sexta-feira, 26 de julho de 2013

YMMG - Capítulo 39

Você narrando
 Eu e Madison estávamos a caminho da lanchonete.
- Quando vocês vão começar a namorar? 
- Oi? - Que medinho dessa menina.
- Bem que minha irmã fala que você tem manina de falar "Oi?", parece mais lerda que ela.
- Ai Madison.
- É serio, eu não entendo, vocês se gostam, vivem como namoradas, mas não namoram.
- Não sei se é isso que a Demi quer.
- Fala sério! Se você não percebeu isso ainda, você realmente é mais lerda que ela. - Entramos na lanchonete.
- Arthur? Ainda está aqui? 
- Aqui tem comida. 
- Esse é o Arthur? - Maddie falou meio que desprezando ele, eu quase ri.
- Quem é a pequena? - Ele perguntou.
- Essa é a Madison, irmã da Demi, e esse é o Arthur, meu amigo. 
- Acho que vou ver a Demi. - Madison falou.
- Quer que eu te leve? 
- Não, eu sei o caminho.
- Prazer. - O Arthur falou.
- Igualmente. - Ela saiu jogando o cabelo.
- Ela tão meiga quanto a irmã.
- Arthur!
- O que? Acho que as duas me amam.
- Acho que deveria calar a boca.
- Vem calar. - Eu olhei séria pra ele. - Relaxa, é brincadeira, não posso nem brincar com você?
- A Demi não entende.
- E por isso não podemos mais brincar?
- Talvez não dessa forma.
- Não vou mentir, eu gosto de você, mas te respeito ok? Só que ela tem que confiar em você. Estou tentando me aproximar dela, por você é claro, mas ela não colabora. Você acha que eu trouxe ela aqui porque fiquei com peninha e porque gosto dela ou porque gosto de você e sei que ela é importante pra você?


Demi narrando
 Já havia colocado a bota e explicado o que tinha acontecido pra minha mãe e pro meu pai, agora estávamos esperando o médico.
- Já voltou Madison? - Perguntei quando ela entrou com uma cara pior que a de antes.
- A companhia não estava boa. - Ela se sentou em uma cadeira.
- Mas você se da bem com a (SeuNome). - Minha mãe falou.
- Vocês sabem como a Madison pode ser bipolar. - Disse meu pai.
- Nem vem a Bipolar aqui é a Demi. Eu não estou falando da (SeuNome).
- Então de quem é? - Perguntei curiosa.
- Do Arthur. - Ela disse mexendo no celular.
- Maddie! - Minha mãe a repreendeu.
- A (SeuNome) está com ele? - Eu perguntei começando a ficar brava.
- É. - Ela disse.
- Madison para de mexer no celular e me escuta! Ele estava lá e você deixou ela sozinha com ele?
- Ela não nenhuma criança indefesa. - Ela nem parecia estar prestando atenção.
- Mas ele pode... - Ela me interrompeu.
- Quer saber? Demi, ela sabe o que faz, se ela quiser alguma coisa com ele, ela não vai precisar fazer no hospital, para de ser idiota confia nela!
- Você está sendo ridícula! Só fica nesse celular, eu me machuquei e você nem liga, qual seu problema!?
- Chega meninas! - Meu pai falou.  
- Que saco! Uma hora ela disse que é minha namorada e outra fica de gracinha com aquele babaca.
- Calma filha. - Minha mãe tentou me acalmar, ela não iria conseguir.
 O médico veio e disse tudo o que eu deveria fazer e evitar fazer. Nos encontramos com a Amanda na sala de espera.
- E aí? Vai ficar quanto tempo com isso? - Ela perguntou se levantando.
- Volto semana que vem pra confirmar, mas pelo menos uns quinze dias.
- Nossa! E como vai fazer com o clipe?
- Não sei.
- Já pode ir?
- Sim.
- Vai voltar pra casa.
- Não. - Começamos a ouvir umas risadinhas, quando me virei era a (SeuNome) e o Arthur. 
- Relaxa, toma seu celular. - A Amanda me entregou meu telefone.
- Obrigada.
- E então? Já recebeu alta? - A (SeuNome) perguntou quando chegou perto da gente.
- Sim. - Disse seca.
- Vamos então? - Ela disse toda alegrinha, devia estar fazendo merda com o amiguinho.
- Eu estou indo com a minha família pra casa, você já poderia ter ido com o Arthur.
- Mas... 
- Tchau Amanda. - A interrompi.
- Tchau, qualquer coisa me liga.
- Obrigada pela ajuda.
- Sem problemas, eu fui a culpada.
- Esquece isso. - A abracei. - Tchau (SeuNome) e Arthur obrigada pela carona. - A (SeuApelido) ficou calada.
- De nada. - Sai andando.


Você narrando
 Demi ficou toda bravinha novamente, esse ciumes dela já está me enchendo, achei que ficaríamos bem depois de eu ter dito que eramos namoradas, mas pelo visto não.
- Tchau Amanda. - A Maddie abraçou a Amanda.
- Tchau linda. 
- Tchau (SeuNome). - Ela parou na minha frente. - Pisou na bola.
- Mas... - Ela correu até alcançar a Demi sem se despedir do Arthur. Essas meninas gostam de me interromper. - O que eu fiz? - Perguntei.
- Elas não sabem onde está o carro, deixa eu ir lá. Tchau meninas. - O Eddie falou. - E tchau rapaz.
- Di, o que eu fiz agora?
- Depois conversamos, pode ser? Agora temos que comprar uns remédios pra Demi e ela andando com a Madison com aquelas muletas, melhor não confiar. Tchau queridas. - Ela nos abraçou. - Tchau Arthur. - Nunca vi ela tão seria.




Esqueci de dizer que o pedido de namoro vai acontecer logo. Sera que a Demi vai aceitar? Gostaram? Comentem o que acham que vai acontecer.

