era único, sempre que nossos olhares se cruzavam eu sentia meu corpo inteiro se aquecer. Sinto que quando me olha tenta enxergar algo além do que está exposto, além do que as pessoas sabem.
- Se sujar minha cama, vai ter que limpar. - Me despertou do transe.
- Não limpo nem a minha. - Dei de ombros levando mais uma colher de brigadeiro à boca.
- Então acho melhor não sujar.
- Então acho melhor não ser chata.
- Essa sou eu. - Me mandou um beijo.
- E essa sou eu! - Passei a colher de brigadeiro na sua cara.
- Demetria, você não fez isso! 
- Fiz! E você me chamou de Demetria!
- Agora limpa! - Apenas ignorou a parte de ter me chamado de Demetria.
- Com todo prazer! - Afastei a bandeja que estava entre nós, me inclinei na sua direção e comecei a beijar seu rosto.
- Você é muito tarada. - S/n ria agarrando minha cintura.
- Não sabe o quanto. - Sorri maliciosa e continuei com os beijos, mas agora os distribui também no pescoço e boca.
- Mas quero saber. Aqui ainda está sujo, olha. 
- Onde? - Procurei o local.
- Aqui! - Me puxou pra cima dela e selou nossos lábios em um beijo doce e suave, sua boca estava com gosto de chocolate, o que a deixava ainda mais irresistível. Enquanto a garota apertava minha cintura e me puxava para perto, acabei me desequilibrando e cai sobre seu corpo. - Que desastrada, Demetria. - Mordi com força seu lábio inferior. - Ai!! Doeu!
- Essa era a intenção, quem manda ficar me chamando de Demetria.
- Mas é seu nome. - Respondeu entre risos.
- Não vejo graça. - Levantei-me e fui em direção ao banheiro.
- Onde vai? 
- Tomar banho.
- Ei, me espera! - Se levantou rapidamente e me acompanhou. - Tem que ser no chuveiro, a banheira precisa de manutenção. - Achei um tanto quanto estranho, mas não questionei.
- Melhor, assim vai mais rápido sem muita gracinha.
- Que grossa. A água vai ter que ser bem quente pra aquecer sua frieza. - Tive que me esforçar pra segurar o riso.
- Você me irrita e quer que eu seja gentil?
- Sim! - Me abraçou.
- Pode me soltar.
- Nunca. - Senti meus pelos se eriçarem com sua voz ao meu ouvido.
- Não estou de gracinha com você. - Tentei resistir.
- Nem eu com você, falo serio ao dizer que nunca vou te soltar. - Ai estou me apaixonando, que merda é essa?
- Vamos logo tomar banho.
- Quem está sendo seria demais agora? Vem, deixa eu te ajudar com isso. - Me virou de costas a beijou e deslizou suas mãos por meus ombros até a abertura do sutiã. Não consegui mais resistir, tiver que ceder ao seu toque. - Tudo bem por você? - Perguntou antes de abrir, como resposta abaixei as alças. Ela entendeu e o abriu, delicadamente, acompanhou as alças caindo sobre meus braços com as mãos. Não demorei e tirei minha calcinha. - Ual! - Ela ainda estava atrás de mim, não tive coragem de me virar. - Você é tão gostosa. - Falou apoiando o queixo em meu ombro. Foi quando pude sentir seus seios me tocarem, me virei curiosa, e vi seu sutiã no chão. Quando subi meu olhar encontrei seus seios fartos, mais maravilhosos do que me lembrava. - Seu corpo é perfeito como você. - A olhei e ela estava imóvel, observando meu corpo de cima a baixo. 
- Falta uma coisa. - A puxei pra perto pela calcinha e ela entendeu o recado, afastou um pouco suas pernas, permitindo que minhas mãos fizessem sua calcinha deslizar sobre as mesmas. 




Isso aí, ta esquentando kkkkk espero que esteja do agrado de vocês! Deixem suas opiniões nos comentários. Kisses!!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

I Kissed A Girl - Cap. 23

Galera perdão pelos erros, já ta meio tarde, pretendia postar mais cedo, antes de ir pra faculdade, mas acabei me atrasando um pouco e precisava dar uma revisada antes de postar, sorry. Espero que gostem ;)



