Demi narrando
(S/a) havia conseguido falar comigo sem que ficássemos num clima estranho, porem, babaca e boca aberta como sou, estraguei tudo. Não sei porque falei tanta besteira. Me levantei e fui atrás dela:
- Que merda ta acontecendo? - Marissa segurou meu braço quando eu passava por ela.
- Depois te explico. - Continuei meu caminho até o banheiro. - (S/a), me desculpa.
- Eu não esperava um pedido de namoro Demi, também não me envolvo com mulheres, mas ontem foi muito legal, esperava que você fosse tão simpática ou seja lá o que foi como ontem. - Ela está encostada em uma parede, mexendo no celular.
- Eu já sou boa em largar celular por aí, mas parece que quando você está por perto isso fica mais forte. Eu gostei muito de ontem e... E de você.
- Deixou ele na mesa?
- No lugar onde o largou.
- Foi mal.
- Não, tudo bem, no seu lugar o tacaria na minha cabeça. - Ela riu, o sorriso dela é irradiante, apenas pra constar.
- Não deveria voltar lá pra pega-lo?
- Não, minha amiga não vai deixar que nada aconteça a ele. - Me encostei ao seu lado.
- Amiga?
- Digamos que ela estivesse com medo de que você fosse uma psicopata.
- Como ela adivinhou?
- Boba. - Empurrei ela com meu ombro, ela se virou para mim e nossos olhares se cruzaram. - Olha sobre ontem...
- Esquece isso.
- Não, quero falar.
- Ok, vai lá. - Ainda nos olhávamos e pude lembrar de como seus olhos eram lindos.
- Não te beijei porque estava bêbada, te beijei porque senti vontade.
- Eu também, não sei o que aconteceu comigo...
- É, não sei e quer saber? Que se foda! - Encostei nossos lábios e passei meu braço nas suas costas para nos aproximar.
Primeiro fiquei com receio e depois percebi que estava sendo correspondida, meu terceiro pensamento foi que merda eu estava fazendo, mas então cheguei a conclusão que era muito bom e apenas aproveitei seus lábios quentes, nossa "sincronização labial", que? Bom, sei lá. Parei de pensar quando ela se virou e me deixou entre ela e a parede.
- Eu não esperava um pedido de namoro Demi, também não me envolvo com mulheres, mas ontem foi muito legal, esperava que você fosse tão simpática ou seja lá o que foi como ontem. - Ela está encostada em uma parede, mexendo no celular.
- Eu já sou boa em largar celular por aí, mas parece que quando você está por perto isso fica mais forte. Eu gostei muito de ontem e... E de você.
- Deixou ele na mesa?
- No lugar onde o largou.
- Foi mal.
- Não, tudo bem, no seu lugar o tacaria na minha cabeça. - Ela riu, o sorriso dela é irradiante, apenas pra constar.
- Não deveria voltar lá pra pega-lo?
- Não, minha amiga não vai deixar que nada aconteça a ele. - Me encostei ao seu lado.
- Amiga?
- Digamos que ela estivesse com medo de que você fosse uma psicopata.
- Como ela adivinhou?
- Boba. - Empurrei ela com meu ombro, ela se virou para mim e nossos olhares se cruzaram. - Olha sobre ontem...
- Esquece isso.
- Não, quero falar.
- Ok, vai lá. - Ainda nos olhávamos e pude lembrar de como seus olhos eram lindos.
- Não te beijei porque estava bêbada, te beijei porque senti vontade.
- Eu também, não sei o que aconteceu comigo...
- É, não sei e quer saber? Que se foda! - Encostei nossos lábios e passei meu braço nas suas costas para nos aproximar.
Primeiro fiquei com receio e depois percebi que estava sendo correspondida, meu terceiro pensamento foi que merda eu estava fazendo, mas então cheguei a conclusão que era muito bom e apenas aproveitei seus lábios quentes, nossa "sincronização labial", que? Bom, sei lá. Parei de pensar quando ela se virou e me deixou entre ela e a parede.
Você narrando
Entrei no banheiro, me encostei na parede e peguei meu celular. Não demorou muito pra Demi entrar, se eu gostei? Ha! Quase nada.