YMMG - Capítulo 38

Demi narrando
 He! Eu consegui fraturar a fíbula, sou um gênio! Sem problemas, não tenho um álbum pra gravar, não tenho sessões de foto, não tenho que lançar um single, nem tenho que gravar um clipe, está tudo ótimo. Eu estava em uma salinha pra colocar a bota ortopédica e a (SeuNome) estava junto, não estávamos nos falando direito.
- Acho que isso não aconteceu em um bom momento. - Ela quebrou o silencio. 
- Acho que independente de quando isso acontece, continua não sendo bom. - Falei dando um sorrisinho meio sem graça.
- Dã, isso é obvio, o que eu quis dizer é que você está cheia de coisas pra fazer.
- É.
- Quer que ligue pra sua mãe?
- Já pedi pra Amanda fazer isso.
- E aí?
- Ela está vindo pra cá e ela avisou a Marissa, que já avisou pra meio mundo, pelo que entendi a Mary vai tentar antecipar seu voo pra hoje.
- Então acho que posso falar pro Arthur ir embora.
- Isso, vai lá, pode ir também. Fala pra ele que eu agradeço por ele ter me trazido pra cá.
- Pode deixar.
- Você vai embora? - Por mais que eu tenha dito que pode ir, não queria que ela fosse.
- Claro que não.
- Mas pode ir.
- Vou ficar.
- Não precisa.
- Não perguntei.
- Grossa.
- Já volto.


Você narrando
 Fui falar pro Arthur ir embora e levar a Amanda, mas eles decidiram se despedir da Demi primeiro e ir só depois que os país da Dem chegassem.
- (SeuApelido), preciso falar com você. - A Amanda falou.
- Ok! Já entendi, vou comprar alguma coisa na lanchonete, alguém quer algo? - O Arthur falou.
- Não, obrigada. - A Amanda respondeu.
- Não, valeu. 
- Ok, já volto. - Ele saiu.
- Falando em lanchonete, a Demi não comeu nada hoje. - Amanda falou.
- É, eu trouxe umas coisas pra ela, mas esqueci de entregar.
- Assim que eu terminar de falar com você, você leva lá pra ela.
- Fala. - Disse me sentando ao seu lado.
- Acho que a Demi não suporta sua relação com o Arthur.
- Você acha?
- Não é isso que quero dizer, acho que isso realmente incomoda ela.
- Ela tem que confiar em mim.
- Acho que é difícil pra ela.
- Não vou deixar de falar com ele.
- Não disse isso. Mas conversa com ela, ela realmente gosta de você e da pra perceber isso de longe, por isso ela tem medo. Não estraga as coisas, talvez vocês devessem ir mais longe nessa relação.
- Eu estou pensando nisso.
- Vai lá levar comida pra ela, tenha paciência.


Demi narrando
 Eu estava olhando pro teto branco, ainda esperando alguém trazer a merda da bota, quando percebo alguém entrando.
- Até que fim! - Disse meio brava e sem paciência.
- Oi. - Ela falou sorrindo meio sem jeito, sorri de volta, não quero brigar com ela, mas estou brava e não quero brigar no hospital. - Pelo visto vou ter que ter mais paciência do que imaginei.
- Hã?
- Nada.
- Eles já foram?
- Não, eles disseram que vão esperar. - Aposto que a Amanda que disse pra ficarem. - Ta com fome?
- Agora que você falou, estou morrendo, mas acho que a dor camuflou a fome. - Ela riu.
-  Posso trazer algo pra você almoçar.
- Já está quase na hora da janta e eu não consigo comer comida antes de tomar café.
- Por isso trouxe seu café. 
- Como sabia? 
- Apenas pensei que ficaria com fome e decidi me prevenir. 
- Deve estar frio.
- Trouxe o chá em uma garrafa térmica e uma maçã.
- Obrigada. 
- Por que está assim, Dem? - Ela perguntou se sentando ao meu lado na maca.
- Quero o chá.
- Aqui. - Ela tirou uma garrafinha da bolsa. - O que eu fiz de errado Demi? - Não queria falar, porque eu iria me estressar e iriamos brigar.
- Senhorita Demetria? - Disse um enfermeiro/médico entrando na sala com uma prancheta na mão.
- Só Demi, por favor.
- Ok só Demi, eu sou o enfermeiro, mas pode me chamar de só Louis. - Bem humorado, gostei. - E você é? - Ele perguntou pra (SeuApelido).
- Só estou acompanhando. - Ela sorriu.
- Mas não tem nome? - Ele disse mexendo em algumas coisas.
- Ela se chama (SeuNome). - Eu falei.
- Diferente. - Ele falou chegando perto.
- Sou brasileira. - Ela disse se levantando da maca.
- Pode ficar aí. - Ele sorriu. - São amigas, irmãs?
- É... Somos... - Não sabia o que dizer.
- Somos namoradas. - Eu entendi direito? A (SeuNome) disse que somos namoradas!? Posso chorar?
- A, me desculpem.
- Sem problemas. - Eu estava muda.
- Já volto, esqueci de pegar a receita. - Ele se retirou e ficamos nos encarando sem graça.
- Como está minha menina? - Minha mãe falou entrando na sala.
- Ual! Isso ta muito roxo. - A Madison chegou perto do meu pé.
- Onde está o papai? - Perguntei depois de nos cumprimentar.
- Está estacionando o carro. 
- Maddie, que cara de bunda é essa? - Perguntei.
- A mãe me obrigou a estar aqui, hospital é entediante.
- Nossa! Sua irmã, aqui, machucada e você nem aí. - Ela nem me respondeu.
- Maddie, quer ir na lanchonete? - A (SeuNome) perguntou pra chata.
- Pode ser, posso ir? - Ela perguntou olhando pra minha mãe.
- Pode, mas obedeça a (SeuApelido). Deixa eu pegar o dinheiro. - Minha mãe começou a mexer na bolsa.
- Não precisa. - A minha "namorada", gostei disso, falou.
- Só um minuto. - Minha mãe olhou pra ela.
- Vamos Madison. - Ela nem deu bola pra minha mãe, simplesmente puxou a Maddie.
- Ela é um amor. - Minha mãe falou pra mim.
- É.
- Ela se da bem com a Madison e é bem educada.
- Aham.
- Se preocupa com você, não me importaria se vocês namorassem.
- Ta bom mãe! Chega.
- O que foi?
- O Arthur.
- De novo ele?
- É. - O enfermeiro voltou.
- Olá. - Ele disse. - Essa deve ser sua irmã. - Minha mãe riu.
- Não, essa é minha mãe.
- E sua namora? Onde foi?
- Namorada? - Minha mãe me olhou.
- Oops. Desculpa, achei que ela sabia do seu namoro. - O enfermeiro disse.
- Namoro de quem? - Meu entrou na sala.