- Ótima ideia. - Respondi ao pedido de Demi e sem muita delonga fiz com que ela entrelaçasse suas pernas em minha cintura para levanta-la do banco em que estava. 
  Me direcionei a saída da cozinha com uma certa dificuldade, pois estávamos nos beijando com muito desejo e desespero. Demi se segurava em meu pescoço e o arranhava, mordi sua boca fazendo ela me arranhar mais forte, se não fosse pela parede teríamos ido ao chão.
- Au! - Demi falou rindo entre o beijo quando suas costas colidiram com a parede.
- Desculpa. - Também não consegui conter o riso. Chegamos finalmente ao quarto, depois de quase cair algumas vezes. - Demi quarto, quarto Demi. - A coloquei no chão e encostei na porta fazendo a mesma se fechar.
- Adorei! - Me encurralou na porta e agarrou minha cintura, seu olhar penetrante foi de encontro ao meu e tivemos uma breve conversa com os olhos, onde concordamos que queríamos o mesmo. 
 Sendo assim, levou sua boca macia ao meu pescoço e depositou beijos suaves, inclinei minha cabeça em seu ombro para facilitar o acesso e nos aproximei ainda mais pegando em sua cintura. Demi começou a descer os beijos, na altura da clavícula ela deu um chupão que me fez soltar um gemido e voltou a fazer a trilha com seus lábios, do meu colo até ao ponto em que meu decote permitia.
  Agora suas mãos estavam no meu quadril e nossas línguas se entrelaçavam de uma maneira rápida e excitante, tenho pra mim que ela percebeu minha animação e quis incentivar ainda mais, colocando uma de suas pernas entre as minhas e com a coxa começou a pressionar minha intimidade. Sem duvida alguma funcionou, pois pude sentir a umidade entre minhas pernas.
  Demi segurou na lateral da minha calça e começou a ajoelhar-se levando com ela minha peça de roupa, quando minha calça chegou ao chão ela me ajudou a tira-la, se levantou lentamente, subindo suas mãos pela lateral das minhas pernas. Na altura da minha cintura ela parou, segurou na barra da minha blusa e levantou os braços, deixando minha barriga exposta, mas continuou de joelhos, vê-la naquela posição me deixava completamente excitada e com vontade de te-la, ainda mais quando começou a beijar minha barriga, distribuiu diversos beijos ao redor do meu umbigo. Ela se levantou lentamente e chegou com sua boca até meu sutiã, beijando toda a parte exposta dos seios. Tirou minha blusa e eu decidi que era minha vez de comandar e mostrar o quanto a desejava.