Ela me pediu desculpas pela forma como agiu e começou a falar sobre o beijo, disse que não havia acontecido por estar bêbada e sim por que ela sentiu vontade. Fiquei muito feliz ao saber disso, começamos a nos olhar, seus olhos são os castanhos mais lindos que eu já vi!
- Que se foda! - Demi me beijou.
No início fiquei um pouco sem reação, mas ela me envolveu em seus braços e logo cedi ao meu desejo incontrolável sobre ela. A deixei entre a parede e eu, seu beijo e toque eram suaves, mas nem por isso deixavam de me arrepiar. As curvas do seu corpo faziam eu sentir ainda mais vontade de tê-la. O beijo era tranquilo, não estávamos desesperadas, mesmo assim depois de um tempo ficamos com falta de ar, não nos mexemos, ficamos nos encarando:
- O que foi isso? - Perguntei rindo.
- Eu não sei. - Ela falou seria, mas não irritada.
- Demi! - Ouvi uma voz atrás de mim.
- Marissa! - Demi me empurrou e eu virei.
- O que está acontecendo aqui!?
- Nada! - Eu respondi imediatamente, Demi riu.
- Ai Marissa, depois conversamos, o que você quer?
- Tenho que ir. - Eu fiquei observando a conversa das duas.
- A é, você vai jantar com a sua amiguinha.
- Sem ciumes, sem estresse.
- Não é ciumes!
- Ta. Anda, se despesa da sua amante e vamos embora!
- Como é? - Perguntei me alterando.
- Relaxa (s/n), apenas a ignore. Marissa eu tenho que conversar com ela.
- Tem? - Eu e a tal Marissa perguntamos juntas.
- Tenho. Pode ir com meu carro, depois chamo um táxi.
- Sabe como vai ser difícil encontrar um táxi por aqui? E não vou te deixar aqui sozinha com ela.
- Sim, sei como é difícil e como você quem está atrasada, vá com o carro. E a (s/a) não me parece nenhuma maniaca sexual.
- Já você... - Acho que pensei alto demais, as duas me encararam e ficamos em silencio:
- Ual! Pelo jeito vocês já se conhecem bem. Toma seu celular, me liga quando estiver indo embora, se eu já tiver terminado te pego. - Marissa entregou o celular pra Demi e se foi.
- E aí? - Demi falou se aproximando.
- Que merda estamos fazendo? - Perguntei pegando em sua cintura.
- Sei lá... - Nos beijamos, posso me acostumar com isso.
- Vem, deixa eu te pagar um café como desculpa por ter te chamado de maniaca sexual.
- Foi apenas uma verdade. - Ela riu.
- É serio isso?
- Talvez... - Saímos do banheiro e pedimos dois cappuccinos, de canela pra mim e de chocolate pra ela.
Ficamos conversando por um bom tempo, é meio estranho como as coisas fluem ao lado dela, é como se já nos conhecemos.
- Então? - Eu falei.
- Então...
- Eu to morrendo de fome, não almocei hoje... - Ela ficou olhando com cara de interrogação. - Não estou te dispensando.
- É o que acha que eu estou pensando?
- Na verdade é sim.
- Eu estava pensando que era um convite. - Ela abriu um sorriso enorme, tive que rir, ela é tão cheia de charme, mas ao mesmo tempo tão boba.
- Não era...
- Grossa!
- Espera sua boba. Mas pode ser, se você for aceitar eu irei adorar jantar na sua presença.
- Ufa! Ainda bem, estou morrendo de fome e em casa não tem nada. - Pude sentir o alivio da criança.
- Você é estranha... - Me levantei e fui pagar a conta.
- Quanto deu? - Ela apareceu atrás de mim.
- Não lhe interessa.
- Por que tão grossa?
- Por que tão chata?
- Bleh! - Ela me mostrou a língua.
- Quantos anos você tem mesmo?
- 4!