Desculpa, já era pra ter postado, mas tava fazendo brigadeirow. Espero que gostem. O que pode acontecer agora? Comentem!!!

YMMG - Capítulo 37

Você narrando
 Abri os olhos lentamente, estava com uma preguiça, continuaria na cama se a fome não fosse tão grande. Me espreguicei e virei para o outro lado, encontrei seu cabelo escuro e todo bagunçado, que dava a ela um ar sexy, percebi que ela estava encolhida, provavelmente por estar com frio, mesmo que a temperatura não fosse muito baixa, mas ela se meche demais e estava totalmente descoberta. Fui descendo meu olhar pela longinquidade do seu corpo, até chegar no seu grande bumbum, que ficava ainda mais chamativo pelo fato dela estar encolhida. A vontade de acorda-la era minima, mas deduzi que ela também estivesse com fome, dei uma espiada no relógio, que marcava 2h da tarde, à essa hora, obviamente eu deveria estar com fome, não sei como aguentei tanto tempo sem comida. Fiz um coque mal feito em meu cabelo e acariciei as costas da Demi na tentativa de acorda-la, não deu certo, ela apenas se esticou na cama, eu ri baixinho.
- Bela Adormecida, já pode acordar. - Apertei sua bunda de leve, ela nada fez. - Dem, não está com fome? Acorda, coisa linda. Dem.
- Para de falar. - Ela disse rouca.
- Sabe que horas são? - Perguntei passando a mão no seu cabelo.
- Se eu quisesse saber olharia no relógio. - Ela ainda não tinha se mexido.
- Nossa, se já está grossa sem nem acordar direito, imagine quando acordar.
- Hm, desculpa. Estou com sono e preguiça. - Ela falou sonolenta.
- Mas acorda mocinha. - Mordi seu ombro e ela riu.
- Só mais um pouquinho, pode ser?
- Ok. Fica aí mais um pouco teimosinha. - Subi em cima dela.
- Obrigada chatinha. - Ela disse sorrindo, mas sem abrir os olhos.
- Te amo. - Beijei suas costas.
- Também, também me amo. - Ela riu.
- Engraçadinha. - Apertei sua bunda com força.
- Ai! - Foi meio que um gritinho e um gemido, tudo junto.
- Gostosa! - Levei minha boca até seu ouvido. - Vou fazer nosso café, te espero lá em baixo.
- Ah, não. Traz aqui, assim seria bem mais romântico.
- Eu sei. Mas se eu fizer isso você não levanta nunca mais dessa cama. - Me levantei e ela se calou. 
 Fui até o closet e coloquei uma calça e um moletom  comprido e larguinho, fui ao banheiro e escovei os dentes.
- Traz o café aqui? - Ela disse manhosa quando saí do banheiro. 
- Dem, abre os olhos. Vou estar lá em baixo. - Dei um tampinha no seu poposão. 
- Chata!
- Te amo! 
 Deixei o quarto e fui para cozinha, quando estava na sala escorreguei e só não cai porque fui parar no sofá, mas acabei batendo o pé com força na parte de madeira do sofá.
- Ai caralho! - Exclamei, de certa forma alto.
- Amiga, cuidado aí na sala, acabei de limpar, deve estar escorregando. - A Amanda disse da cozinha.
- Agora que fala!? Vadia. - Disse a ultima palavra baixo.
- Ouvi isso. - Ela falou, enquanto eu entrava na cozinha.
- Foda-se! Bom dia, besta. - Disse sorrindo, para a Amanda que estava sentada na cadeira da bancada, com uma tigela de cereais a sua frente. 
- Você quis dizer "Boa tarde, best!", tudo bem, eu entendi.
- Não, eu quis dizer "Por sua culpa, filha da puta, bati meu pé!".
- Nem parece que teve uma noite maravilhosa com a Demi. - Ela levou uma colherada do cereal pra boca.
- Quem disse que passei? - Disse em quanto pegava algumas coisas na geladeira.
- A porta do quarto estava trancada.
- Eu poderia estar matando ela. - Eu disse colocando pratos e copos em cima de uma bandeja, imaginei que a Demi não fosse descer.
- O piso da sala ta escorregando. - Falou entrando na cozinha.
- Eu sei acabei de passar um produto de limpeza. 
- O que está fazendo aqui!? - Disse surpresa.

Demi narrando
 Eu realmente não queria levantar, mesmo porque eu sabia que a (SeuApelido) iria acabar trazendo o café aqui, mas precisava fazer xixi. Tomei coragem e levantei, fui até o banheiro e meu pipi e escovei os dentes, entrei no closet e coloquei uma roupa larga e confortável. Já que estava em pé decidi descer. Estava ouvindo muitas risadas vindo da cozinha, passei de vagar pela sala para tentar escultar o que estava acontecendo (mania chata essa minha), bem não gostei nada do que vi. Que arrrrrgh, odeio ele! O que esse Arthur está fazendo aqui!? E ainda mais assim, abraçando a (SeuNome) por trás, o pior, ela deve estar gostando, porque está rindo feito louca. Eles devem estar rindo da minha cara. Como posso ser tão idiota!? Me virei e tentei ir o mais rápido possível de volta para o quarto, mas não adiantou.
- AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!! 