Demi narrando
  Quando retirei sua blusa, S/a colou nossos corpos e invadiu minha boca ferozmente. Eu não sabia direito o que estava fazendo, só sabia que a desejava e era tudo que eu precisava pra me entregar completamente. Começamos a andar e me assustei quando meu corpo atingiu o que julguei ser a cama.
- Demetria cama, cama Demetria. - Por que ela tinha que estragar me chamando de Demetria?
- Idiota! - Ela estava em cima de mim, levei minhas mãos a suas costas e cravei minhas unhas nela na intenção de puni-la.
- Que foi? - Me olhou confusa.
- Não me chame de Demetria! - Ainda com minhas unhas cravadas a puxei para um beijo faminto, onde nossas línguas colidiam e a cada encontro meu corpo todo estremecia.
- Não gosta Demetria? - Perguntou olhando em meus olhos, como resposta apertei suas costas. - Ok, entendi. - Ela riu. - Estou em desvantagem, novamente. - Falou olhando para minhas roupas. 
- Não seja por isso. - De uma maneira meio desajeitada retirei minha jaqueta. - Não é fácil com você em cima. - Rolei na cama invertendo de posição. 
  Agora eu estava por cima, me sentei pouco acima de sua intimidade, "arrumei" meu cabelo em um coque desajeitado, assim como a situação. 
- Acha que agora está justo? - Perguntou enquanto segurava minha cintura. Eu sabia o que ela queria, mas ainda precisava vencer essa barreira de deixa-la me ver nua. Fiz menção a levantar. - Nada disso, luzes acesas dessa fez. Ok? - Mordi meu lábio inferior demonstrando o quão nervosa estava. - Ei, só faremos o que você estiver a vontade e de acordo. - Sua voz me passava confiança de uma maneira tão meiga. - Você já está linda, exatamente como está. - Ela acariciou delicadamente minhas pernas, que estavam a mostra por conta da saia justa que eu vestia e pela posição em que estava, o que fez meu corpo inteiro se arrepiar e me deu aquele empurrãozinho que faltava.
- Quero isso, quero você!
- Que bom. - Ela riu parecendo aliviada. 
- Boba. - Sem mais delongas tirei minha blusa e fechei meus olhos, estava com receio de encara-la.
- Você é completamente linda. - Ela disse entre suspiros. Quando a coragem veio e abri meus olhos me deparei com um belo sorriso em seu rosto, era um sorriso sereno, quase que sem malicia, ri envergonhada pelo jeito infantil que a garota me olhava.
- Me olhando assim fico envergonhada.
- Vergonha do que senhor!? - Tive que rir pela forma exaltada que ela falou. - Não, é serio! - S/n sentou-se me mantendo em seu colo. - Você é linda Demetria Devonne Lovato! E sim, te chamei de Demetria e pode arranhar minhas costas, porque me excita ainda mais. 
- Sua maluca. - Segurei seu rosto e a beijei. Foi um beijo sensual, mas não muito apavorado. Durante o beijo suas mãos foram parar no meu quadril, ela tateou um pouco até encontrar meu ziper e abri-lo. Pra mim não era mais um problema, já estava me sentindo segura com seus toques e olhar. - Por que tem que fazer do jeito mais difícil? - Perguntei não segurando o riso, já que a pessoa tentava tirar minha saia por cima.
- Olha, não tenho uma vasta experiencia em tirar saias de outras mulheres. 
- Calma! Estava só brincando. - Depositei um selinho em sua boca quando ela finalmente tirou minha saia.
  Deitei sobre seu corpo e levei minha boca ao seu pescoço, pude sentir seus pelos eriçarem, o que me fez sorrir instantaneamente, pensei em parar para observar seu rosto, mas fui surpreendida com suas mãos na minha bunda, me incentivando a continuar. S/a apertava e massageava de uma maneira gostosa e excitante, passei minha língua em seu pescoço e levei até sua orelha.
- Quero mais. - Sussurrei em seu ouvido e mordi seu lóbulo, o que fez com que ela apertasse com força minhas nádegas.
- Eu também! - E em um movimento repentino fez com que invertêssemos as posições. 
  Sua boca foi de encontro a minha e um beijo carnal foi estabelecido, nossas línguas se roçavam, assim como nossas intimidades, já que S/n se esfregava em mim, uma de suas mão se encontrava em meu peito em baixo do sutiã e a outra passeava pelo meu corpo, eu podia sentir minha vagina pulsando e esperando por seu toque, e acho que ela percebeu, pois delicadamente levou sua mão livre para dento da minha calcinha apertando em seguida, suspirei de tesão, acho que isso a incentivou a continuar e ir mais a fundo.
  Com um dedo ela parecia procurar por algum ponto sensível ao toque e com os outros ela massageava minha púbis e meus lábios maiores. Logo seu polegar se encontrava em meu clitóris e o dedo médio fazia movimentos lentos de vai e vem. Eu estava rendida e me restringia a gemer em seus lábios, nesse momentos eu só conseguia focar no prazer que ela estava me dando.
- Você está gostando? - Sussurrou em meu ouvido como forma de provocação.
- S-ssim. - Minha voz saiu tremula entre um gemido e outro. - Mais rápido! - Implorei arranhando suas costas. S/a logo começou a sugar meu pescoço e aumentar os movimentos, mas ainda não era o suficiente. Imaginei que talvez ela estivesse com receio de algo, então tirei uma de minhas mãos de suas costas e coloquei em cima da dela que estava entre minhas pernas, incentivei que ela colocasse o dedo mais fundo e quando o fez gritei alto de prazer. - Isso, assim! - Gemi em seu ouvido. Ela começou a colocar um segundo dedo, mas esperou minha aprovação, apenas assenti com a cabeça. Sem prolongar meu sofrimento ela enfiou um segundo dedo com força e começou a alternar os movimentos entre um vai e vem delicioso e círculos. Com toda certeza nunca havia sentido algo assim. Comecei a sentir os músculos da minha vagina se contraírem. - V-vou go-ozar S/a! - Seu nome saiu rasgando minha garganta. Assim que me ouviu ela deu uma estocada forte e começou a fazer vibrações com seus dedos, senti uma enorme contração por todo meu corpo e em seguida senti meu gozo escorrer, logo meu corpo estava completamente relaxado e minha respiração pesada. Passei minhas mãos em suas costas incentivando-a a repousar sobre meu corpo.



Amores, comentem pra eu saber o que estão achando ook? Amo vocês, beijo na boca! Kisses!! ;) 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

I KIssed A Girl - Cap. 22

- Esse fim de semana, eu e você. Apenas nós duas, vamos esquecer o mundo lá fora e nossas vidas.
- Ta maluca?
- O que foi? Muito radical pra você, senhora certinha? 
- Acho que posso aguentar. - Eu não sabia onde a Demi estava querendo chegar com isso, mas nesse momento eu iria pra qualquer lugar com ela. - Vamos tentar, só não sei se vai dar certo.
- Relaxa, segunda seguimos com nossas vidas. 
- Meu problema não é querer voltar para minha vida antes do fim de semana acabar, meu problema é se eu não quisesse mais voltar pra minha vida quando ele acabasse. - Logo as moça de olhos castanhos abriu um sorriso encantador.
  