Aí está! Não muito grande, mas foi o que deu tempo de escrever. Pretendo, mas não prometo, fazer algo especial de Natal, se não der me perdoem. Comentem! Kisses!! ;)
Ela me pediu desculpas pela forma como agiu e começou a falar sobre o beijo, disse que não havia acontecido por estar bêbada e sim por que ela sentiu vontade. Fiquei muito feliz ao saber disso, começamos a nos olhar, seus olhos são os castanhos mais lindos que eu já vi!
- Que se foda! - Demi me beijou.
No início fiquei um pouco sem reação, mas ela me envolveu em seus braços e logo cedi ao meu desejo incontrolável sobre ela. A deixei entre a parede e eu, seu beijo e toque eram suaves, mas nem por isso deixavam de me arrepiar. As curvas do seu corpo faziam eu sentir ainda mais vontade de tê-la. O beijo era tranquilo, não estávamos desesperadas, mesmo assim depois de um tempo ficamos com falta de ar, não nos mexemos, ficamos nos encarando:
- O que foi isso? - Perguntei rindo.
- Eu não sei. - Ela falou seria, mas não irritada.
- Demi! - Ouvi uma voz atrás de mim.
- Marissa! - Demi me empurrou e eu virei.
- O que está acontecendo aqui!?
- Nada! - Eu respondi imediatamente, Demi riu.
- Ai Marissa, depois conversamos, o que você quer?
- Tenho que ir. - Eu fiquei observando a conversa das duas.
- A é, você vai jantar com a sua amiguinha.
- Sem ciumes, sem estresse.
- Não é ciumes!
- Ta. Anda, se despesa da sua amante e vamos embora!
- Como é? - Perguntei me alterando.
- Relaxa (s/n), apenas a ignore. Marissa eu tenho que conversar com ela.
- Tem? - Eu e a tal Marissa perguntamos juntas.
- Tenho. Pode ir com meu carro, depois chamo um táxi.
- Sabe como vai ser difícil encontrar um táxi por aqui? E não vou te deixar aqui sozinha com ela.
- Sim, sei como é difícil e como você quem está atrasada, vá com o carro. E a (s/a) não me parece nenhuma maniaca sexual.
- Já você... - Acho que pensei alto demais, as duas me encararam e ficamos em silencio:
- Ual! Pelo jeito vocês já se conhecem bem. Toma seu celular, me liga quando estiver indo embora, se eu já tiver terminado te pego. - Marissa entregou o celular pra Demi e se foi.
- E aí? - Demi falou se aproximando.
- Que merda estamos fazendo? - Perguntei pegando em sua cintura.
- Sei lá... - Nos beijamos, posso me acostumar com isso.
- Vem, deixa eu te pagar um café como desculpa por ter te chamado de maniaca sexual.
- Foi apenas uma verdade. - Ela riu.
- É serio isso?
- Talvez... - Saímos do banheiro e pedimos dois cappuccinos, de canela pra mim e de chocolate pra ela.
Ficamos conversando por um bom tempo, é meio estranho como as coisas fluem ao lado dela, é como se já nos conhecemos.
- Então? - Eu falei.
- Então...
- Eu to morrendo de fome, não almocei hoje... - Ela ficou olhando com cara de interrogação. - Não estou te dispensando.
- É o que acha que eu estou pensando?
- Na verdade é sim.
- Eu estava pensando que era um convite. - Ela abriu um sorriso enorme, tive que rir, ela é tão cheia de charme, mas ao mesmo tempo tão boba.
- Não era...
- Grossa!
- Espera sua boba. Mas pode ser, se você for aceitar eu irei adorar jantar na sua presença.
- Ufa! Ainda bem, estou morrendo de fome e em casa não tem nada. - Pude sentir o alivio da criança.
- Você é estranha... - Me levantei e fui pagar a conta.
- Quanto deu? - Ela apareceu atrás de mim.
- Não lhe interessa.
- Por que tão grossa?
- Por que tão chata?
- Bleh! - Ela me mostrou a língua.
- Quantos anos você tem mesmo?
- 4!
Aí está! Não muito grande, mas foi o que deu tempo de escrever. Pretendo, mas não prometo, fazer algo especial de Natal, se não der me perdoem. Comentem! Kisses!! ;)