Você narrando
 Depois que o Arthur entrou na cozinha foi praticamente impossível terminar o café. Ele veio trazer a Amanda em casa e como já estava tarde acabou ficando, por algum motivo começamos a falar da minha noite com a Demi, eu estava dizendo que minhas costas doíam, então o Arthur veio estrala-las, só que eu estava achando muito engraçado e fazia um pouco de cocegas. Quando ele finamente conseguiu me segurar ouvimos um grito:
- AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!! 
- Demi! - Olhei pra Amanda e sai correndo.
 Quando cheguei na sala encontrei a criança toda esparramada no chão.
- A Amanda acabou de limpar a sala e pelo que parece o produto nunca vai secar. - Eu disse me aproximando dela. - Vem, deixa eu ajudar você levantar. - Estendi meus braços.
- Não! Eu me viro! - Ela tentou se levantar. - Ai!
- Demi, está tudo bem? - Eu perguntei preocupada.
- Não está vendo? Eu me machuquei!
- Você ta chorando? - Me sentei ao seu lado. - Demi, onde ta doendo? Como vou poder te ajudar se você não fala comigo?
- Não preciso da sua ajuda!
- Por que está me tratando assim? Eu sei que um saco ter dor, mas só quero te ajudar. Demi a culpa não foi minha, a Amanda que passo o negocio no piso.
- Não estou brava pela dor e nem por ter caído.
- Então pelo que? Você está chorando?
- Ei, ta tudo bem aqui? - A Amanda entrou na cozinha. - Se machucou Demi?
- Aham.
- Nossa, me desculpa. Eu não sabia que essa droga escorregava tanto. - A Amanda se aproximou.
- Não tem problema, acontece. - Demi falou mais calma com ela.
- Onde dói? - A Mandinha se ajoelhou.
- Aqui. - Ela apontou pra uma parte da perna, perto do pé.
- Consegue ficar em pé?
- Tentei, mas não consegui. - Por que ela está sendo normal com a Amanda e comigo não?
- Vem, vamos pro sofá. - A Amanda levantou e tentou ajudar ela, mas não conseguiu. - Anda (SeuNome), Não fique aí, parada, me ajude.
- Eu posso tocar em você? - Perguntei pra Demi, que nada respondeu.
 Eu e a Amanda ajudamos ela levantar e levamos ela para o sofá.
- Cade o Arthur? - Perguntei. - Já volto.

Demi narrando
 Eu estava sentindo uma dor insuportável na perna e a (SeuNome) está mais preocupada com o Arthur.
- Isso, vai lá com ele! - Exclamei.
- Demi? - A Amanda me olhou.
- Nada, é só que... Esquece.
- Fala. - Ela insistiu.
- Eu não suporto ver a (SeuNome) perto do Arthur. Isso me afeta muito e parece que ela nem liga, como se fizesse de proposito.
- Demi eles são muito amigos, desde sempre, e eu sei que ela te ama. Talvez devesse conversar com ela, mas também tenha um pouco de paciência.
- Eu não consigo, eu simplesmente me revolto e perco qualquer paciência só de ver ela com ele.
- Depois a gente vê isso ok? Vamos nos focar na sua perna, por enquanto tenta relaxar. Ainda ta doendo?
- Muito. 
- Deixa eu ver. - Ela foi até minha perna e levantou a calça. - Meu Deus, Demi! Isso está muito roxo. - Eu me inclinei para ver. - (SeuNome), traz gelo! - A Amanda gritou e antes mesmo dela terminar a (SeuApelido) apareceu na sala. - Eu disse pra trazer gelo.
- O Arthur já estava preparando, deixa eu ver isso. - Ela se aproximou. - Mas que porra é essa!? Arthur traz logo essa merda!
- Calma. - Tentei tranquiliza-la, ala parecia uma louca.
- Amanda vai ver o que ele está fazendo! - A Amanda se levantou e foi atrás dele.
- Ei, calma.
- Calma nada, olha como está isso Dem.
- Relaxa, eu que deveria ficar assim.
- Desculpa por me preocupar. - Eu fiquei em silencio, pensativa. Ela fala essas coisas e depois se agarra com o Arthur, estou tão confusa.
 O Arthur e a Amanda chegaram e logo depois a (SeuNome) ficou insistindo para irmos ao hospital, depois de encher muito o saco, acabamos indo.




 1º capítulo da maratona. O que acharam? E o que acham que vai acontecer agora? No fim do próximo capítulo vou revelar uma coisinha pra vocês. Comentem!


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Maratona! + Informações.

 OK galera, a maratona vai acontecer amanhã a partir das 5h, adiantei uma hora pra ter mais tempo pra postar, assim da pra postar mais. Conforme os cometários de vocês ela vai acontecer da seguinte formar:

  • Só postarei o capítulo seguinte quando tiver 5 comentários, no minimo, essa é uma forma de incentivar todos a comentar, porque sei que existem varias pessoas que ficam com vergonha ou preguiça de comentar;
  • Os capítulos terão um certo suspense e vocês poderão dar sugestões* sobre o que deve acontecer.
 Se acham que está meio confuso leiam o post anterior sobre a maratona, se mesmo assim não entenderem só perguntar nos comentários que eu explico. Espero que todos participem.

 * Me falem se preferem deixar as sugestões como comentário mesmo ou se preferem que eu poste um endereço de e-mail para mandarem. E eu só colocarei as sugestões se elas estiverem de acordo com o rumo que eu quero dar pra história.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

1ª MARATONA!!!

 Hey! Como vão? Estão tão ansiosos para maratona assim como eu? Espero que sim. 
 Andei pensando em como deixar a maratona ainda mais divertida e interativa. Aqui vão algumas sugestões, preciso que me respondam pra saber o que vou fazer:

- Colocar uma quantidade minima de cometários (ex: só posto o próximo capítulo quando atingir x n° de comentários);

- Terminar com um certo suspense (ou não), aí vocês podem comentar o que acham que deve acontecer no próximo capítulo, se eu achar que algum dos comentários se encaixa no contexto da história eu coloco, mas não aviso vocês, (podem mandar pro e-mail também, assim só eu e você vamos saber o que poderá ocorrer);

- Essa ideia estou roubando da Agnes, http://sonholovatic.blogspot.com.br/, parecida com a ultima, mas nessa vocês não dão sugestões do que vai acontecer, vocês "adivinham" o que vai acontecer e/ou me respondem alguma pergunta. Farei perguntas no final dos capítulos e vocês terão que responder corretamente para liberar o próximo capítulo.

 Vocês também podem escolher os três, ou sei lá, a criatividade ta precária kkkkk. Se vocês tiverem outra ideia, uma que seja melhor, ou que você acha que vai ser divertida comente aqui, se não escolha uma das três ou as três. Mas de qualquer forma preciso que comentem esse post, para depois eu postar mais informação sobre a maratona. 
 Estava pensando em começar às 6:00 pm, na sexta, e postar mais ou menos 5 capítulos, mas para que isso aconteça preciso saber quem vai estar aqui pra acompanhar e participar da brincadeira, então comente.

YMMG - Capítulo 36

Obrigada por todas as palavras de apoio e suporte que me deram, me ajudaram de verdade, vocês são incríveis! Fiquei realmente muito emocionada com todos vocês.