Demi narrando
  S/a e eu assistíamos ao ID channel, claro que uma escolha minha. Minha cabeça estava apoiada em seu ombro e ela acariciava meu cabelo. 
- Quero sobremesa e você me deve brigadeiro. - Me pronunciei quando acabou o programa que assistíamos.
- Ok, vamos fazer!
- Vamos? A unica coisa que sei que precisa é de chocolate.
- Já é um caminho. E por isso mesmo que você vai junto, pra aprender a fazer.
- Ou posso te ligar sempre que eu quiser. - Falei sorridente.
- Ou pode me ligar sempre que você quiser. Mas isso não muda o fato de eu não quer ir na cozinha sozinha. - Agora faz sentido.
- Então é isso? Está com medo!
- Eu? Não.
- Mentirosa. Vamos logo. - Me levantei e a puxei pela mão.
- Confesso, mas acabamos de assistir um lance paranoico sobre coisas malignas que aconteciam na cozinha. Você realmente gosta desses programas?
- Eu amo! - Me encostei na pia. - Parou para pensar que eu poderia ser uma serial killer com fixação em matar na cozinha? 
- Você? - Ela riu debochada. - Não, você é muito mocinha pra isso. E você não faria isso com alguém que vai te fazer brigadeiro, faria?
- Quem sabe.
- Já eu. Bem, você pediu pizza de mato, não me deixou assistir ao programa que eu queria... Eu poderia ser a serial killer de cozinha, não tenho nada a perder. - S/a estava procurando algo dentro do amario, encostei me corpo em suas costas, ficando atrás dela e sussurrei em seu ouvido:
- Tem certeza? - Em seguida beijei seu pescoço e me afastei.
- Pensando bem, eu também sou muito mocinha pra isso. - Ela ficou de frente para mim e sorriu. - Você não pode tirar minha concentração agora. Tenho que focar no brigadeiro, já estraguei tudo com o jantar...
- Sabe que não estragou nada né? Sabe que foi um maravilhoso jantar e que não foi a comida que fez dele incrível. 
- Mesmo? - Agora já estávamos mais próximas. 
- Sim, espero que tenha sido tão bom para você quanto foi pra mim.
- Ainda está sendo! - S/n colocou suas mãos em minha cintura me trazendo pra perto.
  Sorri ao ver que já não havia mais distancia entre nossos corpos. Nos olhávamos fixamente, sem ao menos piscar, as respirações se misturavam, claro que eu queria mais que isso, mas esse momento já estava sendo incrível. Encostamos nossas testas, fechei meus olhos e não demorou para nossos lábios se encontrarem. O beijo de inicio foi calmo, levei minhas mãos para suas costas na tentativa de não nos afastarmos. Passei minha lingua lentamente em seu lábio superior e ela abriu sua boca para que eu pudesse explora-la com mais intimidade. S/a começou apertar minha cintura, o que me estimulava a intensificar mais o beijo, nossas linguas se encontravam e dividiam o espaço de uma maneira excitante. Ela mordeu minha boca e aos poucos terminamos o beijo.   
- Finalmente. - Falei quando de fato acabou.
- O que? - Estamos levemente ofegante.
- Estou querendo isso desde que cheguei.
- Valeu a pena esperar?
- Mais do que imagina. Preciso ir ao banheiro. - Ela me deu passagem. - Eu não sei onde fica bobinha. - Acariciei seu rosto.
- Bem ali. - Inclinou o corpo para a saída da cozinha e indicou uma porta com o dedo.
- Não demoro.
- Sem presa, não vou a lugar algum.
- Não mesmo! Tem que fazer meu brigadeiro. 
  Fui ao banheiro para respirar um pouco, eu estava pegando fogo, o beijo tinha me despertado um desejo incontrolável sobre a S/n. Joguei um pouco de água no rosto e voltei para a cozinha. Quando entrei me deparei com a S/a de cotas no fogão mexendo na panela, sentei em um banco alto que havia atrás dela sem que ela me notasse.
- Achei que iria me ensinar a fazer. - Estiquei minha perna e passei meu pé na extensão de sua coxa. Assim em encostei nela ela tremeu, acho que foi de susto, mas prefiro pensar que foi por outro motivo.
- Pensei bem e acho melhor deixar você dependente de mim. - Respondeu sem me olhar.
- Como se já não estivesse. - Ela me olhou sorridente por cima do ombro. - Vai demorar muito?
- Calma, Demetria. - Respirei fundo quando ela disse meu nome e me mantive em silencio. - Agora só preciso mexer até atingir o ponto certo. - Ela tentou quebrar o clima tenso que havia ficado, mas não conseguiu. Ficamos em silencio até ela desligar o fogo. - Prontinho. - Agora ficou de frente pra mim com a panela na mão. - Só esperar esfriar um pouco. - S/a pegou uma colher e passou no brigadeiro já pronto, aquele cheiro maravilhoso estava me enlouquecendo, pra ajudar ela começou a assoprar a colher, fazendo com que o aroma fosse direto na minha direção. - Quer? - Não respondi. - Vai querer ou vai ficar com esse bico enorme? - Deixei escapar uma risadinha. - Muito criança. Experimenta, diz o que achou. - Ela aproximou a colher da minha boca e quando eu ia comer. - Espera. - Levou a sua boca e encostou o labio, acho que era pra testar a temperatura. - Ok, pode comer. Então, o que achou? - Me perguntou assim que colou a colher de volta na panela.
- Muito corajosa por me deixar experimentar antes de você. - Fiz um leve suspense, mas logo parei quando percebi ela tensa. - Sensacional! 
- Mesmo?
- Melhor brigadeiro da minha vida! - Peguei a colher e levei a sua boca. - O que acha? 
- Quente! Quente, ai ai!! - Levei um susto tremendo.
- Ai meu Deus! Te queimei? Me desculpa!
- Brincadeira.
- Idiota!
- Achei que tivesse um senso de humor melhor que o meu.
- Me assustei!
- Muito linda preocupada. - Me deu um selinho.
- Abusada. - A puxei pelo pescoço e mordi seu lábio. Para não cair em cima de mim ela apoiou suas mãos em minhas coxas.
- Quem é abusada? - Apertou minhas pernas e senti um prazer maravilhoso.
- O gosto é ótimo. - Nossas lábios se tocavam.
- Do brigadeiro?
- Da sua boca! - Mal terminei de falar e ela tomou minha boca com um beijo quente, sua língua dominava a minha, ela estava entre minhas pernas e arranhava a parte esterna de minhas coxas. Enquanto isso com uma mão eu puxava sua cintura e com a outra acariciava seu cabelo. Aquilo já não era mais o suficiente pra mim. - Que tal me apresentar sua casa agora, mas especificamente seu quarto.