Você narrando
 Sinceramente não aguento mais brigar com a Demi por causa do Arthur, fazem três dias desde que ela escutou ela falando que gostava de mim, bem eu deveria ter dito antes que "estava" com ela, mas sei lá porque não falei. Mas chamei ela pra passar o fim de semana aqui em casa, pra tentar amenizar a situação, também estou pensando seria mente em pedi-la em namoro, talvez assim ela perceba que a amo e que ela é a única pessoa que quero, só ainda não sei como fazer isso. Acho que a Demi me faz ter muita paciência, ou é ela ou é o amor que tenho por ela, se fosse com qualquer outra pessoa já teria mandado ela se foder, mas com a Demi eu respiro fundo e conto até dez. Logo ela anunciará seu novo single e quero estar ao lado dela quando isso acontecer.

Demi narrando
Acho que odeio o Arthur. Não, brincadeira, é só aghr, a (SeuNome) é minha! Só minha! Bem, parece que ele está em NY, então passarei o fim de semana com a Baby e sem ter que ver ele. Eba!
~~Ligação on~~
- Bom diaaa! - Essa voz gostosa dela, chega a me arrepiar.
- Bom dia bebê! - Eu respondi com um sorriso imenso no rosto.
- O que ta fazendo?
- Pensando em você.
- Linda.
- Você não deveria estar na faculdade mocinha?
- Sim mamãe e estou.
- Então não deveria estar falando comigo no telefone.
- Aula vaga. Por que já está acordada?
- Não sei. - Eu ri, realmente, eu deveria estar dormindo já que não tenho nada pra fazer hoje.
- Então volte para cama e vá descansar, pretendo abusar de você hoje.
- UAL!!! Ainda bem que nem sai da cama, Seria maravilhoso se você também estivesse nela.
- Não diga isso. Dessa forma você me incentiva a cabular aula.
- Ok, então se concentre, abra um livro e leia nesse tempo vago. Irei descansar pra mais tarde, se quiser pode ir pensando em algo bem fantasioso e criativo para nossa noite.
- Pelo jeito hoje você assanhadinha.
- Assanhadinha não, estou safada mesmo, acho bom estar preparada.
- Ai Deus. - Ela riu descontroladamente. - Vai descansar.
- Beijos.
- Beijos. Te amo.
- Até mais tarde.
~~Ligação off~~
 Hoje tem! HAHAHAHA. Ai meu Deus essa (SeuNome) me deixa louca.


Você narrando
 Assim que cheguei da faculdade fui tomar um banho e depois fui trabalhar, pesquisar coisas para uma nova campanha, enquanto esperava pela Demi, pois sei que quando ela chegar não terei tempo pra mais nada. A Amanda vai sair com o Arthur, porque eu pedi, assim a casa ficaria livre uma boa parte da noite, Demi havia dito que chegaria as 5, mas é a Demi, depois das 6 ela chega. Eu estava no sofá trabalhando e a Amanda na cozinha comendo alguma coisa quando a campainha tocou. Me levantei e levei um susto quando abri a porta.
- Oi!? - Eu disse meio confusa.
- Olá! - O Arthur disse sorrindo e entrando.
- Vai ficar aí fora bobona? - Peguntei pra Demi que deu uma exitada antes de entrar. 
 Arthur e Demi? Em um mesmo elevador? Sem mortes? É um milagre. Quando fechei a porta encontrei Demi sentada no sofá de cabeça baixa e o Arthur obviamente deveria ter ido atacar a cozinha. Fui atrás da Demi e a abracei.
- Tudo bem? - Perguntei depositando um beijo em seu pescoço e mantendo minha boca ali.
- Seus lábios são tão quentes e macios. - Ela disse sem me olhar.
- Quer experimentar? - Sorri pra ela que me olhou e devolveu o sorriso.
- Boba. - Eu dei a volta e me sentei ao seu lado, ela pegou meu notebook que estava do outro lado. - O que estava fazendo? - Ela perguntou tranquila.
- Nada de legal. - Respondi pegando o computador do seu colo.
- Mesmo? - Ela me olhou de uma forma estranha.
- Mesmo. - Disse obvia e confusa.
- Acho que estava assistindo videos eróticos.
- Demetria! - Dei um tapa no seu braço e desliguei o note.
- O que? - Ela disse rindo.
- Primeiro, como você é cara de pau, segundo, quem fala videos eróticos?
- Ai, como você é chata! - Ela disse sorrindo.
- Demi, repete comigo. - Ela me observou. - Por-no. - Disse pausadamente. 
- Vai se foder. - Ela pegou o celular e começou a mexer.
- Você bem que poderia me ajudar com isso. - Tomei o celular da mão dela.
- Ajudaria se estivéssemos sozinhas como imaginei que estaríamos. Agora devolve meu celular. - Ela estendeu a mão. 
- Estamos indo gatinhas. - A Amanda disse entrando na sala com o Arthur atrás dela.
- Vão tarde. - Disse debochada.
- Calada! Oie Demi! - Amanda toda sorridente, Demi se levantou.
- Oi! Tudo bom? - Ela falou com a mesma animação e cumprimentou ela.
- Tudo e com você?
- Tudo ótimo.
- E por que vai estragar ficando aqui com essa criatura? - Ela disse se referindo a mim, Demi apenas riu.
- Chega né!? Eu estou aqui e você não deveria estar mais. - Me intrometi na conversinha das duas.
- Vou indo Demi, beijo. - Ela se abraçaram.
- Bom te ver. - Demi respondeu.
- Tchau criatura. - A Amanda me beijou na bochecha, levantei o dedo médio.
- Tchau Demi. - O Arthur falou e veio até mim para um abraço.
- Pode saindo. - Empurrei ele, pude ver Demi sorrindo. - Entra na minha casa, mal fala comigo, ataca minha comida e agora vem me abraçar!? 
- Chata. - Ele me abraçou a força, pude ouvir a Demi resmungando baixinho "minha chata", awwnn linda. - Tchau. - Ele me beijou do lado oposto ao da Amanda.
 Eles se direcionaram a porta e quando ia fechar a porta a Amanda falou:
- Não destruam a casa!
- Vadia! - Falei rindo, não necessariamente pra ela escultar e nem sei se ela ouviu, porque saiu sem falar nada. - Enfim a sós. - Fui pra perto da Demi. - O que tem ali? - Me referia a uma "sacola" cheia de coisas que a Demi trouxe.
- Coisas, meu celular. - Ela disse autoritária.
- Está na minha casa, eu que mando aqui. - Ela deu de ombros. - Eu sou a autoridade. - Puxei ela pela cintura e a beijei.
- Chata.
- Sua chata. - Ela sorriu. - Não é mesmo?
- É. Trouxe alguns filmes. - Olhei pra ela maliciosa. - Nãaaao. - Ela disse rindo. - Não são VIDEOS ERÓTICOS. - Ela falou ainda rindo e dando enfase nas ultimas duas palavras.
- Você que está dizendo. - Apertei sua cintura.
- Eu vi em seus olhos. - Ela ficou na pontinha dos pés, tão fofa, ela não é muito mais baixa que eu, mas ela estava de chinelo e eu de tênis o que me dava mais alguns centímetros de vantagem.
- O que você viu anã?
- Não sou anã. - Ela fez bico e abaixou os pés.
- Não, é minha pequenina.
- Pequenina? - Ela disse de uma forma engraçada e fofa.
- Sim. O que tem na sacola pequenina?
- Coisas, já disse. - Ela se sentou no sofá.
- Que coisas bobona? - Me sentei ao seu lado.
- Alguns filmes, chocolate, tem umas roupas pra eu colocar amanhã e blá blá blá.
- Blá blá blá? Eu aaaaaaamo blá blá blá. - Ela deu um tapinha na minha cabeça.
- Ama blá blá blá é? - Ela fingiu estar com ciumes. 
- Sim A.M.O. blá blá blá.
- Espero que te de tanto prazer quanto eu, porque só terá isso hoje.
- Demiiiiiiii, amo mais você, sabe, nem gosto tanto assim de blá blá blá, nem é tão bom e tals.
- Boba.
- Você.
- Eu? Eu sou linda. - Ela jogou o cabelo.
- Agora vou ter que concordar, é linda mesmo. - Subi em cima dela fazendo com que ficássemos deitadas no sofá.
- Eu ou blá blá blá? - Ela é ridícula.
- Blá... Brincadeira. - Falei antes que ela me matasse. - Mil vezes você, você e só você, pra sempre você. 
- Bom mesmo. - Ela disse séria.
- Te amo coisinha. - Falei apertando seu nariz. - Vamos pro quarto?
- Já!? Sem nem um climinha antes? Sem nada?
- Isso, sem nada, sem roupa principalmente. - Ela arregalou os olhos.
- Menina tarada!
- Calma princesa, ta com fome?
- Fome de você. - Ela me puxou para um beijo. Como isso é bom! Quando os lábios da Demi encontram com os meus é como se uma corrente elétrica percorresse todo meu corpo, borboletas no estomago e tudo mais, o beijo dela é doce, suave, caloroso e completamente viciante.
- Por mais que eu ame beijar essa sua maravilhosa boca. - Disse tentando para de beija-la. - A pergunta foi séria. - Ela me olhou.
- Não, estou bem, mas um doce cairia bem.
- Tem chocolate nessa mala de viajem que você trouxe?
- Sim! Todo tipo, em calda, em barra e em pó. Você ficou me devendo aquele dia lá em casa lembra?
- Chocolate já é bom com Demi então. - Eu ri.
- Babaca.
- Que tal brigadeiro?
- Brigadeirow!? - Ela falou toda animada.
- Isso, brigadeiro. - Disse rindo do jeito fofo com que ela pronunciava a palavra.
- Do que ta rindo? - Ela perguntou sem entender.
- Da sua fofura.
- Ta me chamando de gorda? - Ela me empurrou sofá a baixo.
- Você é maluca? Quis dizer que você é fofa, linda, não gorda.
- Sei e porque sou isso?
- Por vários motivos, mas dessa vez foi pela forma como pronunciou brigadeiro.
- Não vejo graça na forma com que falo brigadeirow.
- É brigadeiro Demi, não brigadeirow. 
- Então, brigadeirow. - Eu só conseguia sorrir, ela me traz uma paz, uma felicidade.
- Esquece, gosto da forma que fala, vou deixar assim. Você quer brigadeirow? 
- Quero! - Parecia uma criança.
- Quer aprender a fazer?
- Quero!
- Mas criança não pode mexer com fogo.
- Então acho melhor ligarmos pra Amanda fazer, Bebê.
- Boba. Vem, vamos. - Me levantei.
- Pegue a sacola. 
- Folgada. - Peguei a sacola. - Demi, você fez despesa pra minha casa?
- Por que? - Ela perguntou rindo.
- Porque está muito pesada. 
- Também tem outras coisas, tire antes de irmos pra cozinha.
- Ta escrito empregada na minha testa?
- Não, no seu traseiro mesmo. - Ela apertou minha bunda enquanto eu colocava a sacola no sofá.
- Existem santinhos, pessoas normais, pessoas safadas, taradas e você.
- Sou unica baby. - Ela me mandou um beijinho.
- Vê o que tira e o que deixa. - Sai da frente da sacola para que a Demi pudesse escolher as coisas.
- Tudo que for comestível deixa, o resto tira.
- Demi pra de ser folgada e preguiçosa.
- Estou cansada. - Ela disse manhosa.
- Cansada de que? Você fez o que hoje?
- Dirigi meu corpitcho até aqui. - Ela passou a mão em suas curvas toda sorridente, que inveja.
- Aff. - Comecei a tirar as coisas de dentro. - Demi, quantos anos você tem?
- Por quê?
- Vida de insetos, Toy Story, Cinderela, Barbie e o Castelo de Diamantes... Demi!
- Clássicos.
- Barbie e o Castelo de Diamantes? Serio?
- Gosto das musicas.
- O que mais temos aqui? Sorte no amor? Que cafona. - Eu soltei uma risadinha.
- Qual é? É legal e bonitinho.
- Sorte no amor, Diário da Princesa, você definitivamente é uma criança. 
- Vai melhorar.
- Idas e Vindas do Amor, Doze homens e um segredo, Diário de uma paixão, ta ficando melhor, Jogos mortais, O Diário de Anne Frank, quanto filmes com "diário" no meio, e A Dama de Ferro. Demi como demoraram 18 anos pra descobrirem que você é bipolar? Em uma seleção de filmes você consegue deixar isso bem claro.
- Calada, tire as roupas e vamos pra cozinha.
- Tirar as roupas e ir pra cozinha? Gostei!
- Estou falando das roupas dentro da sacola.
- Tem alguma roupa sexy aqui? - Perguntei maliciosa, pude ver ela corar. - Ei, não queria te deixar envergonhada, era brincadeira.
- Eu sei, mas... - Ela ficou toda tímida.
- Desculpa, não queria ter feito isso. Mas tem roupas desse tipo aqui?
- Não! E pare com isso! - Ela me deu uma almofada.
- Ok, sem fantasias hoje.
- (SEUNOME)! - Sorri para ela, mas achei melhor deixar essa história de lado e fui tirar as coisas.
- Demi esse moletom vai cobrir muito seu corpo. - Ela se levantou e me empurrou.
- Deixa que eu faço! - Ela, brava, foi puxando as roupas. Fiquei observando ela, amo o jeitinho de ser dela, brava, esquentadinha, mandona, manhosa, boba, teimosa, eu amo ela.
- Demi...
- Cala a boca. - Ela me interrompeu.
- Grossa! Só queria saber se essa calça fica coladinha na sua bunda. - Ela riu.
- Tão idiota e chata. Olha como você largou os dvds aqui, que falta de organização. - Ela começou a empilhar os filmes.
- Mas bem que você me ama.
- Convencida.
- Não, apenas realista.
- Se eu não te amasse, eu te mataria. - Ela voltou a mexer nas roupas.
- Gostei dessa calcinha, mesmo que você não vá usa-la.
- Vou chorar. Para de olhar pras minhas coisas. E eu não vou tomar banho? Vou ficar fedida? É claro que vou usar a calcinha.
- Tudo bem, vou tira-lá com o maior prazer.
- Ai, vamos fazer o brigadeirow vai.
- Linda. - Fomos até a cozinha. - A sacola?
- Vai pegar. - Olhei incrédula pra ela.
- Não acredito que estava com a sacola na mão e não trouxe. - Disse quando voltei.