Queria ter postado mais cedo, mas lembrei que tinha um trabalho pra entregar amanhã. E não sei se ficaram sabendo sobre a Mimaw, a bisavó da Dems, mas infelizmente hoje ela partiu, quem acompanhou sabe o quão importa ela é pra Demi e como esses últimos meses foram complicados, pra mim, em particular, é horrível não poder fazer nada para ajuda-la, pois mesmo não estando ao meu lado nos momentos difíceis sua voz e suas palavras me ajudam a passar por muita coisa... Nem tenho palavras pra dizer o quão meu coração está partido e como me sinto mal pela Demi. Comentem aí sobre o que acharam e o que acham que vai rolar no próximo. Kisses :'(

sábado, 28 de maio de 2016

I KIssed A Girl - Cap. 21

  Já faz uns dias desde Nova Iorque, Demi e eu nos vimos apenas uma vez em um de seus shows, mas nos falamos todos os dias e parece que nunca é suficiente.
  Ontem ela me mandou uma mensagem cobrando o brigadeiro que prometi que faria. Achei uma ótima oportunidade de nos vermos, então logo a convidei para um jantar na minha casa hoje. Se estou ansiosa? Magina...


Demi narrando
- Acho que to apaixonada e não é pelo meu namorado.
- Demetria!
- Nicholas! - Ele revirou os olhos e me ignorou. - Pode me dar atenção?
- Posso.
- Eu...
- Mas eu não quero. - Ele me interrompeu.
  Estávamos no estúdio discutindo detalhes da turnê. Estou amando a ideia de fazer uma turnê com meu melhor amigo, te-lo ao meu vai ser otimo. É claro, se ele me der atenção.
- Nick! - Ele desviou seu olhar para mim. - Larga o celular e conversa comigo!
- Demi, há quantos anos está com o Wilmer?
- Muitos... - Agora parecem anos até demais.
- Certo. E o que há de errado agora?
- Não tem nada de errado com ele, ou com o nosso relacionamento. Claro, ele poderia me acompanhar mais, mas ambos estamos trabalhando muito.
- Então se não é com ele e nem com a relação... Tem algo errado com você.
- Não sei se necessariamente tenha algo de errado comigo. Só quero me sentir mais livre, mais leve. Me sinto mal toda vez que ele não está por perto e eu me divirto sem lembrar dele.
- Definitivamente tem algo errado com seu sentimento por ele. Mas eu não sou uma espécie de concelheiro. Não sei lidar com os relacionamentos que faço parte quem dirá com o dos outros. Mas acho que se não está feliz tem que dar um jeito nisso e estou do seu lado, sempre!
- Você é um amor.
- Você é extremamente estranha.
- Obrigada. - Ficamos alguns minutos mexendo no celular. - Nick?
- O que é!?
- Você entraria em um relacionamento homossexual?
- Sabe que não tenho preconceitos.
- Ta, ok. Eu também não, mas uma coisa é aceitar, outra é ter um relacionamento assim.
- Que foi Demi? Sabemos que não é nenhuma santa. Não seria novidade.
- Nick, não estou falando de beijar alguém.
- Quer dizer se apaixonar por alguém do mesmo sexo?
- Exatamente!
- Demi...
- Nick.
- Sua vida já não está agitada o suficiente?
- Ela é incrível, embora eu queira mata-la na maior parte do tempo, ela me faz sorrir sempre, faz com que eu me sinta leve.
- Sério? Isso é real? Já está acontecendo?
- Na... - A porta da sala em que estávamos se abriu e por ela entrou a equipe da organização da turnê. Nick ficou me encarando por um bom tempo.
  Eu sabia que essa conversa não terminaria aqui. E mesmo eu precisando conversar sobre isso com alguém talvez não fosse aquele o momento, nem ali e nem com o Nicholas.
  O problema é que não paro de pensar na S/n, ainda mais hoje, que vamos jantar na sua casa, mal posso esperar. Estou super ansiosa.