Demi narrando
- Demora tanto tempo assim pra fazer brigadeirow? - Perguntei após uma hora na cozinha.
- Não, mas agora acabou, está pronto.
- E por que demorou tanto? 
- Porque você fez questão atrapalhar. - (SeuNome), sorrindo, se aproximou de mim e colocou as mãos nas minhas coxas.
- Nem foi tanto assim.
- A criança encheu minha cozinha de chocolate e leite condensado e o resto do tempo ficou aí, sentada, nesse balcão, balançando essas perninhas. - Ela acariciou e por fim apertou minhas pernas.
- Quer que eu desça? - Envolvi sua cintura com minhas pernas e coloquei minhas mãos em seus ombros.
- Quero um beijo. - Ela disse com um lindo sorriso.
- Me tira daqui. - Assim ela fez, me levantou e comigo ainda no ar me beijou.
- Prontinho, pega o brigadeiro e leva pra sala.
- E você vai fazer o que, folgada?
- Folgada? Eu? Eu vou dar um jeito nessa cozinha.
- Não. - Falei manhosa. - Vamos pra sala. - Fiz bico. - Depois te ajudo com isso.
- Ta vai indo e colocando um filme, só vou colocar as coisas na geladeira. - Ela me entregou a panela com o brigadeirow. - Pega as colheres. - Ela apontou pra gaveta.
- Ok. - Fiz isso e fui pra sala.
 Coloquei o brigadeirow na mesinha ao centro da sala e o filme Castelo de Diamantes da Barbie no DVD, fiz de proposito. Arrumei os dvds ao lado da TV e coloquei as roupas no sofá menor, me sentei no outro sofá e peguei a panela e peguei um pouco do brigadeirow com uma colher.
- Demi, espera o brigadeiro esfri... Tarde demais. - A (SeuApelido) entrou na sala.
- Porra! Queimei a linguá! Droga! Ta doendooooooo. - Coloquei a linguá pra fora.
- Calma, vou pegar aguá.
- Vai logo! - Acho que fui grossa, ela voltou. - Obrigada.
- De nada. - Pela forma como ela falou eu realmente devo ter sido grossa.
- Desculpa, não quis ser grossa, é que doeu. - Ela riu, acho que por eu estar falando com a linguá pra fora.
- Tudo bem. - Ela disse entre risos.
- Pare de rir ok. - Falei tentando ser séria, mas logo comecei a rir também.
- Que filme colocou?
- Não achei o controle da TV, coloca no canal e verá qual filme coloquei. - Ela colocou a mão em baixo da minha bunda. - Ei! Safada!
- Só estava pegando o controle. - Ela me mostrou a mão com o controle. - Nunca que iria achar mesmo, com essa bunda enorme em cima dele. - Ela colocou no canal. - Demi, só pode ser brincadeira né? 
- Apaga a luz e vamos assistir.
- Você colocou o pior filme.
- Anda (SeuNome)! - Ela levantou resmungando.
- Já vou Demetria.
- Quer perder a vida? - Virei minha cabeça para olha-la.
- Não. - Ela disse rindo.
- Então não me chame de Demetria!
- Você que começou. - Mostrei a linguá pra ela. - Que foi? A linguá ainda está doendo? - Ela voltou para o sofá.
- Engraçadinha, mas na verdade está sim. 
- Quer um beijinho pra sarar?
- Acho que vou precisar de vários.
 Começamos a assistir o filme depois da chata reclamar muuuuito. Ela estava com uma cara de entediada, eu ficava cantando as musicas e ela me olhava com indignação.
- Para (SeuNome). - Disse tirando sua mão da minha virilha. - Estou tentando assistir o filme.
- Que saco Demi, deixa eu me divertir também!
- Está me atrapalhando. - Disse voltando a cantar. - Pra sempre unidas, na vida, contigo quero estar não importa o lugar.
- Não sei o que é pior, você estar assistindo esse filme ou você estar cantando a musica desse filme. - Um tempo depois ela acabou dormindo, tão linda minha bebê.
 Terminei de assistir e decidi acorda-la para vermos outro filme.
- Bebê. - Dei um beijinho nela. - Quer ir pro quarto? - Ela fez um barulhinho, fiquei observando ela.
- Acabou o filme? - Ela falou manhosa.
- Aham. - Acariciei o cabelo dela.
- Vamos assistir um decente agora?
- Aquele era decente.
- Disse bem, era, quando eu tinha 6 anos.
- Chata, escolhe você dessa vez.
- Fácil. - Ela se levantou e colocou outro filme.
- Que filme colocou? - Esperava um filme mais chatinho.
- Vida de Insetos. - Ela se jogou ao meu lado.
 Já estávamos no terceiro filme, a (SeuApelido) estava deitada em cima de mim.
- Quero comer. - Disse beijando sua cabeça.
- Que tal me comer? - Ela levantou sua cabeça pra me olhar.
- Você vai ser a sobremesa. - Sorri maliciosa.
- Pizza?
- Pode ser, assim da tempo de terminar de assistir o filme.
- Ok, vou pedir. O mesmo de sempre? - Ela se levantou.
- Aham.
 Quando a pizza chegou ainda estávamos assistindo o filme, enquanto meu amor foi pegar a pizza eu arrumei a mesa para comermos. Depois de enchemos as nossas barrigas voltamos pra sala, para terminamos de assistir 12 homens e um segredo, mas quem disse que ainda estávamos interessadas no filme? A (SeuNome) estava passando a mão na minha vagina, eu já estava toda exitada e nós duas estávamos só de blusa e calcinha. Me virei para ela e começamos um beijo intenso. Ela se deitou e eu subi em cima dela, o calor na sala só era suportável porque estava em segundo plano. Subi um pouco sua blusa e dei um beijo em sua barriga, fui subindo meus lábios e pra minha surpresa ela estava sem sutiã, eu precisa de uma sobremesa, então comecei a sugar seu seio direito, ela me puxou para cima, levantou minha blusa e sutiã até a altura do pescoço e fez o mesmo com meu peito, voltamos a nos beijar:
- Dem, vamos para o quarto? - Ela disse ofegante.
- Vamos. - Disse mordendo seu lábio e em seguida levantando.
- Corre! - Ela disse se levantando, comecei a correr e rir alto enquanto subia a escada.
 Chegamos a conclusão que ela é mais rápida, pois ela me pegou por trás e me prensou na parede do corredor, ela se aproveitou e colocou a mão dentro da minha calcinha. Comigo ainda de costas, sem deixar eu escapar ela tirou a própria blusa e depois que tirou a minha mordeu meu pescoço. Essa garota me leva a um estado de excitação inacreditável. Escapei dela e fui correndo pro quarto, quando entrei me joguei na cama, ela logo entrou e veio engatinhando pra cima de mim. A (SeuNome) estava mais selvagem do que nunca, ela havia apertado meus seios e agora me beijava com voracidade e apertava minha vagina.
- Você vai comandar hoje? - Perguntei entre o beijo, ela apenas se sentou em cima de mim e tirou meu sutiã e o dela com movimentos rápidos. - Acho que isso foi um sim. - Ela apenas deu um risinho malicioso e de certa forma fofo.
 Ela se deitou novamente em cima de mim e começou a me beijar, chupar um dos meu seios e morder meu pescoço, não necessariamente nessa ordem, afinal, eu não estava em condições de decifrar a ordem em que as coisas aconteciam. Ela se levantou e ficou de joelhos.
- Vem, me ajuda. - Ela me ajudou a levantar e ficar de frente pra ela na mesma posição.
- Ajudar no que? 
- Nisso. - Ela segurou a barra da minha calcinha.
- Ok. - Nos aproximamos um pouco mais e começamos a tirar nossas calcinhas.
 Fomos nos deitando e nos beijando ao mesmo tempo. Ela deitou em mim e começou a fazer movimentos que faziam nossas vaginas entrarem em contato, e que prazer isso dava. Ela parou de me beijar e foi descendo a boca por entre os meus peitos, barriga e finalmente entre minhas pernas. Eu afastei seus cabelos para ajuda-la, ela me chupava com força, as vezes chegava a doer, mas logo o prazer tomava conta de toda situação, foi dessa forma que ela me levou ao orgasmo. Ela fez um caminho de volta até meu pescoço e ali ficou durante um tempo, beijando, mordendo e chupando. Ficamos nos beijando até pegar no sono.

Você narrando
 Acordei e estava abraçando a Demi, sorri ao lembrar da loucura que foi essa noite, levantei um pouco a cabeça e vi no relógio que eram 3:30 da madrugada. Lembrei das coisas que estavam jogadas pela casa e das roupas da Demi no sofá, levantei, fui até a sala e recolhi tudo, voltando ao quarto fui pegando as roupas jogadas pela casa, joguei tudo no closet e me deitei de volta com a minha pequena, que tinha uma expressão suave na face e parecia um anjinho.




Espero que gostem e que me desculpem por toda a demora. Comentem bastante :) Acho que até amanhã vou postar informações sobre a maratona que ocorrerá na sexta. Bem ela vai ocorrer de uma forma interativa então espero que todos acompanhem, fiquem de olho para mais informações, que serão dadas entre hoje e amanhã. Amo vocês e obrigada pelo apoio que vocês me dão sempre! E desculpe qualquer erro ortográfico.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

 Gente, sem titulo, sem nada, apenas minhas desculpas! Estou realmente em falta com vocês, vocês sempre me apoiam e estão do meu lado, fico muito feliz quando dizem coisas bonitas sobre os capítulos, ou quando dão sugestões para melhora-los. Eu sinto falta de vocês, fico lendo e relendo os comentários de vocês quando tenho tempo. Hoje teria um capitulo, um capitulo hot por sinal, mas aconteceram coisas terríveis em casa hoje, estou tremendo enquanto escrevo isso, você não merecem ficar tanto tempo sem capítulos e também tenho medo de cair no esquecimento se ficar muito tempo sem postar. Não sei se quarta ainda terá a maratona, mas vou dar minha vida pra faze-la até sexta, quarta postarei o capitulo de hoje. Meu coração está partido por estar sendo tão injusta com vocês, me perdoem. Amo vocês, muito mesmo, já fazem parte da minha vida, e como cada parte importante de nossas vidas, quando estão longe, nossos corações ficam doloridos, como se algo não estivesse em seu lugar. Não me esqueçam, amo MUITO vocês!!!