Você narrando
  Se a Demi não sair dos meus pensamentos... Eu não vou fazer nada, porque a verdade é que estou adorando sonhar acordada com ela. Lembrar de Nova Iorque faz meu corpo formigar, seu sorriso faz meu coração disparar. Falando em disparar...
- A porra do jantar! - Falei comigo mesma ao ouvir o alarme do fogão disparar.
  Legal, tudo estava queimado ou com cheiro de queimado, impossível servir isso. Tirei a assadeira do forno e a campainha tocou. Mas já? Nem tocou o interfone. Abri a porta e era a Giovana.
- Ainda bem que abriu logo... Que cheiro de queimado é esse??
- O que está fazendo aqui?
- Comprei umas coisinhas gostosas pra você. - Só então reparei nas sacolas em sua mão, por isso a folgada não abriu a porta.
- Que amor! Agora vai!
- Não, deixa eu ajudar, vou arrumar a zona que deve estar na cozinha e você vai se arrumar.
- Que? Por que? Estou pronta! - Ela riu. - O que tem de errado comigo? - Perguntei desesperada.
- Vai no quarto e olha no espelho.
  Fui para o quarto correndo. Quando me olhei no espelho meu cabelo estava uma bagunça. Menos mal, podia ser pior. Não levei muito tempo para por os fios rebeldes no lugar e estava feliz comigo mesma. Quando voltei pra sala havia uma morena sentada no sofá, focada no celular. Não acreditei que Giovana não me avisou que a Demi havia chego. Falando nela.

Demi narrando
- Bem melhor, agora ta linda linda. Não concorda Demi? - Estava distraída com meu celular quando a Giovana, amiga da S/n que me recepcionou, falou meu nome. Me levantei do sofá em que estava e me virei, foi quando percebi que a S/a estava presente. Fiquei maravilhada, acho que tinha me esquecido do quão linda ela é.
- Concordo. - Respondi breve, mas sorridente e não deixei de admira-la por nenhum instante. Até que nossos olhares se cruzaram e senti uma felicidade repentina e inexplicável.
- Ok! Já estou indo viu, divirtam-se. To saindo, não se preocupem comigo. - Giovana brincava em vez de me deixar a sós com a S/a, estava achando ela realmente engraçada. Mas...
- Vai logo! - Falei alegre, rindo da graça que ela.
- Ousada. Gostei! - Giovana disse já na porta.

- Que bom que gostou, agora tchau. - A S/n a empurrou pra fora.
- Ela é engraçada. - Falei quando já estávamos sozinhas.
- Até de mais, chega ser um pouco infantil e exagerada.

Você narrando
- Oi! - Demi exibia um sorriso enorme e estava bem perto de mim. Só então consegui observa-la com atenção. Eu estava surpresa, ela conseguia estar mais bonita que da última vez que a vi, o que parecia impossível.
- Oi. - Falei um pouco aliviada, eu estava bem nervosa e ansiosa.
- O que vamos comer?
- Calma pessoa, não come há quantos anos?
- Uns três, acha que é fácil manter esse corpo?
- Com toda certeza não é fácil. - Respondi admirando-a, ela riu sem graça. - Temos um problema!
- O que?
- A comida. Eu me distrai e... Vem ver. - Inconscientemente peguei em sua mão e a levei a cozinha.
- Meu Deus, você é péssima nisso!!
- Eu só me distrai, não sou tão ruim assim.
- Se distraiu por quantas horas? - Ela puxou minha mão me forçando ficar de frente pra ela.
- Cinco minutos. - Ela deu uma gargalhada alta. Fiquei um pouco triste e decepcionada, queria ter feito algo bacana pra ela.
- Bom, veja pelo lado positivo, sempre podemos pedir pizza! - Ela disse toda animada tentando me convencer e brincando com meus dedos.
- Ótimo, adoro pizza. - Falei sem tanto animo quanto ela e soltei nossas mãos. Seu sorriso estava imenso e intacto desde que chegou. Isso fez com que eu me perguntasse se ela estava tão feliz quanto eu de estar ali e me fez perceber que não era a porcaria de uma comida queimada que iria estragar esse momento.
- Qual sabor você prefere?
- Pode escolher. Você é a vista.
- Mas você que vai pagar.
- Obrigada por me informar. Mas pode escolher o sabor.
- Você.
- Como?
- Sim, como você.
- Mas do que estamos falando?
- Da pizza, não é? - Ela ria de si mesma, como é boba. -  Escolha o sabor.
- Quero o que você quiser.


Demi narrando
  S/a estava sendo super gentil, embora pareça chateada com alguma coisa, acho que era por causa da comida. A verdade é que não importava o que iríamos comer, eu só queria passar um tempo com ela e estava sendo maravilhoso, eu estava feliz por estar ali e isso que importava. Ela foi arrumar a cozinha enquanto eu ligava pra pizzaria.
- Pronto, chega em alguns minutos. Quer ajuda?
- Só vou colocar a mesa...
- Pra que? Vamos comer pizza, podemos fazer isso no sofá, a não ser que te incomode comer na sala.
- Não íamos comer pizza! - Tinha me esquecido de como ela é estressada. - Tentei fazer algo, mas me distrai pensando em você e agora vamos ter um janta... - Não queria que ela pensasse que tinha estragado tudo, porque nossa noite mal havia começado e queria aproveitar dela e não da comida, então a abracei bem forte, e foi ótimo senti-la tão perto de mim.
- Desculpa, só queria te acalmar, você estava histérica.
- Então não queria me abraçar? Só queria me acalmar?
- Não foi o que eu disse. - E pela primeira vez pude ver um sorriso largo em seus lábios. - Então quer dizer que estava pensando em mim?
- Talvez... Não é todo dia que tenho que cozinhar para uma pessoa como você.
- Estava nervosa por cozinhar para Demi Lovato? - Fiquei um pouco frustrada, achei que ela pensava em mim por outro motivo.
- Não, eu estava nervosa por cozinhar mesmo! - Adoro isso, o fato dela não tentar me agradar e apenas ser ela mesma. - Mas também estava nervosa por cozinhar pra você e pra você quer dizer alguém que me faz bem. - Ela ficou me observando por alguns instantes e eu apenas não tinha reação. - Que fofa!! Você ficou vermelha.
- Vou te deixar roxa se não parar de me olhar assim.
- Que violenta!
- Ha ha. Me mostra sua casa?
- Não, to com preguiça.
- Que preguiçosa. - Sai andando em direção a sala de estar. O comodo era amplo e havia alguns porta retratos, tinha fotos com a amiga dela que me atendeu, tinha algumas do que julguei ser da sua infância...
- O que está fazendo? - Ela disse se aproximando das minhas costas.
- Conhecendo sua casa, conhecendo você. Você que decorou?
- Não diria que foi decorada, só comprei o que queria e distribui nos cômodos. - Rimos do jeito que ela falou.
- Ou seja, sua casa é sua cara. Gostei.
- Da casa ou da dona?
- Das duas. Poderia ficar com as duas. - Só percebi depois o que eu tinha dito. - Sabe o que está passando na televisão? - S/n me incentivou a continuar. - Scandal!
- O que é isso?
- Como assim??? Como você não sabe o que é? É a melhor série, meu Deus, vamos assistir agora! - A puxei pro sofá.
- Louca.
- Linda.
- Adoro quando ficamos nos encarando.
- Eu estava pensando nisso.


Você narrando
  Estávamos assistindo a serie que eu não estava entendendo nada, não sabia quem era quem, e minha atenção maior era voltada para Demi, que estava completamente focada, parecia uma criança assistindo seu desenho favorito, foi quando o interfone tocou.
- Deve ser a pizza. - Pronunciei me levantando para atender.
- Deve. - Ela não desviava o olhar da televisão nem por um segundo.
- Oi, boa noite. - Atendi o interfone. - Ok, já estou descendo, obrigada. Então é realmente a pizza. Você me faz companhia? - Demi nem se mexeu. - Tudo bem, fica a vontade, não se preocupe, vou sozinha.
  Chamei o elevador que não demorou muito, peguei e paguei pela pizza e voltei para o meu apartamento, abri a porta com um pouco de dificuldade. Olhei para Demi, que continuava imóvel.
- Ei, moça, pode piscar. É importante para manter os olhos lubrificados. - Ela sorriu sem se movimentar. - Acho que alguém tem um vicio. Vamos comer?
- Já vai acabar.
- A pizza vai esfriar.
- Espera. - Percebi que seria inútil discutir, coloquei a pizza na mesa de centro e me sentei ao seu lado. Era muito fofo o jeito que ela encarava a tv, sem se mover, mas suas expressões faciais eram intensas e mudavam a cada cena. - PUTA QUE PARIU, EU SABIA!!!!!
- Que? - Olhei para a tela para tentar entender, mas sem sucesso, o programa havia acabado. - O que aconteceu?
- A Olivia e o Huck... Você não sabe quem são né? - Fiquei com receio de responder.
- Não faço ideia. - Ela riu de um jeito meigo.
- Tudo bem, talvez leve um tempo pra você viciar como eu.
- Eu não pretendo fazer isso.
- Mas vai! - Eu estava pensando em como ela é espontânea e alegre.
- Você está bem? Precisa de alguma coisa?
- Estou ótima, por que?
- Você fica tão a vontade assim na sua casa?
- Não era pra eu me sentir a vontade?
- Não, era, quero mais é que fiquei a vontade. - Que? A Demi faz com que eu fale umas coisas estranhas, faz eu me sentir estranha.
- Pois, saiba que fico a vontade na sua companhia.
- Já tinha percebido em Nova Iorque. - Acabei de tocar em um assunto que eu pretendia manter enterrado a noite toda.
- Acho que a pizza vai esfriar. - Em um tom brincalhão sorriu e abriu a caixa da pizza. - Espero que goste de verdura. - Demi começou a mexer na pizza e a inclinação do seu corpo para alcançar a mesa deixou sua bunda completamente exposta... - Ei! Você gosta?
- Sim! - Respondi um tanto maliciosa e acho que ela percebeu.
- Ok, engraçadinha. Primeiro a pizza, depois a sobremesa. - Ela me deixou um tanto confusa, porque, embora nos falássemos todos os dias, nunca tocamos no assunto Nova Iorque. Pelo menos não na parte em que estávamos nua, mas sempre fazíamos questão de deixar claro o quão a companhia de uma fazia bem pra outra.
- Você não quer talher ou um prato?
- Sim! Seria bom. - Ela disse com um pedaço de pizza na mão e com a boca cheia.
- Se eu tivesse que adivinhar sua idade julgando por essa imagem que estou tendo daria no máximo dez anos.
- Passou perto, tenho nove. - Me levantei do sofá rindo e fui buscar guardanapos, no plural, porque imagino que ela vá precisar de muitos.
- Aqui, porquinha.
- Brigada. - Ai esse sorriso.
- Deixa eu te ajudar. - Fiz menção a pegar a pizza da sua mão para que ela se limpasse. 
- Não! Me limpe, mas não toque na minha pizza! - Demi afastou a mão.
- Ta tudo sujo, não tem jeito não, criança. - Ela fez uma cara de inocente. - Você não podia pelo menos ter pedido metade da pizza com muito queijo e muita gordura?
- Você disse que eu podia escolher e essa pizza vegetariana ta uma delicia. Experimenta! - Falou estendendo seu pedaço perto da minha boca, se eu não abrisse acho que ela enfiaria a força. - E aí, o que achou?
- Essa pizza de mato está até que boa. Mas pizza não é pra ser saudável, tem que ter umas mil calorias por pedaço.
- E eu sou criança. Criança que adora comida gordurosa.

Demi narrando
  S/a e eu já tínhamos terminado de comer, agora conversávamos assuntos aleatórios, já que trocamos mensagens todos os dias o dia todo, sabíamos tudo que estava acontecendo na vida da outra.
- Mais cedo você disse que estava no estúdio. Não acha que está trabalhando muito? Nem de fim de semana descansa.
- Estou descansando agora. E quem vê pensa que você fica conçando o dia todo. Acho que você devia dar um tempo da empresa.
- Acho que você deveria dar um tempo de tudo.
- Que tal começarmos a dar esse tempo agora? - Falei sentando mais próxima dela no sofá. Ela sorriu delicadamente. - Quero dar um tempo e quero dar um tempo com você.
- O que sugere?
- Esse fim de semana, eu e você. Apenas nós duas, vamos esquecer o mundo lá fora e nossas vidas.
- Ta maluca?
- O que foi? Muito radical pra você, senhora certinha?
- Acho que posso aguentar.






Ta aí, capitulo novo. Se gostaram, se não gostaram, se ficaram com duvida, se têm sugestões, apenas comentem. Preciso de opiniões e quero saber se ainda estão por aí. Pretendo postar o 22 entre hoje e amanha, espero que de tempo. E logo terá postagem no me.by.me. Saudades de vocês!! Kisses ;)